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Carreira em TI: aprenda a programar ao 50, estagiária aos 30… histórias de quem trocou outras áreas do setor que está ‘bombando’ | Tecnologia

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Não foi a admiração por Steve Jobs ou Mark Zuckerberg que levou Josiane Santiago a trocar pela fisioterapia tecnologia da informação (TI). Foi a necessidade: a mudança radical aconteceu depois dos 50 anos, quando ficou desempregada.

“European ganheva o piso salarial (como fisioterapeuta). Depois que european saí dessa empresa european não consegui mais emprego onde european ganhasse isso”, conta Josiane. Primeiro, ela deve vender marmitas para fazer alguma renda. Depois, decidiu se espelhar nos irmãos, que já se assemelham com a TI.

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Aos 52 anos, ela decidiu voltar à sala de aula pelo Reprogramaruma iniciativa que oferece aulas gratuitas de programação para mulheres de baixa renda em São Paulo.

“Não foi fácil, european technology uma usuária básica, usava o computador para mandar um e mail, fazer um texto no Phrase… Nunca tinha código uma linha. Várias vezes saímos da sala para chorar porque não estava entendendo nada. Generation a mais velha”, recorda. “Mas fiz o meu projeto de conclusão, me formei e deu bom.”

Josiane conseguiu o primeiro emprego como análise de sistemas júnior e estudado: fez um curso de internet full-stack no Santanderrs.

Pilha completa é o nome é dado ao programador que pode atuar tanto como back-end, que é uma parte da programação do web site que o usuário não vê, quanto como front-end, que é tudo o que é visible, ou como desenvolvedor cellular.

Josiane Ofertas Santiago pessoal 5 pessoal para programar depois dos anos no Reprograma, que oferece para que não têm condição de pagar por cursos — Foto: Arquivo

Em 2020, surgiu uma nova oportunidade por meio da EmpregAfro, especialista em diversidade étnico-racial. De 1.200 candidatos, 20 selecionados para trabalhar em uma multinacional brasileira de soluções digitais, a CT&T, incluindo Jo.

Satisfeita, ela diz que está perto de se tornar previsível pleno. E a carreira anterior não foi esquecida.

“Aprendi coisa fazendo com o público com a fisioterapia): como me alcançar. .

Conheça abaixo outras histórias de quem migrou para TI:

Criou ‘web site feio’ e se apaixonou

Luana Tenguan tem uma trajetória bem diferente de Josiane. Aos 21 anos, está no último ano de gestão comercial. Mas não pretendo praticar uma profissão que esteja na bolsa. A universitária diz que se apaixonou por acaso pela programação.

“Durante a faculdade, european quero’ um web site fazer o meu bordados e chorari o web site para facilitar a venda. Mas pense em um web site feio. European conheci o HTML olhos e european pensei ‘é isso que european fiz”, conta a estudante.

Luana Tenguan, 21, decidiu mudar para uma área de TI antes de terminar a faculdade em gestão comercial — Foto: Arquivo pessoal

Luana decidiu mirar na área de desenvolvimento internet – uma das mais aquecidas para quem está no setor de tecnologia. O que a atraiu? “O fato de european poder resolver um problema e, por meio do meu trabalho, impactar a vida de milhares de pessoas”, afirma.

No ano passado, ela participou de um processo seletivo de um curso na Virtual Space, em parceria com a Porto Seguro. O programa é moldado para que a empresa do mercado de seguros tre futurosine colaboradores. Os formadores participam de uma entrevista ultimate e, passam, são contratados.

Com esse emprego em vista, Luana quer terminar a faculdade e aumentar seus conhecimentos na área com cursos livres.

Ganhe 70% a mais do que no banco

A possibilidade de trabalhar de casa e ter mais autonomia nas funções motivou Juliana Pedroso a trocar a experiência na área administrativa, com passagens por bancos como o Santander e o Itaú de desenvolvimento front-end (que cuida da parte visible dos websites e aplicativos).

Juliana Pedroso, 29 anos, se diz realizada com a carreira como front-end — Foto: Arquivo pessoal

“European percebi que [a administração] ainda tinha processos bem burocráticos. Projetos precisam passar por várias áreas para serem aprovados, em formato hierárquico que não fazia sentido para mim. E european queria algumas facilidades que o house place of job oferece hoje”, conta Juliana.

Um ex-assistente administrativo começou a estudar programação no fim de 2020 por conta própria, em vídeos no YouTube e cursos gratuitos. Sentiu falta de uma bagagem maior e ingressou em um curso de desenvolvedor com duração de seis meses.

