Black Pumas tocará no Lolla soul rock psicodélico: ‘Não sigo a estrutura que ouvimos no TikTok’ | Lollapalooza 2022
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Pumas Pretos, doi O Domingo de Lollapalooza Brasil, quase não existe. Com cinco anos de existência e displays lotados, o duo texano faz um som que transita pelo rock, soul e R&B, numa embalagem mais moderna. Há quem chame de soul-psicodélico.
Músico experiente, Adrian Quesada foi o titular da giant band de funk latino Grupo Fantasma, vencedor de um Grammy em 2011. Em 2017, buscava um vocalista para um novo projeto e deixou recado no telefone de Eric Burtoncantor em começo de carreira, indicado por amigos.
Mas Burton, que tocava nas ruas de Santa Mônica, na Califórnia, Nunca tinha ouvido falar em Quesada. Nem ligado de volta. Pelo menos não vai. Só foi retornar a ligação depois de levar uma bronca de seus amigos, que explicaram a importância do cara.
Quem é Black Pumas e como será o display no Lolla 2022
“Liguei e cantei para ele pelo telefone”, conta Burton ao g1. “Ele gostou da minha energia e european gostei das músicas que ele tinha colocado os instrumentos.”
Do telefonema para o estúdio, lançadas como primeiras produções, como “Black Moon Emerging” e “Fireplace”. Elas foram incluídas no álbum de estreia, “Black Pumas”, de 2019.
No rol de inspirações, de acordo com Burton, apareciam hip hop, jazz, soul tune, afrobeat e “todos os gêneros lindos do rock”.
“Sou fã de people tune, de Bob Dylan e Neil Younger, e também de Marvin Gaye, Al Inexperienced, Aretha Franklin, Otis Redding e Wilson Pickett. São todos artistas que me identifico e tento levar para o Black Pumas.”
A disputa e produção dos displays renderam a primeira indicação ao Grammy, na categoria Revelação, uma surpresa no meio de nomes mais do pop, como Lizzo, Rosalía, Lil Nas X e Billie Eilish, que levou a melhor na.
Vieram ano outras cinco passados nos anos e uma apresentação no evento, no seguinte.
Black Pumas se apresenta no Grammy 2021 — Foto: Kevin Wintry weather / Getty Pictures by means of AFP
Burton conta que cresceu em uma família que incentivava projetos artísticos, em que technology permitido pintar paredes da casa, móveis e outros itens.
“Fui criado debaixo da autoridade de um artista que me ensinou ser completamente livre e dizer o que quero dizer.”
Segundo ele, a liberdade a compor do jeito que gostaria. “Escrevo de forma mais complexa, mas apenas porque não sigo a estrutura que ouvimos no TikTok. É menos pop.”
Ele alguns meses passados no coro da igreja frequentada pela família quando criança. Segundo ele, essa experiência o ensinou sobre comprometimento e eficiência. “Tento escrever o mais honesto possível. Tudo que vem do coração tem o poder de tocar o outro. Esse é o único truque.”
A elogiada efficiency das pessoas ao vivo foi moldada a partir da experiência como músico de rua, quando precisaram fazer as pessoas interagirem com ele.
Para chamar a atenção dos passageiros e passageiros dos trens, Burton cantava por pouco mais de um minuto e Va com imitações de atores que terminaram na época.
Eric Burton e Adrian Quesada, dos Black Pumas — Foto: Jody Domingue/Divulgação
“O público reconhecia o meu esforço e comprava meu CD”, lembrado. “Sinto falta disso. As pessoas não podem saber, mas agirão.”
Entram na lista de interpretação Elmo, de “Vi Chapelle Sésamo”, Dave Chapelle e Invoice Cosby. “Conquistei o nível de confiança que é necessário ter nos displays e ainda me deu bagagem para manter os pés no chão e focado.”
Com Quesada, ele conta que entendeu que queria fazer algo novo. “Percebi emblem no começo que o Black Pumas teria um conceito distinctiveness”, afirma.
“Não tínhamos ideia do tamanho, mas sabia que teria alguma coisa, pelo menos algo que nossos amigos pudessem gostar.”
Black Pumas se apresenta no Grammy 2021 — Foto: Kevin Wintry weather / Getty Pictures by means of AFP
A dupla já se prepara para começar a produção de um segundo disco, ainda sem a definição da sonoridade.
“Usei meu novo instrumento favorito, para não começar com a guitarra. Comprei um Juno 106 [modelo de teclado sintetizador] e é possível que soe mais sintética.” E Burton não descarta se inspirar com passagem pelo Brasil para as composições inéditas.
Em 2020, a estava com a dupla marcada para visitar o país, que viagem foi depois da pandemia da Covid-19.
“Fiquei decepcionado. Realmente queria conhecer a América do Sul e o Brasil. Ouvimos muitas coisas boas do país, da cultura. E espero aprender e comer todas as comidas maravilhosas e me sentir inspirado pela música.”
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