Baterista Mário Negrão Borgonovi festeja 50 anos de música com o álbum ‘Xeque mate’ | Weblog do Mauro Ferreira
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♪ Baterista, percussionista e compositor paulista, nascido em Campinas (SP) em 1945, Mário Negrão Borgonovi se formou em engenharia, mas, seduzido pelo jazz, decidiu tornar-se músico, tocando na noite da cidade do Rio de Janeiro (RJ) e estagiando em 1972 na Orquestra Sinfônica Brasileira.
Para o artista, o álbum Xeque mate simboliza uma celebração de 50 anos de dedicação profissional à música, período em que tocou em discotecas e mostra de grandes nomes da MPB.
Primeiro álbum do baterista desde Madeira em pé (1980), disco lançado há 42 anos quando o músico ainda se apresentava como Mário Negrão, Xeque mate alinha nove temas de autoria de Borgonovi.
Os maestros Cristovão Bastos, Dom Salvador, Gilson Peranzzetta e Ugo Marotta se revezaram nas criações dos arranjos do disco editado pela gravadora Kuarup em CD e em edição virtual.
Capa do álbum ‘Xeque mate’, de Mário Negrão Borgonovi — Foto: Jeanne Duarte
O álbum Xeque mate forma ganhou em três sessões de estúdio situado na cidade fluminense de Araras (RJ).
Na primeira sessão, Borgonovi registrado Fogo de palha, Samba livre e Sinuca de bico com arranjos de Peranzzetta.
Na segunda sessão, o baterista grave Agulha no palheiro, Maria sem vergonha ea música-título Xeque mate com arranjos de Cristovão Bastos.
Na terceira, o músico grave Café do Dom – com arranjo criado pelo pianista Dom Salvador em Nova York (EUA) – além de Bitola da Mogiana e Fragrance baratotemas orquestrados por Ugo Marotta.
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