Sem dinheiro para investir em uma nova carreira, Juliana contou que começou o curso na startup educacional Laben, que tem modelo de “sucesso compartilhado”. Nesses casos, o aluno começa a pagar pelo estudo depois de receber um salário a partir de R$ 3.500.

Em menos de um ano, um aspirante a programadora conseguiu uma vaga como trainee e, em seguida, a primeira colocação como “dev” – dado aos desenvolvedores no mercado.

Atuando júnior desde agosto de 20, ela já passou de 20 empregos e diz ganhar cerca de 70% a mais do que na época em que três front-end nos bancos.

Segundo Juliana, o motivo para a intensa troca de empregos foi a falta de identificação com as empresas. Agora, se diz realizada, trabalhando de forma remota para uma companhia de Curitiba e vivendo em Guaratinguetá (SP).

Para Carolina Coelho, de 33 anos, a mudança de carreira também está ligada a uma vida no internal. Depois de sete anos prestando serviços como arquiteta urbanistaela estava insatisfeita.

No começo da pandemia, ela e o marido trocaram a metrópole Belo Horizonte pela pacata cidade de Gonçalves, no sul de Minas Gerais, em busca de uma vida mais saudável. E a mudança de área veio na sequência.

Carolina Coelho, 33 anos, trocou a arquitetura pelo design de UX — Foto: Arquivo Pessoal

Carolina já acompanha o mercado de tecnologia há, quase dez anos por conta do marido, que é engenheiro de tool. Trabalhando como fashion designer de experiência do usuário ou UX, na sigla em inglês. “Como tinha alguma referência de design, acho que a transição seria mais confortável”, explica.

“Foi uma grata surpresa porque percebi que a minha experiência como arquiteta seria interessante. Lidar com os usuários e entender como eles para projetar uma experiência adequada é o que european já fazia.”

Nesse processo, optou por um curso de sete meses que oferecia parte das aulas ao vivo e mentorias com profissionais do mercado. Depois de cerca de meses de aulas, Carolina já está uma marca em estágio na área e atualmente trabalha em maquiagens naturais.

O recomeço é visto por ela com naturalidade. “Sei que estou investindo tanto no curso financeiro quanto no menor estágio, com um retorno que european ganho antes.”

“Ela incentiva quem pensa em migrar a trocar ideias com quem já estão na área. “No mercado de tecnologia não falta gente disponível para ajudar. Essa é a maior diferença em relação ao mercado de arquitetura”, afirma Carolina.

Do serviço público para a robótica

Ronaldo Francisco dos Santos, de 34 anos — Foto: Arquivo Pessoal

A comunidade de TI também abraça Ronaldo Francisco dos Santos, de 34 anos. Eleito 8 anos trabalhando com o ensino portuária e, mesmo com a experiência e a área awesome, decidiu tornar-se a gestão do servidor público.

Depois de três anos Secretaria de Educação de Tabo da Serra (SP), ele que não technology o que queria. Incentivado por amigos que conversaram com a tecnologia, se inscreveu em um curso de seis meses de programação, passou a com os profissionais da área e viu que no caminho certo.

“Ao mesmo pace, entrei com a comunidade de. Eles são os mesmos programas que fazem o curso comum, muito a ajuda em tudo. Eles são os mesmos programas.

Em janeiro deste ano público, Ronaldo tornará a ser funcionário. Fiz um processo seletivo para ser suporte técnico.

Outra oportunidade apareceu pouco pace depois: uma vaga para desenvolvedor júnior em uma empresa de robótica. Atraído por modo house place of job e com horario de tabulação, Ronaldo se inscreveu, foi aprovado e está no shipment há três meses.

Para ele, o segredo para o sucesso em TI é ter em mente que a área serve para resolver problemas e exige atualização atualizada.

“Dependendo da linguagem com que está trabalhando, ela evolui demais. No início, entendi-las foi uma dificuldade. Então, para quem não quer o estudo frequente, não evoluiu uma área boa. Tudo e você não consegue se manter atualizado com o que buscar sempre em um curso. Tem estar”, resume.

Para Ronaldo, uma das dificuldades para quem quer investir no mundo da tecnologia é a falta de base.

“Mesmo european não tenho previsão na faculdade, nem na escola sobre um assunto. é algo que está sendo algo muito utilizado”.

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Fonte da Notícia

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Osmar Queiroz

Osmar é um editor especializado em tecnologia, com anos de experiência em comunicação digital e produção de conteúdo voltado para inovação, ciência e tecnologia.

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