TECNOLOGIA

Sustentabilidade e o metaverso: 5 considerações para se preparar para a próxima grande mudança de paradigma tecnológico

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As preocupações com o clima colocaram sustentabilidade na vanguarda da estratégia empresarial. As organizações tiveram que considerar não apenas como conduzir os negócios, mas como fazê-lo de uma maneira que reason o menor impacto em nosso clima. E embora os modelos de negócios sustentáveis ​​não sejam novidade, eles estão evoluindo para acompanhar o ritmo da inovação e se ajustar às novas formas de trabalhar.

A perspectiva de mudar o trabalho físico, a vida e o jogo on-line para o metaverso é empolgante. Esse processo, no entanto, inevitavelmente criará uma demanda significativa por armazenamento de dados. À medida que as empresas se preparam para Internet 3.0 e considerar como fazer negócios na convergência de tecnologias emergentes, eles podem acabar com enormes pegadas online que gerarão uma necessidade incrível de armazenamento de dados, o que pode levar a mais produtos e mais desperdício se não for feito com cuidado.

Aqui live o problema: de acordo com uma estimativa das Nações Unidas, menos de um 4to de todo o lixo eletrônico dos EUA é reciclado, e o restante acaba em aterros sanitários – representando um grave risco para o meio ambiente. À medida que as empresas descobrem como conduzir os negócios no metaverso, o aumento da demanda de dados tem o potencial de aumentar o problema do lixo eletrônico. Além disso, à medida que o metaverso se torna ainda mais integrado ao mundo actual, as empresas corporativas enfrentarão um desafio: preparar-se para o próximo estágio da digitalização, com suas demandas de armazenamento associadas, priorizando a sustentabilidade.

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Como as empresas podem se preparar para o metaverso sem contribuir para o desperdício ambiental? Isso apresenta uma oportunidade de examinar a sustentabilidade da fabricação de eletrônicos avançados, da perspectiva de um provedor de armazenamento de dados.

5 lições de sustentabilidade para se preparar para a próxima mudança de paradigma da tecnologia

Etapa 1: definir metas climáticas

Construir uma cultura centrada em confiança e transparência que acelere o progresso relacionado à sustentabilidade nunca foi tão importante. A enorme quantidade de armazenamento de dados necessária para desenvolver o metaverso pode prejudicar as metas de sustentabilidade, com base no rápido crescimento necessário. O alto consumo de energia não renovável, a produção de resíduos e as emissões de CO2 são obstáculos reais para uma realidade digital ou aumentada sustentável. Como resultado, as empresas devem se comprometer com iniciativas e acordos sustentáveis ​​que responsabilizem suas operações e garantam que estejam operando com responsabilidade. Por exemplo, o Iniciativa de Metas Baseadas na Ciência (SBTi) é uma aliança entre o CDP sem fins lucrativos, o Pacto International da ONU, o Global Assets Institute e o Global Vast Fund for Nature. Os participantes desta iniciativa estão comprometidos com o combate às mudanças climáticas em alinhamento com a ciência climática mais recente. As empresas que buscam reduzir sua pegada de emissões podem estabelecer metas de redução aprovadas pelo SBTi.

Etapa 2: repense suas instalações físicas

Participar do metaverso pode significar gerar grandes volumes de dados, o que traz à tona a questão crítica sobre onde esses dados serão armazenados. Embora altos volumes de dados possam resultar na construção de knowledge facilities que consomem mais energia, mais knowledge facilities locais podem mover seus dados para a nuvem — minimizando a quantidade de knowledge facilities físicos. Além disso, grandes provedores de serviços em nuvem têm investido fortemente em fontes de energia sustentáveis. Por exemplo, o Google é visando para executar knowledge facilities com energia totalmente livre de carbono até 2030, e a Microsoft prometido fazê-lo até 2025.

Os serviços relacionados a TI, incluindo serviços em nuvem, foram projetados para responder por cerca de 3,5% das emissões globais até 2020. Tudo isso leva a uma hiperconsciência entre as empresas sobre a sustentabilidade de suas práticas de fabricação.

Além disso, nos últimos anos, a energia sun avançou de uma tecnologia de ponta para uma solução econômica para empresas. Ao investir em instalações solares, as empresas podem gerar sua própria energia no native usando uma fonte de energia renovável, retirando menos energia tradicional da rede e reduzindo sua pegada de carbono. Em esforços para serem mais sustentáveis, empresas como Apple e Amazon modernizaram várias instalações com energia sun e, quando combinados com outras aquisições de energia renovável, esses locais agora funcionam com energia 100% renovável.

