TECNOLOGIA

Eis por que é tão difícil parar as chamadas robóticas

Eis por que é tão difícil parar as chamadas robóticas

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Há um bom razão pela qual você ainda tem medo de atender o telefone quando um número desconhecido aparece.



Durante anos, o setor de telecomunicações vem tentando conter as chamadas robóticas, as frustrantes e potencialmente perigosas chamadas de unsolicited mail que tentam enganar quem atende o telefone. Mas mesmo após marcos significativos na defesa – incluindo a introdução de dois protocolos de telecomunicações que autenticam criptograficamente a origem das chamadas – você provavelmente ainda está recebendo chamadas com unsolicited mail que o deixam maluco. Apesar dos contratempos, porém, os pesquisadores dizem ter visto um progresso actual na redução de chamadas de unsolicited mail nos Estados Unidos, e há potencial para melhorias ainda maiores.

Na conferência RSA em San Francisco na semana passada, Josh Bercu, da associação comercial USTelecom, e Gary Warner, diretor de inteligência da empresa de segurança DarkTower, apresentaram descobertas sobre o progresso de robocalls e os name facilities ilegais de onde eles emanam, que estão predominantemente localizados em Índia. E eles se aprofundaram na realidade frustrante de que o problema está longe de ser resolvido.

“Acho que não está indo nada bem!” Warner diz à WIRED. “E as pessoas, compreensivelmente, se perguntam por que as operadoras não bloqueiam apenas chamadas de unsolicited mail. Mas se você é AT&T ou Verizon ou T-Cell ou quem quer que seja, não é sua competência decidir quais conversas as pessoas podem ter. Não acho que as pessoas queiram estar nesse estado de vigilância em que as operadoras estão em posição de decidir qual é uma conversa aceitável para os americanos”.

Isso não significa que as operadoras não tenham intensificado o bloqueio quando veem evidências suficientes de que uma chamada tem uma origem suspeita. Mas Bercu, da USTelecom, observa que decidir o quão ousado ser no bloqueio é uma questão delicada que cada empresa de telefonia lida de forma diferente.

“Como os provedores ficaram mais agressivos ao bloquear ou rotular chamadas suspeitas, eles correram mais riscos de bloquear ou rotular incorretamente uma chamada legítima”, diz ele. “Talvez tenha sido uma ligação do banco ou da farmácia. Há um equilíbrio delicado que os provedores precisam fazer, e alguns são mais agressivos do que outros.”

Bercu acrescenta também que diferentes operadoras trabalham com diferentes serviços de análise para identificar atividades de chamadas suspeitas. Isso pode criar situações em que, à medida que as tendências nas técnicas de robocalling evoluem e os spammers usam estratégias diferentes para devolver as chamadas em redes internacionais, alguns serviços de análise podem ser melhores em detectar determinados comportamentos do que outros.

Bercu também é diretor executivo do Business Traceback Team, uma entidade neutra sob a USTelecom designada pela Comissão Federal de Comunicações para promover o compartilhamento de inteligência para rastrear a origem de ligações ilegais e promover a colaboração entre operadoras. A ideia é observar como as chamadas robóticas contornam as defesas técnicas existentes, identificar redes onde essas proteções não foram totalmente implementadas e trabalhar com os provedores para adotar salvaguardas mais fortes.

Em última análise, porém, Warner, da DarkTower, diz que, assim como outras indústrias criminosas digitais, como unsolicited mail de email, comprometimento de email comercial e até ransomware, a chave para limitar o robocalling é dificultar a operação dos golpistas em todos os níveis de seus negócios. Isso significa dificultar o encaminhamento de suas chamadas, mas também mais difícil recrutar agentes de chamadas e comprar listas de leads – coleções selecionadas que afirmam conter os números de telefone de alvos como idosos ou pessoas com problemas médicos.

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Fonte da Notícia: www.stressed out.com

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