TECNOLOGIA

5 maneiras de construir uma empresa mais inteligente

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O sistema SMART unique foi projetado na década de 1990 para ajudar os usuários de computador a evitar falhas inesperadas no disco rígido. Nas décadas seguintes, essa ideia de “tecnologia de automonitoramento, análise e geração de relatórios” floresceu e se expandiu muito além dos 1s e 0s em bandejas magnéticas. O conceito – e a versão minúscula do nome – agora é aplicado a tudo, desde cafeteiras a edifícios e esforços de sustentabilidade.

Os dispositivos inteligentes foram assimilados facilmente na vida dos consumidores, mas as empresas muitas vezes trabalham para integrar essa abordagem aos processos e práticas organizacionais. Tecnologias como inteligência synthetic (IA), web das coisas (IoT) e aprendizado de máquina tornam os dispositivos e sistemas inteligentes ainda mais poderosos e eficazes. A complexidade dificulta os esforços organizacionais para se tornarem as empresas inteligentes necessárias para competir e ter sucesso a longo prazo. No entanto, as melhores práticas foram desenvolvidas para ajudar a domar a complexidade.

1. Estabeleça princípios orientadores

As empresas correm o risco de vagar sem rumo se não criarem um mapa para guiá-las na direção certa. Essa etapa é particularmente crítica para tecnologias inteligentes, pois elas dependem muito da interconexão. Uma curva errada pode tirá-lo completamente do curso.

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Os princípios orientadores de uma organização devem incluir:

Construção —Incorporar a sustentabilidade em todas as etapas do processo; priorizar a eficiência em todas as áreas; garantir as necessidades dos usuários; adaptar-se às mudanças de preferências; e se envolver com o usuário e a comunidade de maneira significativa.

Tecnologia — Proteja e proteja todos os pontos de entrada por meio de cibersegurança avançada; aprender com os dados para antecipar as necessidades dos usuários e instalações e garantir acessibilidade e interoperabilidade em toda a organização.

Experiência — Criar experiências de character inclusivas para todas as partes interessadas afetadas, de funcionários a clientes, executivos e comunidades; personalizar as experiências do usuário; remover atritos e barreiras do usuário; e desenvolver um ambiente propício à produtividade.

2. Adote uma abordagem de design de sistemas

É necessário um novo modelo para resolver problemas complexos como a sustentabilidade, que considera os múltiplos sistemas onde existe um problema. O design de sistemas permite que você resolva problemas reais em vez de aliviar temporariamente os sintomas. As empresas podem desconstruir problemas em seus elementos constituintes. Problemas grandes e aparentemente incontroláveis ​​são convertidos em uma série de problemas mais gerenciáveis. Os frameworks ajudam a classificar o emaranhado de interações que influenciam o funcionamento de todo o sistema.

Nesse caso, as organizações analisam de forma holística os sistemas, processos e personas que precisam ser abordados, em vez de se concentrar em sistemas individuais ou casos de uso. O design de sistemas aplicados leva em consideração interfaces, arquitetura e pontos de dados com base no tipo e contexto do problema.

Em última análise, essa abordagem resultará em soluções práticas que serão aceitas pelos usuários e pela sociedade como um todo.

3. Priorize a privacidade

Os princípios de privacidade por design permitem que as organizações vão além das políticas e regulamentações existentes. Nessa abordagem, a privacidade é uma consideração central durante os estágios de design e arquitetura para todos os processos de negócios, aplicativos, produtos e tecnologias. Isso é particularmente crítico em sistemas cada vez mais interconectados.

A privacidade por design abrange uma variedade de conceitos, incluindo:

  • Privacidade — Torne este o modo padrão.
  • Funcionalidade e privacidade de dados — Valorize ambos igualmente.
  • Segurança de ponta a ponta — Incorporar em todo o ciclo de vida da informação.
  • Transparência e visibilidade — Fornecer a todas as partes interessadas.

4. Defina e aplique diretrizes de segurança claras

Assim como a privacidade, a segurança deve ser considerada em todos os estágios para garantir a confiança do usuário. A segurança por design oferece uma maneira de desenvolver diretrizes claras.

Serviços de identidade são necessários para autenticar usuários em um modelo centralizado ou federado. Esses serviços básicos devem cobrir os principais interessados ​​— funcionários, clientes, parceiros — e oferecer flexibilidade a qualquer hora e em qualquer lugar.

Arquitetura de confiança 0 é necessário para preencher lacunas na segurança tradicional baseada em perímetro, que não foi projetada tendo em mente a nuvem híbrida de hoje e os sistemas de borda. Essa abordagem permite que uma empresa aplique controles e verificações de segurança em todas as camadas e interações arquitetônicas.

Segurança em várias nuvens e dados requerem ferramentas e estratégias diferentes. As empresas podem se beneficiar de técnicas autônomas que maximizarão a segurança como código, a política como código e o monitoramento como código.

5. Adote uma estratégia de micromudança

As empresas muitas vezes lutam com a mudança porque as barreiras são muito altas – ou pelo menos parecem assim. No entanto, abordagens mais ágeis fazem maior progresso do que se você tentasse escalar uma montanha em um único salto. Uma série de pequenas mudanças irreversíveis pode gerar efeitos compostos e produzir resultados exponenciais.

As metas de longo prazo são divididas em pontos de referência alcançáveis, com os funcionários incentivados por cutucadas em vez de empurrões. Cada sucesso se baseia no outro. As barreiras à gestão da mudança começam a cair.

Essa filosofia é elementary para os esforços de tecnologia inteligente e sustentabilidade. A natureza em rápida evolução da tecnologia, como IA, IoT e nuvem, se presta a avanços menores e mais frequentes. Além disso, as metas de sustentabilidade tendem a ser de longo prazo, com muitas etapas intermediárias.

Essa estratégia também pode neutralizar problemas comuns de gerenciamento de mudanças, nos quais a angústia e a resistência dos funcionários prejudicam os planos potencialmente eficazes.

Corey Glickman é Infosys‘ chefe de Sustentabilidade World e Serviços de Consultoria em Design.

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Fonte da Notícia

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Osmar Queiroz

Osmar é um editor especializado em tecnologia, com anos de experiência em comunicação digital e produção de conteúdo voltado para inovação, ciência e tecnologia.

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