GAMES

Cidade Negra dividida: Toni Garrido de instrumentos relacionados, disputa por nome e roubo | Música

Publicidade

[ad_1]

Enquanto cantavam sobre o pensamento positivo, a força da fé e a beleza do girassol, os temas bastidores do Cidade Negra eram muito mais nos passageiros.

Hoje, uma banda de reggae, formada pela dupla baixista Bino Fa e o vocalista Toni Garrido. Segundo eles, o grupo convive com o nome Cidade Negra com disputaz pelo uso desde 2014, desde o ex-batedor e roubo de equipamentos. Procurado pelo g1 por meio de seu empresário e de seu advogado, o músico não quis dar entrevista.

Publicidade

“Ecu não queria exportar essa sujeirada toda, porque o fã não merece”, explica Toni Garrido ao g1 (veja trechos da entrevista no vídeo acima). Segundo ele, o Cidade Negra vai seguir fazendo presentations e lançando músicas “assim que tiver a limpeza de espírito e de alma para continuar”. Os dois já com e gravaram cinco músicas novas

Veja relatos sobre bastidores de Cidade Negra nos últimos oito anos:

  • as ameaças de agressão?
  • Qual a aquisição de roubo de equipamento?
  • Como é a disputa judicial pelo nome Cidade Negra?
  • O que fazem os ex-integrantes hoje?
  • O que mais Toni e Bino falam dos ex-membros?

as ameaças de agressão?

Lazão, Toni Garrido e Bino Farias: a formação da Cidade Negra entre 2010 e 2022 — Foto: Divulgação/Website oficial

“Em 2014, 2015, começou uma série de violências, o Lazão começou a ficar violento, dentro do próprio grupo, com a gente. Então, um dia ele me deu um soco no olho que rasgou meu olho e saiu”, relata Toni .

“Um dia ele ele deu um jeitoco na cara do B Ele foi fazendo milhões de coisas. A banda, acompanhando aquilo tudo… e ele não vai fazer isso’Toni, você não vai fazer isso? louco, ele tá pirado’.”

Bino tem uma história em que também foi agredido por Lazão. Ele conta que levou um soco após um display no Bar Opinião, em Porto Alegre, em 2015. “Todo mundo foi passar o som e ele não foi passar… De repente o Lazão faz um comentário com o roadie dele no camarim que o som dele E o Toni simplesmente não estava comentando ‘Pô, Lazão, por isso que é importante sempre se passar o som’.”

E quando ecu fui tentar separar uma situação que já estava passando… foi uma agressão, o soco que ele deu na direção do Toni pegou na boca aqui, no nariz. Quando ecu olhado no espelho, tinha um espelho grandão dentro do camarim, e meu nariz saindo sangue.

Segundo Bino, a banda tinha display em uma cidade mineira no dia seguinte e todos continuaram juntos viajando de avião e depois de ônibus. “Cara, estava todo mundo passando mal. Foi uma coisa inacreditável”, conclui o baixista.

“Ele technology meu melhor amigo na banda, o cara que ecu mais tinha comunicação. O cara que ecu mais tinha carinho ali, de irmão, de proximidade”, lamenta o vocalista.

Qual a aquisição de roubo de equipamento?

Para Toni Garrido, a acusação de que Lazão roubou equipamentos da banda e vendeu é “a parte mais feia”. “Ecu não falei antes, porque é a parte mais horrível. Durante a pandemia, a ensaiava lá na casa do Lazão, porque ele é o baterista. Ele tem as coisas dele, tem um estúdio em casa.”

“Na pandemia, pedi para o nosso engenheiro de palco ir buscar meus equipamentos queridos. Primeiro, foi impedido de entrar durante um mês na casa. ‘Não! Porque você do Toni e do Bino, não vai entrar aqui não’.” Toni pergunta a Bino se a história é verdadeira, eo baixista confirma.

