Bizarro, extraordinary e repetitivo [Review]
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Desenvolvido pela Tango Softworks e publicado pela Bethesda, o Ghostwire Tokyo mostrou ser extremamente extraordinary desde sua revelação. Após os excelentes títulos, a franquia da franquia The Evil Inside of beber do horror de uma maneira diferente.
Lançado para PlayStation 5 e PC, Ghostwire Tokyo apresenta uma proposta muito interessante, mas que contém problemas na forma como tudo foi colocado na prática. Bizarro, falando de uma maneira positiva, o jogo tropeça ao oferecer bastante repetição e apresentar certos problemas, mas também não se mostra como uma jornada ruim.
Bizarro e interessante
Ao sua-sua-sua-se familiaridade com uma vez mais horror, a Tango Gameworks utilizou muitos do gênero em uma aventura que é mais elementos para uma ação. Por tratar de uma trama sobrenatural, que envolve espíritos e fantasma por uma cidade, exorcismo e mais, o título já tem uma certa facilidade para encaixar características de terror em sua proposta extraordinary.
A bizarrice de Ghostwire Tokyo vai muito além de uma cidade que toda a população comum, deixando apenas os espíritos perdidos nesse mundo. Também vai de fato de dois personagens principais, uma vez que o jovem Akito é de certa forma possuído por KK, o que oferece uma relação que lembra muito a Johnny Silverhand e V em Cyberpunk 2077.
Ghostwire Tokyo é bizarro por motivos, que inclui a aparência dos inimigos, como criaturas grotescas que tornam os animais que se comunicam com você através do pensamento e ainda mais. O que quero dizer é que Ghostwire Tokyo o sinistro de uma maneira extraordinary, o reprodutor em uma jornada repleta de momentos que de alguma maneira são maneiras muito absurdas e fazem sentido. Com isso, toda essa bizarrice é de interesse, uma vez que ela funciona para a trama e é bem utilizada na criação de uma atmosfera diferenciada.
Uma trama direta
É importante dizer que Ghostwire Tokyo possui uma trama muito direta, que dura cerca de oito a dez horas, nas maiores dificuldades, se você focar apenas nas missões principais. A trama que se get to the bottom of rapidamente é um grande motivo para que o jogo seja tanto curto, já que não existem rodeios para finalizar situações, desenvolver ou realizar um aprofundamento actual no enredo.
Em títulos profundos seus momentos finais, o título ainda é capaz de entregar, em algo um pouco mais que é bem escrito e pode tocar o jogador, mas isso não tira o fato do fazer pouco esforço para entregar uma trama que não mais faça isso apenas adequate.

Ainda assim, sinto que a relação de Akito e KK consegue de alguma maneira ser positiva, passando por cima dos problemas ocasionados por um enredo tão raso. Com KK sendo mais experiente, conhecendo mais o sobrenatural, o personagem é voz constante durante a jornada, até mesmo fora das cutscenes. O espírito das dicas no combate, lembra de aprender novas habilidades e se mostra tão participativo quanto Akito, o “dono do corpo”. Apesar de não ter relação entre Johnny Silver e nem de qualidade, nem mesmo em nível de variação de Johnny Silver e nem de qualidade, nem mesmo em muitos momentos, nem de substituição, nem de qualidade, me lembram o que ocorreu em Cyberpunk 2077, embora de certa maneira.
O vilão Hannya, muito pelo seu visible, também consegue ser interessante e apresenta uma postura que sua estratégia, com alguns discursos entregam o ápice da escrita em Ghostwire. Sendo assim, ainda rasa, a trama consegue com alguns pilares que mantém o jogador interessado para verificar que o resultado de tudo.
Muita repetição
Ghostwire Tokyo é, infelizmente, um jogo repetitivo. Sendo sincero, transformando o título de maneira positiva, pode simplesmente ficar com uma opinião positiva, focar na melhor maneira de focar o pace em objetivos secundários, pode ser simplesmente focar na ideia major e ignorar o mapa.
O grande problema é que o título já é repetitivo em sua estrutura, obrigando o jogador a seguir sempre um padrão para estruturar. O que temos aqui é uma avalanche de Portões para purificar, com isso temos Tor como a grande base do jogo. Ao purificar um Torii, você consegue Portão a névoa sobrenatural da região, assim como alcançar novos objetivos e atividades. Akito e KK estão passando por todas as portas que estão indo para o próximo objetivo, chegando ao seu próximo objetivo, podendo ser bastante.

