Google critica projeto de lei contra pretend information: ‘pode facilitar a ação de pessoas que querem disseminar desinformação’ | Tecnologia
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Recentemente, o Google já havia assinado um comunicado semelhante, ao lado do Fb, Mercado Livre e Twitter. Na ocasião, as marcas afirmam que, do jeito que está, o projeto que pretende combater a disseminação de notícias falsas pode ameaçar a web livre no Brasil.
No comunicado de hoje, Coelho diz que o projeto exige uma divulgação de como os buscadores funcionam e que isso ajuda pessoas mal-intencionadas a descobrirem como “rankear” melhor na busca ou aumentar a circulação de vídeos de baixa qualidade no YouTube, por sistemas .
“Em vez de promover a transparência, o PL 2630 poderia dar aos agentes mal-incionados um mapa completo de quais foram utilizados para reduzir a circulação de conteúdo de baixa qualidade”, a carta divulgada pelo Google.
Outro ponto crítico pelo Google é a exigência de pagamento pelo “uso” de “conteúdo jornalístico” sem definir o que são esses termos.
A empresa criticou a falta de clareza do texto atual do projeto e afirma que seus efeitos práticos podem ser negados. Nos termos, a lei pode obrigar o atual Google a remunerar qualquer web site apenas por pequenos trechos de conteúdo nos resultados de suas buscas.
“Forçar o Google e outras ferramentas de busca a pagarem por exibir um conteúdo indexado em seus resultados de busca pode criar uma vantagem competitiva para os grandes grupos de mídia”, afirma a empresa.
Legislação pode prejudicar publicidade
A versão atual do projeto de lei também torna os serviços do Google menos úteis e seguros, afirma o comunicado divulgado pela marca. Outro ponto sensível para a companhia diz respeito à publicidade.
Um trecho de notícias falsas sugere que o uso combinado de dados pessoais seja proibido por empresas com PL ou de serviços de terceiros caso o explorador do mercado em que todos sejam.
Segundo o Google, “privacidade de dados e publicidade virtual não estão posicionados em lados opostos”. A empresa explica que oferece e ferramentas para pessoas como recursos que são determinados anúncios.
“No YouTube, por nós, introduzimos um exemplo de recurso, como usuários a empresa que permite reduzir a exibição de anúncios com conteúdo mais elaborado”, como afirma alcó um recurso.
Em dezembro, o grupo de trabalho da Câmara que discute o projeto de lei das pretend information (o parecer do deputado Orlando Silva). O texto poderá ser conduzido diretamente ao plenário em caso de urgência para a matéria seja aprovada.
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