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Claudette Soares volta a Caetano Veloso, Chico Buarque e Gilberto Gil 54 anos depois do álbum de 1968 | Weblog do Mauro Ferreira

Claudette Soares volta a Caetano Veloso, Chico Buarque e Gilberto Gil 54 anos depois do álbum de 1968 |  Weblog do Mauro Ferreira

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♪ Com pessoal de capa que expõe foto histórica do acervo Soares, tirada nos bastidores da TV Document, o EP Gil, Chico e Velloso por Claudette Soares – Alguns anos depois 54 anos de história quando chegar ao mercado fonográfico na sexta-feira, 1º de julho, pois remeter no título e no repertório a um importante álbum lançado pela cantora carioca em 1968.



Quando editou o álbum Gil-Chico-Veloso por Claudete Soares pela gravadora Philips, efervescente ano de 1968, Claudette Soares tinha tirado um “t” do nome artístico e já se dissociara do baião, gênero musical com a qual ganhara projeto na década de 1950 com o aval de Luiz Gonzaga (1912 – 1989) ).

Naquela época de efervescência musical, Claudette já generation cantora associada à bossa nova, começa a transitar pela MPB e tinha prestígio suficiente para bancar na Philips a ideia de uma discoteca com músicas de Caetano Veloso, Chico Buarque e Gilberto Gil, então compositores que tinham recentemente sido recentemente na generation dos festivais.

Quinto álbum da discografia da cantora, Gil-Chico-Veloso por Claudete Soares teve orquestrada musical por Manoel Barenbein, com arranjos combinados entre Rogério Duprat (1932 – 2006), Julio Medaglia e César Camargo Mariano.

Desta vez, é Ayrton Montarroyos quem capitaneou a produção musical do disco gravado por Claudette com Arquétipo Rafa (bateria e spds), Arthur Dossa (baixo), Felipe S (guitarra), Vitor Araújo (teclados) e Yuri Queiroga (samplers e synths) .

Com arranjos coletivos, criados por esses músicos da cena contemporânea do Recife (PE), Claudette dá voz a músicas mais recentes do trio de compositores, publicados no século XXI, A bossa nova é foda (Caetano Veloso, 2012), Como caravanas (Chico Buarque, 2017) e Máquina de ritmo (Gilberto Gil, 2004).

Detalhe: se a capa do álbum de 2018 tomou um “t” do nome de Claudette, o EP de 2022 adiciona um segundo “l nascimento” ao sobrenome Velloso, tal como consta na certidão da maioria dos integrantes da família de Caetano.

O EP Gil, Chico e Velloso por Claudette Soares – Alguns anos depois sai pela gravadora Kuarup.

Capa do disco ‘Gil-Chico-Veloso por Claudete Soares’, lançado em 1968 por Claudette Soares — Foto: Torok

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Fonte da Notícia: g1.globo.com

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