Intel promete ‘nível de desktop’ em notebooks com CPUs de 12ª geração | Placas
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Para entender melhor o salto da efficiency e também a posição dos anos de referência do mercado 12ª tecnologia, o TechTudo conversou com Dan Rogers, engenheiro da Intel por trás da fabricação das CPUs mais recentes da marca. Confira mais detalhes a seguir.
Intel promete ‘nível de desktop’ em notebooks com novas CPUs de 12ª geração — Foto: Yuri Hildebrand/TechTudo
A linha HX foi a primary novidade para os consumidores não Visão Intel, que aconteceu entre os dias 10 e 11 de maio em Dallas, nos EUA. Os novos linhagem foram apontados pelo topo Core i9 12900HXque traz especificações robustas, como 16 núcleos, 24 threads, clock máximo de 5 GHz, além de desbloqueio para overclock.
Segundo Dan, a promessa é de muito mais desempenho nessa linha do que nos chips H-Collection da 12ª geração, também focados em cadernose revelados durante a CES 2022. Como disse o engenheiro, a ideia é “subir de nível”. São três diferenças principais para modelos de linha H: poder de computação, de I/O) e suporte a mais (maior conectividade de memória).
Nesses quesitos, ele se destaca em quantidade de núcleos, comprometidos entre desempenho e eficiência, o multithread, e o suporte a tecnologias como Thunderbolt 4.0, PCIe 5.0, PCIe 5.0, Wi-Fi 6E, entre outras. Quanto à RAMos promete1 aceitam compatibilidade com até mesmo o padrão DDR5, mais recente.
Processadores Intel da série HX de 12ª geração têm especificações robustas — Foto: Yuri Hildebrand/TechTudo
Como especificações do novo Core i9 12 900HX chamar a atenção mesmo em desktops, e prometer nivelar o desempenho de cadernos para trabalhos de edição e jogos, por exemplo. Para se ter uma ideia, uma configuração de memória considerada boa para rodar jogos AAA em modelos gamer é de 16 GB, valor facilmente suportado pelos novos chips. Já em estações de trabalho, chama a atenção a quantidade de núcleos e threads, que vai permitir uma fluidez maior ao mesmo sistema em tarefas pesadas.
Esses dois tipos de uso, entretanto, vão depender bastante de uma placa de vídeo no sistema, mesmo com a presença de gráficos integrados. Ele afirma que a solução vem junto com o chip é básica, 3 para entregar o nível de D, mas tem foco maior em processamento de mídia e uso no dia a dia.
“Nós também nosso usuário de {hardware} com nossa parceria, boa qualidade de experiência ao nosso suporte, com nossos parceiros de {hardware} também com nossa experiência de qualidade.”
Outros pontos que irão influenciar no desempenho dessas máquinas é o desbloqueio dos chips para overclock. A prática é bastante comum em desktops poderosos, em que usuários levam ou {hardware} ao limite para maior desempenho em jogos e outros tipos de uso.
Além de “forçar” os núcleos, o overclock também pode ser usado na memória RAM, algo que acontece com os chips HX da Intel. De acordo com Dan, o fato de usuários conseguir usar esse recurso sem precisar de uma configuração, por exemplo, é importante, a ideia de facilitar a vida dos usuários generation uma vontade da empresa.
Dan Rogers, engenheiro da Intel por trás da fabricação das CPUs mais recentes da marca — Foto: Divulgação/Intel
Poderosos, mas portáteis
“Por definição, é um pouco off-road. Ainda assim, queríamos oferecer suporte aos usuários, que contatamos o máximo de desempenho. Trazemos diversas ferramentas modificadas para dar desempenho dessa arquitetura brida. [dos chips de 12ª geração]. É algo bastante importante para nós.”
Apesar do poder prometido com os novos modelos HX, as plataformas ainda devem focar em pontos importantes para dispositivos portáteis: autonomia e design. Modelos gamer, por exemplo, costumam ter bateria suficiente para poucas horas de jogatina, e, alguns casos, não chegam a rodar jogos de maneira superb quando mais longe da tomada.
