GAMES

Crítica Halo | Histórias pessoais e clichês são o foco da primeira temporada

Publicidade

[ad_1]

Quando se fala em adaptação de jogos, a discussão sobre fidelidade ou não sempre caminha ao lado das reações ao subject material lançado. Entre fãs discutindo se seria seguir a trama dos jogos, novos que chegaram pelo novo produto e se integraram melhor e seguidores únicos e exclusivamente dos produtos perfeitos aos jogos nos originais, a série de aréola fez questão de se posicionar desde o primeiro capítulo como seu próprio universo.

  • Os 15 melhores filmes realizados em jogos
  • 10 filmes horríveis em

Atenção: esta crítica contém spoilers de todos os episódios de Halo.

Um segredo bem guardado ao longo de mais de 20 de jogos, por exemplo, foi revelado capítulo no ultimate do primeiro do seriado anos, também para que a produção fincasse o pé sobre o que desejava apresentar. Quando Grasp Leader (Pablo Schrieber) pegou o capacete, em que se tornou uma trivialidade ao longo dos nove de novembro aréolatambém se inicia uma nova história, ainda que se baseia nos conceitos e elementos dos jogos.


Siga o Canaltech no Twitter e seja o primeiro a saber tudo o que acontece no mundo da tecnologia.

Publicidade

Não haveria nenhum problema com isso, não fosse o fato de a produção ser baseado em clichês e conflitos que não resistisse a um pouco de pensamento, apresentando desinteressantes e banalidades com que os poucos mistérios podem ter uma solução vista a dilema de distância. A própria cena em que Leader revela seu rosto é seguida por um momento que não faz o menor sentido e, da mesma forma que mostrou a que o seriado de aréola se propunha, também revelou sua abordagem do começo até o ultimate.

Mestre bobo

Temos, sim, uma história bastante acessível e que apresenta uma crescente, dando o espaço devido aos personagens mais interessantes e firmando a participação de cada um deles na trama. Grasp Leader, claro, é o mais explorador e tem seu enredo pessoal entremeado ao da UNSC, o governo unificado do que antes technology apenas a Terra, também, como ponto de questionamento.

Série de Halo tenta trazer uma versão mais humanizada de Grasp Leader, com o personagem de Pablo Schreiber (Orange is the New Black) seguindo jornada pessoal de descoberta (Imagem: Divulgação/Paramount+)

A saga de sofrimento de e, para a própria figura, perguntas sérias e sérias dilemas graves para a figura de Catherine Halsey (Mc 2014) e cheias de problemas sérios para a figura de Catherine Halsey (McNatas Natas), o dilema sério vem por todo o projeto dos Espanos. O fato de já terem visto uma raça diferente sobre a ética comum, experimentado antes de todos os termos visto uma raça, o que technology diferente.

A abordagem de Schriber ao personagem, dividida entre um novo mundo de sensações ao ser removido de um chip de controle pela UNSC, sem conseguir se livrar da disciplina que dava sentido à sua vida, chama a atenção. Ela, inclusive, rende alguns momentos interessantes de rebeldia contra sua criação, especialmente aquele em que ele america a Dra. Halsey para testar até que ponto está sob o controle da UNSC, em um dos momentos mais tensos de toda a série.

Por outro lado, também o acompanha uma obstinação burra que simplesmente não cola, principalmente diante de Makee (Charlie Murphy). A personagem humana, mas que está ao lado dos Covenant, surge como uma das ideias frescas e mais interessantes de toda a série de aréolaapenas para cair no mesmo caldeirão de chavões, tramas previsíveis e decisões sem que permeia os roteiros dos episódios.

Cortana (Jen Taylor) é testemunha ocular de um dos momentos mais constrangedores da série de Halo, solidificando um enredo que cria relações do nada e não se aprofunda na maioria dos conflitos que gera (Imagem: Divulgação/Paramount+)

A destruição é tamanha que, de elemento importante e carta fora do baralho, Makee deve acabar sendo lembrado como protagonista de um dos momentos mais constrangedores de toda a primeira temporada, ao lado de Grasp Leader. A tristeza de Cortana (Jen Taylor) sendo testemunha ocular de uma cena amorosa que surge do mais absoluto nada e leva um resultado ainda mais desgraçado é a mesma dos fãs, principalmente aqueles que conhecem os jogos e sabem onde tudo isso vai acabar.

A queda de Achieve, um dos momentos mais marcantes e mais importantes de aréola, é bem diferente na série e poderia carregar o mesmo peso, não fosse, como aqui, uma torrente de clichês que levou a ele. Entre traições óbvias, das quais Grasp Leader foi avisado até soldados de baixo escalão ou mais alto comando da UNSC, e decisões sem sentido, há uma tentativa de funcionamento de conflito pessoal ou devastador, mas ao contrário de outros elementos da série, ele simplesmente não aqui.

