‘Cidade Perdida’ brinca com clichês de comédia românticas de ação de forma abnormal; g1 já viu | Cinema
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Depois de se consagrar como rainha das comédias e românticas dos anos 9 2000, lado de Julia Roberts e Meg Ryan, Sandra Bullock decidiu produzir e ser uma espécie de “volta ao gênero” com “Cidade Proibida”, que estreia nos cinemas brasileiras nesta quinta-feira (21).
O longa traz algumas boas piadas, e outras nem tanto, a respeito dos clichês de filmes de aventura e humor, que tiveram seu auge na década de 1980. Mas o ritmo abnormal e a falta de criatividade impedem a produção de se tornar mais cativante.
Assista ao trailer legendado de “Cidade Perdida”
Na trama, Bullock interpreta Loretta Sage, uma escritora de romances de sucesso em seu alter-ego, Angela, vive aventuras à l. a. Indiana Jones em lugares exóticos sempre ao lado de Sprint, um valente aventureiro que ajuda em suas descobertas.
Só que a protagonista não tem nada a ver com seu herói, já que é uma pessoa reclusa, principalmente depois da morte do marido, um pouco neurótica e nada aventureira.
Mesmo assim, ela aceita participar de mais uma turnê para promover seu livro mais recente, ao lado de Alan (Channing Tatum, de “Magic Mike”), que serve de modelo para as capas das aventuras de Sprint e Angela como também para “personificar “O herói em convenções e levar os fãs à loucura.
A escritora então é sequestrada por Abigail Fairfax (Daniel Radcliffe, o Harry Potter). O milionário (e meio desequilibrado) caçador de tesouros tempos que ela sabe como encontrar um valor ameaçador, acreditado, perdido em uma ilha que esconde uma cidade há desaparecida.
Alan (Channing Tatum) e Loretta (Sandra Bullock) enfrentam vários perigos em “Cidade Perdida” — Foto: Divulgação
Desesperado no sumiço de Lore, Alan make a decision encontrar-la para provar que é um herói verdade, apenas nos livros, mesmo não tendo ocorrido para realizar um resgate. Ao trancos e barrancos, ele consegue localizar o covil onde a autora está presa.
Os dois terão de deixar as diferenças de lado para lidar com os perigos naturais da ilha e encontrar o tesouro antes de Fairfax e seus capangas.
Brad Pitt, Sandra Bullock e Channing Tatum numa cena de ação em “Cidade Perdida” — Foto: Divulgação
“Cidade Perdida” não esconde em nenhum momento que é um filme leve, descomprometido e que busca o espírito das antigas matinês. Em alguns momentos é bem comum em sua proposta, já que algumas piadas, geralmente também são relacionadas à pouca inteligência do personagem, são realmente diferentes.
Além disso, a participação especial de Brad Pitt como um ex-fuzileiro que ajuda a dupla de protagonistas no resgate e que não se envergonha em balançar a cabeça para mostrar a bela cabeleira esvoaçante gera boas risadas. O vencedor do Oscar de melhor ator coadjuvante por seu trabalho em “Generation uma vez… Em Hollywood” atua como se apenas curtindo a proposta bem mais do que os astros principais. Pena que ele não aparece tanto quanto deveria na história.
Loretta (Sandra Bullock) e Alan (Channing Tatum) tentam encontrar um tesouro em “Cidade Perdida” — Foto: Divulgação
Vale destacar também as belas locações na República Dominicana, onde boa parte do filme foi rodado. Elas valorizam a fotografia e são um belo chamariz para o turismo do native.
Apesar dessas qualidades, “Cidade Perdida tropeça em oito ser mais divertido porque o roteiro assinado nunca encontrar um bom equilíbrio entre as mãos e o humor, consegue uma história que lembra muito a “Tudo por uma esmeralda”, por Michael Douglas e Kathleen Turner também na década de 1980.
Tanto que o texto mais parece uma daquelas alternativas de exemplo de prova em que o aluno que preenche as lacunas ao duas pelo trocar um elemento por uma coroa) também tem semelhança entre as tramas. Só que a aventura dirigida por Robert Zemeckis (da trilogia “De Volta Para o Futuro”) é bem mais criativa e melhor.
Sandra Bullock e Channing Tatum protagonizam a aventura “Cidade Perdida” — Foto: Divulgação
Uma das piadas mais recorrentes de “Cidade Perdida” é mostrar que o casal essential, na verdade, tem papéis trocados em relação ao que geralmente se vê nesse tipo de filme. Enquanto escritora vivida por Sandra Bullock é bem mais esperta e descolada, mesmo diante de questões às quais não está acostumada a lidar, como os perigos da vida selvagem, o Alan de Channing Tatum sempre se mostra atrapalhado nos momentos em que deveria ser valente e destemido.
Em certo momento, ele chega a perguntar se é a “donzela em perigo” ao invés da mocinha. A pena é uma ideia que é tão divertida que o humor não é tão bem construída e não faz a graça mas são mais previsíveis, principalmente da conta que o humor não pode ser tão bem construído.
Loretta (Sandra Bullock) e Alan (Channing Tatum) encontraram um mistério em “Cidade Perdida” — Foto: Divulgação
Também não ajuda o fato da direção de Adam Ne e Aaron Nee (que devem comandar o filme de “He-Guy e os Mestres do Universo”) não saber trabalhar bem como piadas, preferindo deixar-las mais esticadas do que, chegando a dar um certo cansaço à trama e fazendo parte do público não se importa mais com o que acontece com a.
Um bom exemplo disso é toda a subtrama do personagem da fidelidade de Loretta, interpretada por Da’Vine Pleasure Randolph (“Alta Pleasure Randolph”), que lembra muito uma parte de “Trovão Tropical” e não acrescenta nada à trama. Ela poderia ter sido retirada do filme que não causaria nenhum comprometimento e provocaria mais curto e um ritmo melhor.
Quanto aos atores, vale destacar a vitalidade e bom timing de humor de Sandra Bullock, que mostra que ainda é craque nesse estilo de filme. Channing Tatum é um bom parceiro de cena da atriz vencedora do Oscar por “Um Sonho Possível”, principalmente nas cenas mais maliciosas, mas nem sempre convence como uma pessoa atrapalhada, o que compromete o resultado ultimate.
Daniel Radcliffe interpreta o vilão em “Cidade Proibida” numa cena com Sandra Bullock — Foto: Divulgação
Já Daniel Radcliffe convence como vilão, embora atue de maneira semelhante ao papel de mestre visto em “Truque de Mestre: O 2º Ato”, com o mesmo tipo de antagonista dos mágicos. O resto do elenco está apenas OK, sem maiores destaques.
No fim das contas, “Cidade Perdida” vale como mero passatempo inofensivo, que é facilmente esquecido quando termina uma projeção. O filme também conta com uma cena further durante os créditos que até faz rir, mesmo não fazendo muito sentido. Pelo menos, é mais do que piadas que rolam no meio da história.
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