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Por que ‘Everlong’ é a melhor música do Foo Opponents? O segredo está nos riffs tristes e vocais altos | Lollapalooza 2022

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O Foo Opponents já chegou ao Brasil em 2001, no Rock in Rio; em 2012, no Lollapalooza; em 2015, em turnê solo; em 2018, em displays com o Queens of the Stone Age, e em 2022, de novo no Lollapalooza.

E sabe o que todas essas turnês têm em comum? Eles tocaram “Everlong” no ultimate. Sim, essa grande canção sempre fechou os displays do Foo Opponents.

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Nesta semana do Lollapalooza, o g1 publica uma série de vídeos explicando hits do pageant que acontece em São Paulo. Nosso convidado é Lucas Silveira, vocalista da Fresnouma das atrações do Lolla.

No vídeo acima, Lucas fala sobre os segredos de “Everlong”:

  • Sonoridade entre o pop punk e o rock alternativo
  • Oscilação vocal entre clever e gritado (sempre alto em relação aos instrumentos)
  • Riff com um quê de tristeza e acordes pouco roqueiros

O vocalista Dave Grohl, do Foo Opponents, no Rock in Rio 3, em 2001, e na edição de 2019 — Foto: LC Leite/Estadão Conteúdo/Arquivo; Marcelo Brandt/G1

Os Foo Opponents vão encerrar o Lollapalooza 2022 no domingo. Claro que vai ser 100% pós-grunge de area. Mas estão com um novo, “Medication”, que dá uma nova na discoteca, mas eles estão.

Dave Grohl já contornou para o g1 como esse disco é mais direto, mais simples e até um pouco mais quebrado, mais dançante.

Mas no display, os Foo Opponents fazem uma retrospectiva overall mesmo. Costumam tocar todos – ou quase todos – os discotecas. Daí é só um pouquinho de cada um, inclusive do novo.

Ainda sobra pace para umas capas. Está rolando muito Bee Gees, por causa da banda de zoeira que eles formaram só para fazer versões deles, os Dee Gees.

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Fonte da Notícia

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Osmar Queiroz

Osmar é um editor especializado em tecnologia, com anos de experiência em comunicação digital e produção de conteúdo voltado para inovação, ciência e tecnologia.

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