Etapa 3: revisar os produtos e como eles são fabricados

Muitas empresas estão desenvolvendo avaliações do ciclo de vida do produto para avaliar o impacto ambiental geral causado por um sistema de processos de produção, uso e descarte. O objetivo é seguir o cronograma de um produto (fases de produção, distribuição, uso e fim de vida) e garantir overall responsabilidade e transparência. Cada parte do ciclo de vida de um produto – extração de materiais do meio ambiente, a produção do produto, a fase de uso e o que acontece com o produto depois que ele não é mais usado – pode ter um impacto no meio ambiente de maneiras únicas.

Gradualmente, o setor de armazenamento evoluiu do armazenamento em disco native tradicional para incluir também o armazenamento de dados em nuvem. À medida que mais empresas migram para a nuvem, o setor de knowledge middle tem a oportunidade de se tornar mais consciente do clima. A computação em nuvem implica custos mais baixos por gigabyte e maior redundância de dados, portanto, há boas razões técnicas para a expansão da nuvem. À medida que as empresas trabalham para promover a inovação e a responsabilidade, as avaliações de impacto do ciclo de vida do produto podem informar estratégias para equilibrar efetivamente a sustentabilidade com as vantagens tecnológicas da nuvem.

Etapa 4: criar uma economia round

Infelizmente, grandes quantidades de lixo eletrônico acabam em aterros sanitários e contaminam o solo e as águas subterrâneas, colocando em risco sistemas de abastecimento de alimentos e fontes de água. O descarte adequado de produtos pode ser resolvido com a implementação de programas de reciclagem, ou com a possibilidade de os consumidores reciclarem seus produtos antigos. Ao adotar programas de devolução de produtos para ajudar os clientes a reciclar dispositivos de armazenamento de dados antigos, as empresas podem mitigar o risco associado ao manuseio de materiais perigosos e promover um relacionamento mais strong point com o cliente. Por exemplo, algumas empresas têm programas de reciclagem que permitem que os clientes enviem gratuitamente produtos antigos para a empresa ou os deixem em lojas de remessa locais para permitir um descarte fácil e ecológico, com programas bem-sucedidos desviando muitas toneladas de lixo dos aterros.

Etapa 5: eduque e responsabilize sua rede de fornecedores

Os relatórios anuais de sustentabilidade também apresentam uma oportunidade de ser transparente sobre o progresso da sustentabilidade de sua empresa, o que promove a prestação de contas (“o que é medido…”). As cadeias de suprimentos modernas podem ser complexas e substanciais, e uma estratégia de sustentabilidade focada apenas nas operações internas pode perder impactos upstream muito significativos. É por isso que o envolvimento do fornecedor em questões de sustentabilidade é essential para um programa de sustentabilidade eficaz. Oferecer programas de e-learning que ofereçam treinamento sobre práticas de negócios sustentáveis ​​— em coordenação com organizações como a Accountable Trade Alliance, por exemplo — e a participação em iniciativas conjuntas de sustentabilidade podem fortalecer relacionamentos e ampliar o progresso da sustentabilidade ao mesmo pace.

Olhando para frente

As conexões entre armazenamento de dados, lixo eletrônico e emissões continuarão a impactar o mercado à medida que os reguladores voltam cada vez mais sua atenção para as pegadas ambientais corporativas. A América corporativa está em um ponto de inflexão em que as empresas devem estar atentas à maneira como fazem negócios ou correm o risco de ventos contrários de longo prazo. Portanto, à medida que as empresas contemplam como fazer negócios em um mundo que exige mais dados, mais armazenamento e está gerando mais resíduos, devemos constantemente tornar a sustentabilidade uma prioridade na próxima grande revolução tecnológica. Porque o metaverso pode ser digital, mas se não encontrarmos maneiras de reduzir nossas pegadas coletivas, seus impactos ambientais podem ser muito reais.

Joshua Parker é diretor sênior de sustentabilidade corporativa e conselheiro geral assistente da Western Virtual.

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Fonte da Notícia

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Osmar Queiroz

Osmar é um editor especializado em tecnologia, com anos de experiência em comunicação digital e produção de conteúdo voltado para inovação, ciência e tecnologia.

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