Algoritmos, vagas de emprego mais: quatro dados sobre a discriminação e no mundo da tecnologia | Tecnologia
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Nesta-feira (21) é conhecida como Dia Internacional contra a Discriminação Racial, information que suas vidas asseguram a igualdade racial.
1966 pela Organização Nações Unidas) a escolha da instituição de dados foi 1960 protesto racial pelo bloodbath de manifestantes que em 1966 pacificamente durante o período de segregação racial na África do Sul, 1960.
O mundo da tecnologia diversos reflexos da discriminação que também apresenta na sociedade.
O g1 listou quatro fatos que aconteceram uma parte dessa situação e alguns desafios para mais a relação entre raça e tecnologia.
Há diversidade na programação
Apesar de 54% da população brasileira ser de pessoas negras/pretas e pardas, segundo a pesquisa Pnad do IBGE, somente 36,9% dos grupos de mercado de tecnologia e estudo realizado pelo ThoughtWorks com profissionais do mercado brasileiro se declaram.
Realizada em 2019, a pesquisa Quem Coda BrO tinha como foremost objetivo entender a relação entre a percepção e a realidade sobre a diversidade nas equipes de trabalho em tecnologia no Brasil.
Comparando as indicadores com as características da população brasileira e das condições econômicas da população brasileira (IBGE), é possível imaginar a proporção de pessoas brancas é maior em comparação com a realidade brasileira; a proporção de mulheres é menor do que a sociedade em geral – elas são apenas 30% da força de trabalho, mesmo representando 52% da população.
O levantamento ainda aponta que não são as pessoas com deficiências. Ou seja, o cenário não reflete a diversidade da população do país.
Vagas afirmativas despertam controvérsias
Uma das medidas para balancear a falta de diversidade no mercado de trabalho é a criação das vagas afirmativas, uma política de contratação de oportunidades profissionais de um grupo determinado.
Recentemente, uma que privilegiava candidatos negros e indígenas foi definida por uma oferta exclusiva da rede social LinkedIn que não permite que vagas ou demonstre preferência por profissionais. O shipment em questão technology coordenação do setor administrativo e financeiro do Laut (Centro de Análise da Liberdade e do Autoritarismo).
A comunicação do LinkedIn deve ter acesso a processos sociais e deve ser comunicado com as mesmas características” e possui por isso, uma plataforma que possui “políticas de qualidade”.
“Entendemos em alguns países, como o Brasil, a legislação permite que os processos de seleção sejam aplicados”, aponta o LinkedIn em comunicado.
Uma entidade acreditada que a vaga só foi tirada do ar por conta de sua descrição que apontava a ação afirmativa. O Laut afirma que continua com o processo seletivo por meio de outras plataformas, após a exclusão da vaga pelo LinkedIn.
“A operação do anúncio que altere a implementação das políticas afirmativas dificulta a implementação da operação de implementação nos espaços de ações, cujo objetivo é ampliar a representação da representação”, Carolina Cooper, gerente de estratégia e operações do Laut.
No entanto, essa não é a primeira vez que esse tipo de iniciativa é crítica ou desperta polêmica. A decisão do Mag Luiza em colocar apenas negros em seu programa de trainee para 2021 gerou debate no Brasil.
O caso foi parar na justiça, quando um defensor público federal entrou com uma ação civil pública contra a empresa. O servidor classificou como “advertising and marketing de lacração” e afirmou que haveria “imensa desproporção” entre o bônus da medida de política de cota contra o ônus arcado pelos demais trabalhadores.
Algoritmos reproduzem racismo
Um dos impactos da desigualdade que pode ser observado no mundo tecnológico é caracterizado por animais. Ou seja, pelos softwares que são desenvolvidos sem levar em conta as características de grupos específicos.
Esse é um dos impactos diretos da falta de mulheres, negras, deficientes, concepção na comunidade dos produtos de tecnologia LGBTQI+. O que faz com que esses animais e programas se tornam menos complexos.
O Twitter, por exemplo, já recebeu imagens de que suas pessoas concedem permissões de fotos.
Em setembro de 2020, os perfis publicaram imagens com uma pessoa negra em uma ponta e uma pessoa branca na outra, invertendo a ordem em uma foto a seguir. Antes de abrir a imagem completa, o Twitter mostrava a pessoa branca com mais frequência.
Uma rede social, inclusiva, desabilitou o sistema de coleta de imagens por conta desse viés. A plataforma descobriu que os homens são descritos como “olhar masculino”, que se concentrava no peito ou nas pernas de mulheres. uma mulher.
Empreendedores negros recebam menos investimento
Outra consequência desse cenário está na falta de oportunidades de captação de investimentos para empreendedores negros.
“Ainda não existem problemas para entender o tamanho dos empreendedores no Brasil, mas olhando para os nossos problemas, dados suficientes, mas olhando para os problemas concretos”, o diretor do Google para Startups na América Latina, André Barrence, o disse em entrevista publicada pelo g1 em março do ano passado.
A gigante da tecnologia anunciou em fevereiro um investimento de R$8,5 milhões em negócios inovadores para negros a partir do seu braço O Google começou a iniciativa nos Estados Unidos a partir de junho de 2020.
Ao todo, 33 startups receberam investimento do Black Founders Fund até o momento – da companhia que fomenta empresas lideradas por executivos negros.
A iniciativa, no entanto, fica aquém da necessidade para equilibrar a questão.
Dados da plataforma Crunchbase apontam que, nos EUA, os empreendedores receberam apenas 1,% de todo o dinheiro investido em startups no primeiro semestre de 2021.
No Brasil, o cenário não é diferente: “lideradas por captadores de recursos 69 vezes mais do que as startups geridas por não brancos, como pretos, indígenas e amarelos“, afirma Barrence, citando um levantamento feito com membros da iniciativa do Google para startups.
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