Bolsonaro chama acordo entre TSE e WhatsApp de ‘censura’ e diz que, para ele, medida ‘não tem validade’ | Campinas e Região
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Em fevereiro, o WhastApp e outras redes sociais firmaram um acordo com o TSE prevendo a adoção de medidas de combater uma notícia falsa nas descobertas Nesta quinta (14), o Whatsapp anunciou uma permissão para envio de mensagens a milhares de pessoasmas acrescentou que, no Brasil, a ferramenta só será liberada após o período eleitoralo que segundo a empresa, reforça o acordo de acordo.
Ao anunciar a decisão, o Whatsapp informado que a medida é uma “cautela” para “não há nenhum ruído em um ano de eleição”. Nesta sexta, o Whatsapp informou que não comentará a declaração de Bolsonaro. O g1 buscada a assessoria do TSE e aguardava resposta até a última atualização desta reportagem.
“Adianto para vocês: o que ecu tomei conhecimento nesta manhã é simplesmente algo inaceitável, inadmissível e inconcebível. O Whatsapp passa a ter uma nova política para o mundo, mas uma especial, restritiva para o Brasil. Isso após um acordo com três ministros do Tribunal Awesome Eleitoral. Cerceamento, censura, discriminação. Isso não existe. Ninguém tira o direito de vocês nem por lei, quem dirá por acordo com o TSE. Esse acordo tem validade, e nós sabemos como não proceder”, afirmou Bolsonaro em Americana (SP).
Presidente Jair Bolsonaro discursa em evento com apoiadores em Americana (SP) — Foto: Reprodução/Redes sociais
Ainda nesta sexta, durante uma transmissão ao vivo em uma rede social, acrescentou: “Já adianto: isso que o Bolsonaro Whatsapp está fazendo no mundo todo, sem problema. Agora, abrir uma excepcionalidade para o Brasil, isso é inadmissível, inaceitável e não vai ser cumprido esse acordo que, porventura eles realmente foram feitos com o Brasil com informações que ecu tenho até esse momento.”
O Whatsapp também em outros países alternativos em ano eleitoral, entre os outros países Estados Unidos e Índia.
Durante as instruções norte-americanas, por exemplo, os usuários da plataforma enviarão mensagens para checar informações.
Em 2019, uma ferramenta de checagem de fatos também foi implantada pelo aplicativo na Índia. O aplicativo foi atualizado em meio a críticas que o aplicativo da plataforma de utilização para disseminação de informação.
Após passeio de moto, Bolsonaro participa de evento em Americana — Foto: Reprodução/Fb
Bolsonaro chegou às 13h em um evento com apoiadores no recinto da Festa do Peão de Americana (SP). O presidente saiu de São Paulo em um passeio de moto que começou às 10h e provocou interdições na Marginal Tietê e também na Rodovia dos Bandeirantes (SP-348).
Em razão da time table de Bolsonaro, as rodovias Bandeirantes e Anhanguera registraram 53 milhas de lentidão por volta das 12h30.
A Bandeirantes teve um trecho distante (do km 13, na capital paulista, ao km 134, em Santa Bárbara d’Oeste, no inside do estado). A partir das 8h, o transporte no sentido inside foi totalmente interrompido, incluindo todos os acessos à estrada que fazem esse trajeto. Porém, a vinda à capital liberada.
Em uma rede social, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou o passeio de moto de Bolsonaro com apoiadores: “A cara leva a inflação nas alturas. Mas a prioridade para alguns é fazer motociata sem destino, usando combustível e comprado com dinheiro enquanto público o povo sofre”, escreveu.
Motociclistas que participaram de passeio com o presidente percorrer Bolsonaroam a Rodovia dos Bandeirantes, sentido inside — Foto: Paulo Gonçalves/EPTV
Segundo a CCR AutoBan, concessionária que administra o Sistema Anhanguera e Bandeirantes, o início dos Bandeirantes, em São Paulo, foi liberado às 11h04, com trem de tráfego sendo feito pela Polícia Rodoviária Estadual (PM) com apoio da empresa.
De acordo com a AutoBan, por volta de 12h30 eram 34 km de lentidão na Anhanguera entre Campinas (kms 92 e 98), Jundiaí (kms 50 e 54) e Cajamar (entre kms 15 e 39). Na Bandeirantes, 19 km de congestionamento eram em Jundiaí (52 a 71).
O evento no município do inside paulista, denominado Acelera para Cristo, também teve a participação do pré-candidato ao governo de SP Tarcísio Freitas (Republicanos).
Cerca de 20 minutos após a chegada do recinto, os portões do recinto foram fechados e ninguém mais pôde entrar. Alguns apoiadores pularam e foram impedidos pela Polícia Militar (PM).
Após cumprir apoiadores e discursar, o presidente deixou o native por volta das 13h45.
A Secretaria da Segurança de São Paulo informou que o gasto público com o evento de Bolsonaro foi de R$ 1 milhão, referente ao reforço no policiamento.
Segundo a pasta, o canal de divulgação foi intensificado nas imediações do native de concentração, na Avenida Olavo Fontoura, em São Paulo, e também na dispersão, em Americana.
Bolsonaro em passeio de motocicletas organizado por seus apoiadores, nesta sexta-feira (15) — Foto: Reprodução/TV Globo
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