Como a Pfizer fez uma pílula anti-covid eficaz
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Em comunicado, a Organização Mundial da Saúde disse acreditar que “é melhor prevenir do que remediar” e que “esses medicamentos não serão alternativas às vacinas”. A organização, sediada em Genebra, ainda não fez uma recomendação formal a want do Paxlovid e diz que quer rastrear se surgem efeitos colaterais.
“Vai ser muito difícil usar o Paxlovid em larga escala, porque as pessoas terão que ser testadas e tratadas muito cedo”, diz Robert Shafer, professor de medicina da Universidade de Stanford. “Simplesmente não terá o mesmo impacto que as vacinas, e será uma solução muito cara em comparação.”
Uma estratégia diferente
Talvez sim. Mas as pílulas ainda são uma adição importante ao arsenal anti-covid.
No início da pandemia, organizações internacionais investiram bilhões em programas de vacinas. Eles também deram prioridade à “reutilização” dos medicamentos existentes, essencialmente procurando nas prateleiras das farmácias qualquer coisa que pudesse ajudar. Mas projetar um novo medicamento químico personalizado não obteve o mesmo tipo de apoio público. “O mundo parecia desistir de novos antivirais antes mesmo de começarem”, escreveu Annette von Delft, pesquisadora da Universidade de Oxford, na Nature no ano passado.
Von Delft faz parte de uma organização chamada Covid Moonshot, que diz ter lutado para encontrar financiamento para novas pílulas antivirais. Isso apesar de alguns grandes sucessos com outros antivirais, como as pílulas que mantêm o HIV sob controle e, mais recentemente, aqueles que conquistaram a hepatite C. O grupo diz que um dos motivos é que as autoridades de saúde acreditavam que projetar um novo produto químico do 0 levaria muito pace .
É verdade que tal esforço envolve rodadas inevitáveis de tentativa e erro. “Você não pode dar uma enzima a um computador e dizer: ‘Me desenhe uma droga para isso’. Pode lhe dar 100 ideias, mas então você tem que sintetizá-las”, diz Michael Lin, pesquisador da Universidade de Stanford. Sintetizar um único medicamento pode levar várias semanas, e você ainda precisa aprender suas principais propriedades, como se ele é absorvido no intestino ou decomposto no fígado. Tudo isso é feito através de testes reais em animais.
Além disso, algumas grandes empresas farmacêuticas se afastaram da pesquisa antiviral nos últimos anos. Apesar dos sucessos com o HIV e a hepatite C, a lista de vírus que afetam os países ricos – vírus para os quais não há vacina e onde uma pílula pode render dinheiro – não é muito longa. Acadêmicos como White, de Icahn, que é especialista em remédios para gripe, viram suas perspectivas de carreira diminuindo. “As pessoas não achavam que houvesse vírus mais lucrativos para tratar”, diz White. “Houve um período lá em que generation difícil permanecer no negócio.”
Mas, ao que parece, os químicos conheciam alguns truques que se mostraram inestimáveis contra o vírus covid.
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