TECNOLOGIA

Por que um botão de edição para o Twitter não é tão simples quanto parece

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A maioria das pessoas que america o Twitter já teve a experiência: você dispara um tweet rápido, percebe que contém um erro de digitação e fica irritado por não poder clicar em “editar” para corrigi-lo. Os usuários do Twitter clamam por um botão de edição há anos.

Elon Musk, que recentemente comprou ações na plataforma de microblog e fez uma oferta de US$ 48 bilhões (aproximadamente Rs. 3.67.080 crore) para toda a empresa, perguntou a seus 82 milhões de seguidores se eles queriam um botão de edição. Sua pesquisa (profundamente não científica) atraiu 4,4 milhões de respostas, com 73% a desire.

Outras plataformas de mídia social permitem que você edite postagens depois de enviá-las. Parece que seria um recurso simples de adicionar – então por que não Twitter faça isso? Bem, a hora pode finalmente ter chegado. Independente da pesquisa de Musk, o Twitter confirmou que um botão de edição pode estar em andamento. Usuários empreendedores até descobriram algumas dicas de como pode ser.

Então, qual é o alarido? Por que o Twitter se opôs tanto a um botão de edição? A resposta pode ser que não é tão simples quanto parece.

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A primeira coisa a saber sobre os tweets é que, diferentemente das postagens em muitas outras plataformas, fundamentalmente não há como o Twitter recuperá-los depois de serem enviados. A razão é que o Twitter tem o que é chamado de Utility Programming Interface (ou API) que permite que terceiros, como outros aplicativos ou pesquisadores, baixem tweets em pace actual.

É isso que potencializa os clientes do Twitter, como TweetDeck, TweetBot, Twitteriffic e Echofon, que juntos somam cerca de 6 milhões de usuários.

Depois que terceiros baixam os tweets, não há como o Twitter recuperá-los ou editá-los. É um pouco como um electronic mail – uma vez que ecu o enviei e você o baixou, não há como excluí-lo da sua máquina.

Se um usuário editar um tweet, o máximo que o Twitter pode fazer é enviar uma mensagem dizendo “por desire, edite este tweet” – mas o terceiro pode escolher se quer ou não fazê-lo. (Isso é o que acontece atualmente quando os tweets são “excluídos”.) Gatos e cachorros Mais importante, um botão de edição pode ter consequências não intencionais e pode ser usado como arma.

Considere isto. European, um amante de gatos, decido twittar “European amo gatos!” Então você, sendo também um amante de gatos (por que não seria), come to a decision citar meu tweet, concordando “ecu também!” (Lembra quando o Twitter costumava ser tão inocente?) Agora, o que acontece se ecu editar meu tweet unique para declarar “European amo cachorros”? Você agora está sendo deturpado como um amante de cães, e quando seus amigos amantes de gatos virem isso (o que eles verão quando ecu responder ao seu tweet, mencionando todos eles), eles o repudiarão.

Sim, isso é synthetic, mas não é preciso muita imaginação para ver como o botão de edição pode ser usado dessa maneira, principalmente por coisas como exércitos de bots. Os usuários do Twitter ficarão felizes em trocar essa possibilidade pela conveniência de corrigir erros de digitação em seus tweets? ‘Verrugas e tudo’: um computer virus ou um recurso? O Twitter construiu sua reputação de ser a mais “em pace actual” das plataformas de mídia social – o lugar onde os terremotos são relatados mais rapidamente do que por instrumentos científicos. No entanto, para muitas pessoas, a natureza “verrugas e tudo” das postagens no Twitter está começando a parecer um computer virus, em vez de um recurso.

Um botão de edição mudará a marca exclusiva do Twitter? Pode haver maneiras de melhorar isso, como permitir apenas edições em um curto período de pace após a postagem, mas certamente é uma consideração para a empresa.

De maneira mais geral, o design das plataformas de mídia molda o tipo de discussão que ocorre nelas.

A presença dos botões “curtir” e “retweet” no Twitter incentiva os usuários a criar conteúdo que atraia outras pessoas a clicarem nesses botões e faça com que seu conteúdo se espalhe ainda mais. Isso, por sua vez, molda a natureza da conversa que ocorre na plataforma.

Da mesma forma, os websites usam algoritmos e design para “empurrar” os usuários em direções específicas – como comprar um produto.

Há um rico corpo de pesquisa sobre as formas como o discurso é moldado pelo design das plataformas de mídia social, que estabelece que cada “affordance” que um usuário recebe afeta a conversa que acaba ocorrendo.

Isso significa que, além dos desafios tecnológicos fundamentais, o Twitter deve pensar nas possíveis consequências não intencionais de mudanças aparentemente simples – até o nível de um simples botão de edição. O meio molda a mensagem, e o Twitter deve pensar cuidadosamente sobre que tipos de mensagens eles querem que sua plataforma molde.


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Fonte da Notícia

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Osmar Queiroz

Osmar é um editor especializado em tecnologia, com anos de experiência em comunicação digital e produção de conteúdo voltado para inovação, ciência e tecnologia.

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