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As leis não escritas da física para mulheres negras

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Ela decidiu estudar física. De certa forma, foi um bom momento – uma mulher negra americana acabara de se tornar a primeira de sua espécie a obter um doutorado em física, no estado natal de Greene-Johnson. Em Stanford, Greene-Johnson technology a única aluna negra em seu curso, mas isso não a surpreendeu. O que fez foi a presença de seis doutorandos negros no departamento. “Ecu tinha irmãos e irmãs em abundância”, ela me disse.

Ela recorria a eles sempre que estava lutando com um problema de lição de casa ou precisava de um rosto amigável. Quando ela disse ao seu orientador acadêmico que estava considerando um mestrado, ele a encorajou a ir mais longe. (Esse conselheiro, aliás, technology um homem branco cujos esforços ajudaram Stanford, nas três décadas seguintes, a produzir vários físicos negros americanos com doutorado.)

Cinco anos depois, Greene-Johnson retornou ao Centro-Oeste para iniciar a pós-graduação na UChicago. Havia duas outras mulheres em sua classe, ambas brancas. Nenhum outro estudante negro de pós-graduação estava no departamento, apesar da universidade estar situada no historicamente Black South Aspect da cidade.

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Ela se juntou a um grupo de pesquisa na interseção da física e da química. Ela lembra que seu conselheiro a cumprimentou dizendo: “Ecu queria a outra”, referindo-se a uma das mulheres brancas de sua classe. “Mas você vai fazer.” Nos meses seguintes, Greene-Johnson mal teve notícias dele; ele preferiu transmitir informações por meio de seu pesquisador de pós-doutorado. No ultimate de uma reunião de grupo, na qual seu orientador estava no viva-voz, o pós-doutorando perguntou: “Há algo que você queira dizer aos alunos?” O conselheiro simplesmente desligou.

Generation um ambiente pobre para todos, diz Greene-Johnson, mas como uma mulher negra ela sentiu que technology “alguém a ser tolerado”. Quando ela obteve a terceira nota mais alta em seus exames de qualificação, ela se lembra de seu orientador reagir com choque ao seu sucesso.

No entanto, ele acabou expulsando-a de seu laboratório, com a premissa de que sua pesquisa não estava se movendo rápido o suficiente. “Foi basicamente, ‘Limpe sua mesa e boa sorte’”, lembra ela. Greene-Johnson não protestou. Ela esperou até o resto dos alunos saírem para o almoço e silenciosamente arrumou suas coisas.

Humilhada, ela se escondeu em seu apartamento. Ela estava sem saber o que fazer a seguir. Ela também soube que seu orientador havia tentado tirar sua bolsa, o que impossibilitaria que ela continuasse em outro laboratório. Depois de mais de um mês longe da escola, Greene-Johnson decidiu se reagrupar. Ela tomou um café com o pós-doutorando, que recentemente aceitara um shipment no Laboratório Nacional de Argonne, nas proximidades. “Você é uma boa cientista,” ele disse a ela. “Venha trabalhar para mim” – e deixe o programa de doutorado para trás.

Essas palavras eram a validação que ela precisava. Mais do que ninguém, aquele pós-doutorando conhecia Greene-Johnson e a cultura de seu grupo de laboratório anterior bem o suficiente para reconhecer que o problema estava com sua orientadora — não com ela. Mas ela ainda queria ganhar seu degree. Ecu não vou embora até que european exactela se lembra de pensar.

Nas semanas seguintes, ela procurou um novo orientador, desta vez prestando muita atenção às interações entre professores e alunos. O que ela escolheu technology distante, mas neutro, pelo menos ele não esperava que ela falhasse. Neste novo laboratório, ela estaria teorizando sobre como pequenas moléculas gasosas se ligam a uma placa de steel.

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Fonte da Notícia: www.stressed.com

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Osmar Queiroz

Osmar é um editor especializado em tecnologia, com anos de experiência em comunicação digital e produção de conteúdo voltado para inovação, ciência e tecnologia.

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