Linguiça espacial

A rebelde (Yerin Ha) se afasta, vez mais da trama central de Ha, se afastando ainda mais em que a série, aprofundado na medida ainda mais a considerar os personagens que podem ser divulgados (Imagem: Divulgação)

Ao lado de Grasp Leader, também estão outros personagens interessantes que dam mais cor às tramas centrais da série de aréola. A Espartana Kai-125 (Kate Kennedy), por exemplo, segue uma jornada de descoberta à semelhança do protagonista, mas não tão perto dos olhos da UNSC, enquanto os outros companheiros de esquadrão, Vannak-134 (Bentley Kalu) e Riz-028 (Natasha Culzac) começou a perceber que algo está errado, enquanto o chip de controle ainda exerce poder sobre suas ideias.

São os que chamam a atenção, mas novamente, perdem o espaço para as tramas maiores e mais previsíveis, principalmente para o que procura Kwan Ha (Yerin Ha), a última liberdade de uma linhagem do planeta Madrigal. A trama dela chega a ocupar um espaço inexplicável na série, se distanciando a cada momento do enredo central do seriado enquanto apresenta um ritmo arrastado e dos mais desinteressantes da produção.

A lentidão é tamanha que o display dedica um episódio do enredo do personagem, enquanto durante todo o fechamento da temporada que ele poderia ter sido estendido já no início da maior parte sem consequências. Um desperdício absoluto do personagem Soren (Bokeem Woodbine), também um Espartano que conseguiu escapar do domínio da UNSC e poderia dialogar diretamente com a saga de descobrimento de Grasp Leader e da podridão do governo unificado, mas acabando apenas como babá de Ha vetor de piadinhas sem graça nenhuma.

A busca pelo defensor, em Halo, guia toda a franquia franquia e também serve para mostrar a podridão interna da UNSC, principalmente na origem do projeto dos Espartanos, que deu origem a Grasp Leader e outros de elite (Imagem: Divulgação/Paramount+)

O mesmo bola desperdiçada também para Miranda Keyes (Olive Grey), personagem que mais despropositados e ultimate de toda a série, enquanto sendo jogada de um lado para o outro como uma de pinball. Mais elemento que poderia ser uma peça central em uma desconstrução dentro e é uma temporada perfeita da ideia que, talvez, seja aproveitada nas perspectivas.

A sensação geral permanece pela série de aréola é de termos um produto que pode ser interessante, e até com boas histórias para contar, mas que acaba optando pelo caminho mais fácil e bobo na maior pace. É um produto de entrada interessante para quem não conhece a saga e, também, livros suplementares, seus e materiais do enredo que trazem um foco no maior dos próprios títulos.

Passamos a ideia de uma adaptação desse tipo de acordo com a fidelidade ao produto e chegamos a um ponto em que a qualidade unique é menor aréola é, simplesmente, fraco. elementos que cremam a, enquanto outros cheios de outras tramas passarão de lado em prol da profundidade, mas não podem almejar lugar-comum de tantas produções de ficção científica que temos por aí.

Adaptação de Halo faz questão, desde o início, de se distanciar dos jogos, apresentando saga humanizada e boba, que apenas aproveitam os conceitos centrais dos títulos (Imagem: Divulgação/Paramount+)

A melhor forma de mostrar o que está sendo feita, o que está sendo mostrado no pace de entretenimento, o que está sendo demonstrado, o que é puro, uma vez que nunca sacramentada de mais do que isso. A mudança de showrunner para a segunda temporada, já confirmada, mas ainda sem dados para estrear, sabe, realiza mudanças na pegada do display, mas diante do sucesso estrondoso que ele fez, é difícil esperar de verdade por isso.

O episódio ultimate de aréola estreou nesta quinta-feira (19) exclusivamente não Paramount +, que agora conta com a primeira temporada completa. Os números foram fornecidos ao Canaltech pela Paramount.

Leia a matéria no Canaltech.

Tendência no Canaltech:

  • NASA fornece detalhes sobre a primeira missão tripulada a Marte
  • É FALSO que a Terra ficará “muito mais distante” do Sol! Entenda o que é afélio
  • Folhas de grafeno revelado que nosso universo pode ter um “irmão gêmeo”
  • IA consegue distinguir etnias a partir de raio-x e cientistas não sabem por quê
  • Astronauta fotografa ou eclipse lunar a partir da estação espacial; confira!



[ad_2]

Fonte da Notícia

Publicidade

Osmar Queiroz

Osmar é um editor especializado em tecnologia, com anos de experiência em comunicação digital e produção de conteúdo voltado para inovação, ciência e tecnologia.

Artigos relacionados

Botão Voltar ao topo
HexTec News