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Isabella Taviani põe ‘A máquina do pace’ em ação em display no Rio após dois anos de adiamentos | Weblog do Mauro Ferreira

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⪪ Ao lançar em 31 de janeiro de 2020 o oita álbum de carreira fonográfica iniciado em 2003 A máquina do paceIsabella Taviani já tinha programado uma estreia da turnê homônima para 20 de março daquele ano na cidade de São Paulo (SP).

Na ocasião, nem a artista carioca nem ninguém poderia imaginar que uma pandemia ia emperrar o funcionamento d’A máquina do pace em cena e de todo o universo pop. Por isso mesmo sintomático que mencionasse várias vezes o que estava sendo apresentado de volta à cena – e emoção de volta à cena – na estreia carioca do display A máquina do pace no Teatro Multiplan, na cidade do Rio de Janeiro (RJ), na noite de ontem, 25 de março.

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Após dois anos de sucessos adiamentos, o display estreou em São Paulo (SP) em 18 de março e, uma semana, aportou na cidade natal, compositora e instrumentista habituada a arder na fogueira das paixões após canções dessa saudades como Rivotril (2020).

Música do álbum A máquina do pace, Rivotril foi o ponto de partida de roteiro que somente se desviou do trilho autoral quando Taviani se uniu à parceira Myllena – vida e na música – para pensar na luz interiorana de cantora Lua bonita (Zé do Norte e Zé Martins, 1953) em hyperlink com Luar de prata (Isabella Taviani e Myllena, 2020), música sobressalente na safra autoral do display A máquina do pace.

A intervenção afetuosa Mylenna representou o pico de sedução em display em que se desvia da combinação recente do disco de 2020, deu voz aos sucessores autores semper esperados pelo sequito que acompanha o artista desde 2003.

De qualquer maneira (2003), Digitais (2003), Último (2005), Diga sim para mim (2007), Luxúria (2007) – não bis – e A canção que faltava (2012) são músicas que ajudaram Taviani a pavimentar carreira que completará 20 anos de discoteca, mas que, a rigor, já três décadas se levaram em conta que, a rigor, a cantora entrou em cena em 1992 com apresentações em bares cariocas.

Essas figuras figuram no roteiro de Todas as músicas para apresentações A máquina do pace na cena Fortaleza e pela fortaleza artista com os músicos Brito (direção musical e teclados), Fred Thiago Feghali (bateria).

Alternando números feitos em tempos de delicadeza – como o canto da balada Arranha-céu (2020) – e momentos de intensidade passional, mote da magoada canção Estrategista (2012), Isabella Taviani pôs A máquina do pace em ação em display com o mundo figurão típicos da artista e com cenário e arte lançado do mundo antes de o parar.

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Fonte da Notícia

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Osmar Queiroz

Osmar é um editor especializado em tecnologia, com anos de experiência em comunicação digital e produção de conteúdo voltado para inovação, ciência e tecnologia.

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