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Influenciadoras russas destroem bolsas Chanel em protesto contra marca | Moda e beleza

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Influeciadoras da Rússia gravam vídeos em que aparecem cortando bolsas da Chanel. Os registros foram feitos como protesto e suspendeu a venda de produtos na Rússia.

O movimento começou com as apresentações de Marina Ermoshkina e Victoria Bonya, com 301 milhões e 9,3 milhões de seguidores no Instagram respectivamente, e DJ Katya Guseva, com 587 milhões de seguidores na rede.

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Na publicação a partir de um documento de Marina diz que os russos que comprar os produtos da marca Rússia, não seria usado agora, um documento dentro do país da Marina diz que não seria usado para anunciar a partir de um documento de Marina da Rússia que não é usado para anunciar os produtos da marca Rússia.

A Chanel confirmou ao web page da BBC que está cumprindo com os 300 de luxo da União, que proíbe uma venda de itens de valores com valores superiores (cerca de 1.550) para a Rússia, como a venda de produtos para R$ assim que pretendem usar-los em território. UMA

Victoria, Marina e Katya, influenciaram as russas — Foto: Reprodução/Instagram

Ainda de acordo com o comunicado enviado à rede britânica, a marca um procedimento para “pedidos clientes para os quais não incluem a residência most important que confirmam que os itens que estão sendo usados ​​não serão usados.”

Marina aparece cortando uma bolsa preta da marca com uma tesoura grande de jardinagem. No texto, ela ainda diz que “nem uma única bolsa, nem uma única coisa vale meu amor pela minha pátria, não vale meu respeito por mim mesma. Sou contra a russofobia, sou contra uma marca que apoia a russofobia.”

Victoria também corta sua bolsa Chanel preta em um registro. “Se a Casa Chanel não respeita seus clientes, por que nós devemos respeitar a Casa Chanel?”, afirma.

Já Katya diz que sempre sonhou em ter uma bolsa da marca e conseguiu o merchandise no ano passado. “Depois sabiam da política da marca aos russos, decidindo retirar bolsas do meu dia até que a situação mude e a relação com o desafio da Marina Ermoshkina!”

A marca completa a nota à BBC dizendo que tem trabalhado para melhorar essa abordagem e pede desculpas pelo mal-entendido. “Acolher todos os nossos clientes, independentemente de onde eles venham, é uma prioridade para a Chanel”, diz o comunicado.

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Fonte da Notícia

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Osmar Queiroz

Osmar é um editor especializado em tecnologia, com anos de experiência em comunicação digital e produção de conteúdo voltado para inovação, ciência e tecnologia.

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