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De spinouts a angariação de fundos e fusões e aquisições, os fundadores precisam de termos de acordo transparentes – TechCrunch

De spinouts a angariação de fundos e fusões e aquisições, os fundadores precisam de termos de acordo transparentes – TechCrunch

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Com as rodadas de baixa se aproximando, os fundadores de startups têm muito menos alavancagem de negociação do que em 2021. Se forem novos no jogo de captação de recursos, o mercado em mudança exigirá uma aula acelerada sobre disposições de folhas de termos menos favoráveis, como preferências de liquidação. A informação pode ter sido esquecida durante o último ciclo, mas pelo menos está disponível, o que é menos o caso de spinouts universitários e fusões e aquisições. Vamos mergulhar. — Ana

As proteções aos investidores estão de volta

Quando se trata de captação de recursos para startups, há muito mais discussão aberta hoje em dia sobre os termos do negócio do que há 10 anos. Mas com os fundadores recebendo apenas algumas jogadas de moeda em suas vidas, em comparação com os vários negócios que VCs e advogados veem, é mais importante do que nunca que os empreendedores entendam o que estão assinando.

“Os termos do negócio parecem diferentes em uma recessão”, meu colega Rebecca Szkutak escreveu. Os advogados com quem ela conversou previram que certas cláusulas destinadas a proteger os investidores terão retorno – o que também ecoa o que estamos ouvindo através do videira. Entre as disposições a serem observadas estão as preferências de liquidação, pay-to-play e proteções antidiluição, incluindo a temida catraca completa.



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Fonte da Notícia: techcrunch.com

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