TECNOLOGIA

Brasil recebe unidade de investigação dedicada a criptomoedas para agilizar investigações e despertar conscientização

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O Brasil está tomando medidas ativas para garantir que os crimes relacionados a criptomoedas no país sejam combatidos com precisão dedicada. O Ministério Público do Distrito Federal do Centro-Oeste do Brasil está por trás do lançamento desta unidade de investigação de criptomoedas. A ala recém-formada também contribuirá para impulsionar a educação e a conscientização em torno do setor de criptomoedas no país. O desenvolvimento ocorre em um momento em que a indústria de ativos digitais virtuais (VDA) está em expansão no país latino-americano.

O nome desta nova unidade de investigação é ‘Crypto’. A divisão envolverá membros do ministério público, judiciário e polícia para transmitir educação sobre ativos digitais.

“O melhor treinamento para um agente que lida com ativos digitais é interagir com o mercado. Sem prática, podemos oferecer as melhores ferramentas que, no ultimate, o agente não saberá o que fazer. Por isso, sempre focamos na interação dos agentes com o ecossistema, começando pelas exchanges e vendedores peer-to-peer”, disse Frederico Meinberg, coordenador da unidade, em comunicado. entrevista recente.

Até agosto de 2021, o Polícia Federal Brasileira havia cumprido mais de 30 mandados de busca e apreensão para coibir a lavagem de dinheiro by means of criptomoeda.

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De acordo com Meinberg, o processo para decifrar e investigar crimes criptográficos é mais complexo do que os tradicionais.

Não só as transações de criptomoedas não são rastreáveis, mas o setor também não está totalmente vinculado às leis e regulamentos de qualquer país.

O governo do Brasil está procurando proteger os investidores de criptomoedas contra riscos financeiros.

Esta unidade ‘Crypto’ recém-formada treinará seus membros em tecnologias blockchain para que estejam equipados para enfrentar qualquer situação prejudicial e mitigar os riscos associados.

De acordo com a empresa de pesquisa blockchain Triplo Acerca de 10 milhões de brasileiros possuíam criptomoedas em 2021.

Em maio, o Nubank, maior banco virtual do Brasil em valor de mercado, passou a oferecer Bitcoin e Ether para compra ou venda em sua plataforma. A decisão do Nubank foi impulsionada pelo número crescente de investidores em criptomoedas por lá.

Como parte de suas leis de criptomoedas, o Brasil está focando principalmente em estabelecer multas e punições relevantes para aqueles que fazem uso indevido de criptomoedas para atividades ilegais como lavagem de dinheiro, fraude e outros crimes de colarinho branco.


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Fonte da Notícia: gadgets360.com

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Osmar Queiroz

Osmar é um editor especializado em tecnologia, com anos de experiência em comunicação digital e produção de conteúdo voltado para inovação, ciência e tecnologia.

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