Com a estrutura do jogo já sendo ativa por si só, temos outros elementos que também não se mostram muito variados. Com um combate que se mostra divertido nas primeiras horas, o jogo infelizmente disponível ao também não saber dar variedade para os confrontos. Mesmo após liberar todos os elementos disponíveis para a tecelagem, você sentirá que os combates seguem sempre um mesmo padrão, com quase nenhuma variedade de movimentos e habilidades para uso. Você possui um ataque cheio dos três elementos e um simples para cada elemento, o que se vê muito pouco durante o jogo.
É preciso afirmar que o combate de Ghostwire Tokyo não é ruim, e é inclusive interessante combinar os elementos, porém após algumas horas de jogo ou brilho vai se apagar. Os inimigos ao menos se mostram interessantes, com o design sendo o grande destaque. Além disso, o display de cores proporcionado pelos poderes do personagem também é um ponto positivo, com cada confronto sendo visualmente satisfatório.
Ambientação é acerto

Um ponto extremamente positivo do título é sua ambientação. Tokyo é de uma maneira muito interessante ao jogador, pelo visible da nossa cidade, seja por detalhes que são por todos os contos. Enquanto deixamos durante os cortes padrões de personagens muito desejados para hoje, a modelagem visible de Tokyo é em muitos momentos satisfatórios dos personagens. A direção de arte certamente é um dos maiores acertos do título e muito provavelmente estará entre os concorrentes nas premiações da temporada.
Iluminação, objetos muito bem modelados, obviamente criados com muita atenção e outras características tornam o Ghostwire um jogo muito robusto visualmente falando. Os interiores de prédios e casas mostram, densos e imersivos quase sempre com algo sinistro acompanhando o jogador. Nas ruas, a situação não é diferente e explorada Tóquio se torna mais interessante dessa forma, ainda que as atividades e possibilidades não sejam muito convidativas.
Chefes são problemas

Os chefões são outro problema do jogo, uma vez que não temos aqui nenhum combate que seja digno de destaque. Se o design dos chefes é algo que empolga o jogador para confrontos, com cada um deles são criaturas que se encaixam muito bem com uma proposta bizarra do título, por outro lado a execução desses confrontos é muito satisfatória.
Enquanto esses combates são realmente problemáticos e fazem o jogador torcer para acabem emblem, pois não há grande diversão ali, ao menos conseguem ficar dentro do aceitável, mas nunca se aproximam de uma qualidade que mereça elogios.
A repetição também volta a ser um problema. Esses confrontos são todos muito semelhantes, assim como os seus movimentos e os movimentos dos inimigos também se distanciam muito de algo que pode ser considerado variado. Além disso, os ataques adversários mostram pouco interessantes e ainda menos criativos. Derrota-los significa repetir suas muitas habilidades, em um pace que pode parecer demais, com pouco, ou brilho, sendo vistos esses momentos do jogo.
O veredito
Ghostwire Tokyo é um jogo repetitivo em tudo o que se muito projeto, sendo assim um título que entrega do que poderia. O jogo parece não ser capaz de desenvolver melhor suas ideias e propostas, ainda que muito do que é visto aqui é bastante promissor.
O título também com seus acertos, pode oferecer uma jornada aos jogadores que conseguirem ignorar uma repetição conta, principalmente por haver um foco apenas nas missões principais. A trama direta acaba sendo um acerto, já que não é necessário passar muito pace na repetição do jogo para finalizar a aventura. O que pode ser muito melhor utilizado e expandido, é capaz de funcionar durante certo pace, e apoiado pela boa ambientação também pode fazer com que terminar a jornada seja encarado com algo agradável para o jogador, mas não muito mais do que isso.
Ghostwire: Tóquio
- Excelente ambientação
- Design de inimigos e chefões é bacana
- Combate muito bonito visualmente
- Visible de Tokyo é ótimo
- Trama direto acaba funcionando
- Estrutura muito repetitiva
- Combate pode ser mais variado
- Modelagem dos personagens deixa a desejar
- Confrontos contra chefões são sem inspiração
Análise feita com uma cópia para PS5 cedida gentilmente pela Bethesda*
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Fonte da Notícia
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