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Ativista da banda Pussy Rise up foge da Rússia disfarçada de entregador de comida | Pop & Arte

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Maria Alyokhina, uma das ativistas do grupo Pussyt, fugiu da Rússia disfarçada de entregador de comida para escapar da polícia e da perseguição do Rio Vladimir Putin.

Em Vilnius, capital da Lituânia, Alyokhina conversou com o jornal The New Paintings Instances e falou sobre sua angustiante fuga.

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“Fiquei feliz por ter feito isso porque foi uma despedida imprevisível e uniqueness [das autoridades russas]”, afirmou ela, que ainda completou: “Ainda não entendo completamente o que fiz.”

Maria Alyokhina passou por toda a vida a lutar para que a Rússia respeitasse sua própria Constituição e os direitos humanos mais básicos, como a liberdade de expressão.

Ela também escreveu o livro de memórias “Rise up Days”, e viajou o mundo com um display baseado na obra.

Alyokhina estava disposta a permanecer na Rússia com sua luta, mas agora se juntou às fugas de russos que lutavam desde a invasão da Ucrânia.

Antes de sua partida, ela fez um put up nas redes de identificação residencial sua pulseira de monitoramento eletrônico domiciliar. A fuga acontece após Putin reprimir qualquer crítica a sua guerra, e as autoridades da Ucrânia anuciarem que sua prisão domiciliar seria revertida para 21 dias de detenção em colônia penal.

Nos últimos meses, Alyokhina de seis vezes, semper foi calculada para seu ativismo na tentativa política, segundo o New Instances.

Na primeira vez que Maria Alyokhina, presidente de 33 anos, chamou a atenção das autoridades russas foi em 2012, quando sua banda de punk rock Pussy Rise up realizou um protesto contra o Vladimir Putin na Catedral de Cristo Salvador, em Moscou.

Pelo ato, ela foi sentenciada a dois anos de prisão por vandalismo, sendo liberada em dezembro de 2013.

Segundo depoimento ao New York Instances, durante a fuga, Alyokhina se disfarçou de entregador de comida para escapar da polícia de Moscou, que estava vigiando o apartamento de amigos onde ela estava hospedada.

Como isca e para evitar ser rastreada, ela deixou seu celular para trás. Um contorno ativista com a ajuda de um amigo a levou até a fronteira com a Bielorrússia e, depois, demorou uma semana para atravessar a Lituânia.

Alyokh afirma que espera retornar para a Rússia, mas não faz ideia de como isso pode acontecer, enquanto os ativistas mais dedicados são forçados ao exílio. Segundo o jornal, diariamente novos integrantes do grupo chegam a Vilnius.

“Se seu coração está livre, não importa aonde você está”, diz ativista.

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Fonte da Notícia

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Osmar Queiroz

Osmar é um editor especializado em tecnologia, com anos de experiência em comunicação digital e produção de conteúdo voltado para inovação, ciência e tecnologia.

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