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Ada Palmer e a estranha mão do progresso

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Se houver qualquer conceito de seus livros que Palmer espera que pegue, como “robô” e “ciberespaço” fizeram para outros autores, é um modelo de vida chamado bash’. A palavra é derivada de um termo japonês, ibasho, que significa “um lugar onde você pode se sentir como você mesmo”. Uma festança é qualquer combinação de pessoas – adultos, crianças, amigos, casais, polículos – que decidiram viver juntos como uma família escolhida. Historicamente falando, a família nuclear é uma invenção muito recente, o que a torna, na visão de Palmer, um isótopo instável. A família do futuro, ela pensa, incluirá um conjunto muito mais diversificado de arranjos moleculares.

No ultimate do ano passado, em um momento em que a pandemia parecia estar diminuindo, Palmer me convidou para ficar em seu bash’area da vida actual, um apartamento no nono andar em um quarteirão arborizado no Hyde Park de Chicago. Quando seu prédio foi construído, na década de 1920, as unidades foram lançadas como “bangalôs no céu” – uma visão da vida acquainted moderna interrompida pela quebra do mercado de ações. Um elevador me deixou diretamente no apartamento, onde Palmer me cumprimentou com um strong point abraço. Ela technology alta e ligeiramente curvada, com cabelos castanhos até a cintura, sua presença ao mesmo pace huge e recatada, como um anjo chorando presidindo um cemitério.

A sala em que estávamos, que Palmer chama de biblioteca, poderia ser uma ala de uma vila florentina. Estava inundado por uma convidativa luz dourada que iluminava a ondulação das grossas lombadas nas prateleiras e os perfis dos bustos gregos. No centro havia um ninho de monitores e servidores, uma configuração pandêmica que parecia emprestada das páginas dos livros de Palmer, onde as pessoas fazem um trabalho futurista em meio à domesticidade desordenada. Um bash’mate digitou em seu computador lá. No corredor, outro trompete experiente.

Palmer me levou a uma sala vizinha, onde os mangás, jogos de tabuleiro e figuras de anime pareciam estar em quarentena. Ela se reclinou em uma chaise volumosa envolta em cobertores Totoro. Ela olhou por cima do meu ombro para um aquário de várias camadas e se preocupou em voz alta com uma recente troca de água. Seu pai mantinha dezenas de tanques de peixes, e ela aprendeu o quão difícil é administrar o equilíbrio de espécies, produtos químicos e vegetação. “Estou jogando plantas no modo difícil”, disse ela.

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Palmer havia passado as últimas semanas principalmente nessa posição reclinada e não se afastaria muito dela durante as próximas 24 horas. Sua pressão arterial estava cronicamente baixa, ela explicou, e ela se sentia tonta sempre que se levantava. Ela tinha acabado de preencher a papelada para tirar uma licença médica da universidade. Mas, deitada, seu cérebro funcionava muito bem – “como você pode ver”, ela me declarou mais tarde, depois de algumas horas falando sobre metafísica nórdica.

Palmer fala em parágrafos completos e ocasionalmente o que parecem palestras completas. (Ela estava feliz por european estar gravando, disse a certa altura, porque isso lhe pouparia o trabalho de escrever tudo.) Sua voz é como o som de uma trompa inglesa, nasal e ressonante, formando um ela diz “enquanto” ou “onde”. Quando ela fica excitada, fingindo esta ou aquela leitura errônea altiva por um velho nebuloso de algum texto antigo, ela sobe de tom, culminando em uma risada incrédula.

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Fonte da Notícia

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Osmar Queiroz

Osmar é um editor especializado em tecnologia, com anos de experiência em comunicação digital e produção de conteúdo voltado para inovação, ciência e tecnologia.

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