TECNOLOGIA

Há boas razões pelas quais Elon quer o Twitter

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Comparado a outras empresas de mídia social, o Twitter é pequeno.

Por anos, investidores criticaram por não atingir todo o seu potencial. O Twitter não conseguiu adquirir bilhões de usuários como o Fb (que tem mais de 11 vezes mais usuários ativos diariamente) ou expandir um mega negócio de publicidade como o YouTube, de propriedade do Google (que tinha mais de cinco vezes mais receita que o Twitter no último trimestre).

Mas a oferta de US $ 43 bilhões de Elon Musk para comprar o Twitter na quinta-feira – se é viável ou não — mostra o quão importante e influente é a empresa, mesmo quando comparada a seus rivais muito maiores. Há uma boa razão pela qual Musk, a pessoa mais rica do mundo, já gastou cerca de US$ 3 bilhões para comprar a maior participação no Twitter e agora está gastando seu pace e esforço proclamando em voz alta que quer assumir inteiramente o controle da empresa. Mais uma vez, mesmo que Musk não esteja planejando cumprir o acordo, ele ainda está flexionando seu poder e influência para pressionar o Twitter a administrar seus negócios como ele deseja. A razão pela qual o Twitter é valioso para Musk é, em essência, a mesma razão pela qual é valioso para políticos como o ex-presidente Donald Trump, que durante anos pressionou para dizer o que quisesse na plataforma sem consequências, até que ele cruzou a linha tão longe que o Twitter ( e a maioria das outras plataformas sociais) o suspendeu permanentemente.

Por políticos, líderes empresariais, celebridades e jornalistas, o Twitter é uma plataforma basic para amplificar suas mensagens e controlar suas próprias narrativas. O foco de Musk no Twitter e seus esforços para influenciar como ele funciona e modera seus usuários ressaltam a importância da empresa para o discurso público – independentemente de quanto lucro ela tenha – e levanta questões sobre quem deve ser capaz de controlar uma empresa que detém tanto poder.

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Falando na conferência TED 2022 em Vancouver na quinta-feira, Musk foi questionado por que ele quer comprar o Twitter: “Meu strong point e intuitivo senso é que ter uma plataforma pública que seja o mais confiável possível e amplamente inclusiva é extremamente importante para o futuro da civilização”, disse Musk. “Mas ecu não me importo nem um pouco com a economia.”

Há boas razões para questionar as alegações de Musk de que ele quer assumir o Twitter em nome da defesa da liberdade de expressão e da civilização, como meu colega Whizy Kim escreveu. Mas também faz sentido que, para Musk, não seja realmente sobre o dinheiro que ele ganharia ou perderia nos resultados do Twitter. O interesse de Musk em possuir ou remodelar a empresa mostra o quão valiosa é a plataforma, mesmo que esse valor venha na forma de cushy energy.

O valor social e político do Twitter é mais do que o preço das ações

O Twitter é, em muitos aspectos, uma plataforma da elite. Embora às vezes possa elevar as vozes de pessoas comuns que não comandam seguidores em massa na plataforma, é mais poderosa como ferramenta de comunicação para pessoas já proeminentes e influentes.

Embora tenha cerca de 200 milhões de usuários diárioso Twitter teve um papel descomunal na formação da política, particularmente nos EUA como a antiga plataforma de escolha de Trump até o ultimate de sua presidência, quando foi suspenso permanentemente por twittando em apoio ao motim de 6 de janeiro no Capitólio.

No passado, quando usuários proeminentes como Trump, Alex Jones e Milo Yiannopoulos foram banidos do Twitter, eles virou-se para plataformas alternativas para atenção mas não conseguiu atrair a mesma atenção da mídia social eles tinham no auge do Twitter. O Twitter é diferente do Fb e do Google, pois os mercados financeiros não refletem verdadeiramente todo o seu poder, e é por isso que Musk pode cogitar a ideia de comprar toda a empresa com uma fração de seu general estimado. patrimônio líquido de mais de US $ 220 bilhões.

A importância do Twitter também o torna vulnerável à exploração.

Os mesmos VIPs que aumentam o valor do Twitter twittando o pace todo podem usá-lo para causar estragos. Influenciadores usaram o Twitter para empurrar teorias da conspiração como QAnon no mainstream, os políticos têm usou para ameaçar a violênciae as celebridades têm usado para promover desinformação prejudicial à saúde.

Como resultado de todos esses problemas, o Twitter expandiu nos últimos anos suas regras em torno de questões espinhosas de fala, como rotulagem falsas alegações eleitorais oudesinformação sobre as vacinas Covid-19. Em sua nova generation, o Twitter começou a equilibrar seu compromisso de deixar as pessoas dizerem o que querem e minimizar os danos que as pessoas podem causar usando sua plataforma. Para Musk, há valor em ser a pessoa que estabelece esses termos, e ele deixou claro que errará ao permitir o máximo de discurso controverso possível.

“O Twitter deve corresponder às leis do país”, disse Musk na conferência TED na quinta-feira, e depois disse: “Se for uma área cinzenta, ecu diria que deixe o tweet existir”.

Mas permitir a absoluta liberdade de expressão é mais fácil no conceito do que na prática. Se Musk comprasse o Twitter, suas regras de moderação em torno de tópicos de discurso de ódio a ameaças de violência nuclear ficariam a seu critério ou a critério dos líderes que ele colocar no comando.

Se outra grande empresa de tecnologia como o Fb ou a Apple tentasse comprar o Twitter, isso provavelmente desencadearia preocupações antitruste. Mas não há nada na lei dos EUA que impeça um indivíduo incrivelmente rico como Musk de comprar uma empresa com tanto poder, embora haja uma possibilidade óbvia de que Musk possa usar a plataforma para moldar seus próprios negócios ou interesses políticos.

Ainda não sabemos o que virá do interesse expresso de Musk em comprar o Twitter. Vale notar como, apesar de ser o homem mais rico do mundo, ele pode não ter dinheiro líquido para isso, já que grande parte de sua riqueza está vinculada a ações. Mas esta saga destaca o quão valioso é o Twitter, independentemente de seus resultados.

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Fonte da Notícia

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Osmar Queiroz

Osmar é um editor especializado em tecnologia, com anos de experiência em comunicação digital e produção de conteúdo voltado para inovação, ciência e tecnologia.

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