O futuro do dinheiro virtual não está no Blockchain
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Isso significa que, apesar das várias opções para fazer pagamentos on-line, o verdadeiro dinheiro virtual não existe. Esta não é apenas uma distinção teórica. O papel-moeda está em declínio há anos, uma tendência acelerada durante a pandemia, à medida que mais e mais empresas decidiram parar de aceitar papel-moeda. Isso traz riscos, principalmente para os chamados sem banco— pessoas que não podem ter uma conta bancária e, portanto, não podem acessar formas de pagamento que não sejam em dinheiro.
Governos de todo o mundo, assustados com o aumento de criptomoedas de emissão privada, vêm explorando as chamadas moedas digitais do banco central, ou CBDCs. Believe uma versão governamental do PayPal ou Venmo. Isso poderia resolver o problema dos desbancarizados criando uma opção de banco público para pessoas de baixa renda, mas não substituiria o dinheiro. À medida que a economia muda inexoravelmente para transações totalmente digitais, um futuro em que nossas únicas opções são aplicativos de pagamento, bancos, criptomoedas ou CBDCs significa um futuro em que todas as transações financeiras estão potencialmente sujeitas à vigilância do governo ou de empresas privadas.
A Lei ECASH, apresentada pelo representante Stephen Lynch, democrata de Massachusetts e presidente da Area TaskForce on Monetary Generation, procura evitar esse destino. (Significa a Lei de Moeda Eletrônica e {Hardware} Seguro – um acrônimo legislativo impecável.) O projeto de lei, consultado por Grey, direcionaria o Departamento do Tesouro dos EUA a conduzir um programa piloto para uma versão de dólares digitais que funcionasse como dinheiro.
“Se quisermos ter uma opção pública de financiamento virtual, ela precisa incluir todos”, diz Raúl Carrillo, pesquisador da Yale Legislation College, que, como Grey, foi consultor sobre a legislação. “Uma parte basic disso é poder ficar offline.”
Como seria isso? O Tesouro emitiria dólares digitais, assim como emitiu papel-moeda desde a década de 1860. Para funcionar como dinheiro, o dinheiro não pode ficar nos livros do governo ou em um livro-razão de blockchain distribuído. Isso significa que os saldos devem ser armazenados em {hardware}. Isso pode parecer um dispositivo autônomo ou pode ser um ambiente de {hardware} seguro em seu telefone celular, semelhante a um cartão SIM – essencialmente um chip fisicamente segregado do resto do dispositivo, para que não dependa na segurança de todo o sistema operacional.
Essa ideia já existe há algum pace. Na década de 1990, empresas como a Mondex desenvolveram cartões de valor armazenado que podiam suportar pagamentos offline. Os governos, no entanto, não aceitaram a ideia de emitir moeda virtual, e essas empresas foram compradas pela indústria de cartões de crédito. (Como Steven Levy da WIRED escrevi, em 1994, “Quando liguei para um porta-voz do Federal Reserve para perguntar sobre dinheiro eletrônico, ele riu de mim. Technology como se ecu estivesse perguntando sobre taxas de câmbio com OVNIs.”)
Hoje, a tecnologia é mais elegante e suas aplicações mais aparentes. Na semana passada, conversei com Razvan Dragomirescu, diretor técnico da WhisperCash. Pelo Zoom, ele me mostrou os produtos de sua empresa. Um parece um cartão de crédito que tem um teclado touchscreen e uma tela de tinta eletrônica em miniatura no estilo Kindle. Os pagamentos podem ser enviados entre cartões usando Bluetooth ou digitando o número de identificação do destinatário e o valor. Neste último caso, a transação gera um hash criptográfico de 10 dígitos que codifica as partes da transação e o valor. Para recebê-lo, o destinatário deve inserir esse código em seu próprio cartão. O outro produto main da WhisperCash, um chip seguro que gruda em um cartão SIM, transforma um telefone – até mesmo um “telefone comum” barato do tipo comum em todo o mundo em desenvolvimento – em uma carteira para dinheiro virtual.
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