“Quando chegou um mês depois, ele falou: ‘Entra aí’. E não tinha nenhum instrumento. Ele faz: ‘Cadê os instrumentos, cara?’ A primeira desculpa foi que ‘sei lá, entra muita gente aqui’. ‘Insiste com ele, a gente precisa saber onde estão os instrumentos’. Uns dias depois: ‘o caseiro aqui da casa do lado, acho que esse cara roubado, levou, mas nem trabalha mais aqui’. Aí um dia, falando [pelo celular], ecu tenho a gravação… e ele fala exatamente o seguinte: ‘os instrumentos do Toni? aquelas guitarras? Tudo podre, tudo estragado, aquelas merdas todas? Quer sabre? Vendi, vendo tudo mesmo.’ Ecu tenho essa gravação e tem seis meses que isso aconteceu. Ele vendeu as minhas guitarras, meus equipamentos durante a pandemia.”

“Por que não vendeu as coisas dele? É o meu equipamento que ecu trabalhei, tem uma guitarra verde que ecu adoro, que ecu passei a vida inteira atrás de uma guitarra verde… e ele foi lá… viajei o mundo até conseguir aquela guitarra. Ele vendeu.”

Como é a disputa pelo nome Cidade Negra?

Capas de seis dos principais álbuns da Cidade Negra — Foto: Reprodução

Garrido está registrado como dono do nome Cidade Negra no Instituto Nacional da Propriedade Commercial. No INPI, consta apenas o nome dele, Antônio Bento da Silva Filho, mas o vocalista diz que vai criar uma empresa para que ele e Bino sejam donos da marca Cidade Negra.

Toni ficou na banda em 1994 e 2008. Ele foi substituído por Alexandre Massau, mas dois anos depois. Bino é o único exclusivo presente do começo até agora.

Dentre as 10 músicas mais ouvidas da banda no Spotify, todas são com Toni Garrido nos vocais. Entre os principais sucessos estão “Girassol”, “Onde você mora?”, “A estrada” e “Pensamento”.veja trechos de clipes no vídeo do topo).

O baixista diz que inventa o nome da banda (leia relato completo abaixo) e Toni registrou Cidade Negra em seu nome, após decisão em uma reunião na qual Lazão e Bino qual. O g1 ao advogado de Lazão, Ras Bernardo e Da Ghama se os ex-integrantes confirmam que Bino tem o nome criado. “Que traga como testemunhas e end up isso”, respondeu ele.

Segundo Garrido, foi escolhido por ser o único sem pendências a oferecer, os três funcionários anteriores. O pedido foi feito em dezembro de 2018 e concedido em novembro de 2019.

Em fevereiro de 2019, foi feito um pedido ao INPI para registrar a marca Cidade Negra em nome do guitarrista Da Ghama (Paulo Roberto da Rocha Gama). O pedido foi indeferido em janeiro de 2020 pelo INPI, pois a marca já estava registrada.

O que fazem os ex-integrantes hoje?

Ras Bernardo e Da Ghama, em display do projeto Originais Cidade em dezembro de 2018, em Brasília, antes de Lazão entrar no novo grupo — Foto: Divulgação/Fb oficial da banda/Ronald Jesus

Ex-integrantes da Cidade Negra, o baterista Lazão, o guitarrista Da Ghama e o vocalista Ras Bernardo seguem na ativa com outro projeto, chamado Originais Cidade.

Ras foi vocalista da Cidade Negra entre 1986 e 1994. Da Ghama tocou guitarra no grupo entre 1986 e 2008. Lazão ficou na banda de 1986 até 2022. O Originais foi criado em 2018 e está em turnê.

No começo deste mês, o perfil oficial da Cidade Negra, com 250 mil seguidores, ficou um pace fora do ar. Brand depois, o mesmo nome de perfil passou a fazer posts apenas sobre o projeto Originais Cidade. Diferentemente do perfil anterior, ele não é selecionado e tinha menos de mil seguidores.

Segundo o advogado do trio, Nehemias Gueiros Jr., ele e os três ex-membros buscam “uma reorganização da legalidade da situação”. “Toni tem vários atributos positivos, canta bem, boa efficiency de palco. Mas ele nunca foi nem será o dono da marca. O ato de registrá-la somente em seu nome foi desleal. Há uma ação na Justiça Federal contra o INPI” , diz o advogado ao g1.

