Emicida repisa passos da trajetória em EP com capa que expõe rapper no traço de Wagner Loud | Weblog do Mauro Ferreira
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Intitulada Emicidaa coletânea abre com Gueto (Emicida e Justi,2013), música usada pelo rapper com MC Guiê para o álbum O glorioso retorno de quem nunca esteve aqui (2013).
Na sequência, vem Triunfo (Emicida e Felipe Vassão, 2013), A chapa é quente (Emicida, Fred Ferreira, Kassin e Nave Beatz, 2017) – Faixa que une Emicida com o rapper Rael, também apresenta no registro de Levanta e anda (Emicida, Rael, Beatnick e Okay-Salaam, 2013) – e Eminência parda (Nave, Emicida, Jé Santiago e Papillon, 2019), fonograma que reverbera o canto de Dona Onete.
Com produção musical assinada por Emicida com Damien Seth, o EP Emicida fecha com Amar Elo (DJ Duh, Felipe Vassão e Emicida), música que embute o canto de Belchior (1946 – 2017) em Sujeito de sorte (Belchior, 1976), música cujo refrão é ouvido nas vozes de Majur e Pabllo Vittar.
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