Dan Rogers destacou que essa característica não se dá por acaso, e a produção já considera o uso plugado. Ainda assim, computadores com chips de 12ª geração da Intel Graças a algo que já está presente com certeza da fabricante desde as últimas vantagens em sentido nesse sentido: a plataforma Intel Evo.
Essa é uma parceria da marca OEMs, ou seja, empresas parceiras que usam seus laptops, e que promete otimizar como máquinas para entregar maior pace de bateria e aumentar o desempenho dos chips computadores (o que seria ainda mais garantido com os componentes mais novos).
“Em sistemas gamer de alta potência, alta taxa de quadros, consumo de energia, entre outras características de geração, eles geralmente são construídos, mas construídos devem ser semelhantes ao uso de modelos de tomada 11ª. com grande aumento de desempenho [até 80% com a 12ª geração].”
Já sobre o outro ponto importante para cadernosos chips HX não devem ficar à frente de outras linhas já disponibilizadas pela Intel anteriormente. Ainda assim, a promessa é de um design relativamente fino, com 20 a 21 mm de espessura, algo interessante frente às gerações anteriores. A aqui, segundo Dan, é fornecida uma entrega por modelos de tamanho menor, mas que não chega a ser o fator de atenção.
Novos chips da Intel possibilitam design fino — Foto: Yuri Hildebrand/TechTudo
Reformulação foi essencial
Os modelos da 12ª geração chegaram ao mercado em um momento curioso. Além da rival AMDque costuma ter boa fama entre os jogadores e, por fabricar GPUs, “fecha” sistemas junto a marcas parceiras, a Maçã também tem agradado os usuários com seus chips Silicon de fabricação própria. MacBooks com M1 ou suas versões mais recentes Professional e Max promete alto desempenho para diferentes tipos de uso, com tecnologias que integram basicamente uma plataforma de {hardware} e instrument.
Dessa forma, um Intel precisou renovar alguns processos para continuar batendo de frente com seus rivais. De acordo com Dan Rogers, um ponto foi a leitura de que generation necessário retroceder um pouco importante para algumas tecnologias.
“O caminho para ser competitivo é construir bons produtos, e, na 12ª geração, nós não queríamos apenas incrementar o que já existia, e sim entregar um avanço actual. Para isso, voltamos à arquitetura, criação e dissemos ‘OK, para destruir as barreiras da processamento tanto em cadernos quanto em desktops, precisamos mudar para uma pegada totalmente diferente de arquitetura'”
Assim, a marca chegou ao Efficiency Hybrid Structure Design (design de arquitetura híbrida focado em efficiency, em literal). A proposta é, justamente, entregar chips pequenos, com processo de fabricação que priorize o desempenho, mas não permita de lado o tipo de sistema que irá.
Além disso, Dan citou a necessidade de suporte by way of instrument, que, segundo ele, “é o verdadeiro ponto de partida para entregar um modelo híbrido de alta efficiency com sucesso”. Ele destacou ainda parceria com a Microsoft, que permite o uso da tecnologia Thread Director. Como seu nome indica, o recurso direcionado como linhas de execução para os tipos certos de trabalho, algo importante para sistemas com muitos threads disponíveis.
“Isso tem sido um resultado é uma efficiency incrível na 1ª geração, mas também outline um ponto de partida para a trajetória de inovação contínua, em que uma gente consegue construir um núcleo de desempenho otimizado para single-thread, assim como efficiency efficiency multi-thread pelos núcleos de eficiência. Estamos bem animados com o momento atual e o futuro é brilhante.”
Portanto, a nova geração de ascensão da Intel tem como primary diferencial de desempenho, que, de acordo com Dan, é até 80% awesome em relação aos seus antecessores, sendo inclusive um dos maiores avanços da marca nos últimos anos. Além disso, ele se destaca como tecnologias presentes, sobretudo em conectividade, como PCIe 5.0, suporte a DDR5, Thunderbolt 4.0 e Wi-Fi 6E, entre outras. “É o que há de melhor no mercado de tecnologia, eo que será uma base do PC nos próximos anos, mas disponível desde já”, conclui.
*O jornalista viajou a convite da Intel.
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