O Cidade Negra na formação com Bino Farias, Toni Garrido e Lazão — Foto: Divulgação/Cidade Negra

Veja o relato de Bino sobre a criação do nome Cidade Negra, escolhido em 1988 pelos quatro integrantes do grupo (ele, Lazão, Da Ghama e Ras Bernardo):

O Nelson Meirelles, fundador d’O Rappa, foi produtor da banda Cidade Negraproduziu o primeiro e segundo discotecas. Mas antes disso a banda se chamava Lumiar. Na verdade, até o Lumiar começou como Novo Pace. Aír depois a se chamar Lumiar Aí um dia descobrimos que essa banda Lumiar tinha um ia tocar no Circo Voador e os caras eram registrados no INPI. Aí o Nelson deu a ideia de um ensaio na Baixada [Fluminense] de cada um nesse ensaio chegar com um nome de banda, né?

Aí Ras Bernardo chegou com um nome, Lazão chegou com um outro nome, Da Ghama chegou com um nome. Aí todo mundo falou os nomes na minha vez o Nelson falou “E aí Bino, você não teve nenhuma ideia, não, cara? E quatro horas da manhã desse mesmo dia ecu acordei na casa da minha mãe no 4to, que dormia ecu, Lauro [Faria, baixista d’O Rappa] e meu outro irmão, tá? E sonhei ecu sonhei com esse nome Cidade Negraquatro horas da manhã.

Aí ecu anotei num papelzinho o nome Cidade Negra. Aí chegando na minha ensaio quando o Nelson me perguntou vez do ensaio, ecu falei: ‘Pô, ecu tenho um nome aqui, mas não sei se vocês vão gostar não, cara… Cidade Negra‘. Caramba, todo mundo ficou parado assim, pô, Cidade Negramas por que Cidade Negra? ‘Pô cara, ecu sonhei com a população a população negra do Rio de Janeiro é na Baixada Fluminense’ Aí todo mundo na hora comprou essa ideia, a banda se amarrou no nome Cidade Negra.

O que mais Toni e Bino falam?

Toni Garrido, vocalista da Cidade Negra — Foto: Divulgação

Garrido e Bino dizem que, após sair da banda, Da Ghama teria ido até o escritório da editora das músicas da Cidade Negra com uma proposta. Segundo eles, o músico tentou pagar um profissional da gravadora Sony Track para que as músicas fossem escolhidas como singles.

Além de ganhar clipes, essas músicas de trabalho podem ser escolhidas para entrar nas trilhas de novelas. Desta forma, ele ganha mais dinheiro de direitos autorais. Assim como Lazão, Da Ghama não quis dar entrevista ao g1.

A dupla remanescente do remanescente também diz que Lazão de Negra se uma facilidade a pagar os cachês técnico de som que se ausentou para fazer a operação emergencial no coração. Lazão teria ainda pedido a Bino e Toni que eles a pandemia viveriam com a banda, durante.

O vocalista, porém diz que os produtores da reside sugerem fazer uma campanha com doação para pets. No fim, segundo ele, o dinheiro das doações seria desviado para a banda. Por isso, Bino e Toni não toparam. Depois, ainda de acordo com Toni, a ideia dos mesmos produtores technology uma reside com Cidade Negra e mais atrações do reggae, como Natiruts. A arrecadação seria toda do Cidade Negra, sem dar cache aos convidados. Toni e Bino não toparam.

Segundo Toni, ele já foi surpreendido com o envio errado de um áudio no WhatsApp 2017. O baterista queria um áudio apenas para Bino, xingando Toni, mas acabou mandando para o grupo com todos os empresários e empresários.

“Ele não sabia mexer direito no WhatsApp”, grava Toni. “Ele enviou e nesse áudio ele falou: ‘Ô Bino, olha só, presta atenção, o Toni não é e nem ninguém… os donos da banda sou ecu e você, o Toni entrou depois, ele não manda, ele não é nada. Vamos botar ele pra fora. Porque o mundo inteiro quer o Cidade Negra com Ras Bernardo’. Ecu estava on-line na hora. Na mesma hora, ecu peguei a ligação e falei: “Lazão, ecu recebi o recado. De qualquer maneira, muito obrigado”.

[ad_2]

Fonte da Notícia

Publicidade

Osmar Queiroz

Osmar é um editor especializado em tecnologia, com anos de experiência em comunicação digital e produção de conteúdo voltado para inovação, ciência e tecnologia.

Artigos relacionados

Botão Voltar ao topo
HexTec News