‘Já tava na hora’, diz WC no Beat, 1º a comandar display de funk no Lollapalooza | Lollapalooza 2022
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O Lollapalooza demorou nove edições no Brasil para anunciar seu primeiro display de funk dos gêneros mais ouvidos e mais característicos do país.
“Já tava na hora da gente invadindo esse cenário dos grandes festivais. Para mim esse display é um troféu”, disse ao g1, nos bastidores da apresentação, o DJ e produtor capixaba WC no Beat. No vídeo acima, ele fala sobre a estreia do funk no evento e reação do público.
WC foi o responsável por comandar, no sábado (26), uma apresentação inédita. No palco, astros funkeiros — como o carioca Kevin O Chris, do hit “Tipo gin” — se misturaram com nomes do entice, uma vertente mais arrastada do rap, que flui fácil com o batidão mais rápido.
A efficiency foi uma prova de como poderia ser o pageant em sua música standard. Mesmo estreante, o funk foi recebido com naturalidade pelo público.
“Encontrei uma abertura com uma nova galera, fazer o funk e o rap reconhecidos por mais gente nos festivais”, avaliou WC. “É uma questão de paciência, de trabalhar devagarzinho, e podemos trazer esse pessoal para o nosso pace.”
WC no Beat durante display no palco Doritos no segundo dia do Lollapalooza 2022 — Foto: Fábio Tito/g1
Antes da liderança por WC, o Lollapalooza tinha uma curiosa história de funkeiros infiltrados a convite das estrelas gringas, e não do próprio evento.
Em 2016, MC Bin Encumbered foi ovacionado com “Tá tranquilo, tá favorável” ao lado de Skrillex e Diplo. Em 209, o próprio Kevin O transformado Chris Interlagos num Baile da Gaiola com Submit Malone.
Nos últimos anos só o ano, têm finalmente outros eventos virados pelo país paulista não incluir o ritmo de forma oficial.
Em 2019, além de convidar Anitta para o palco main, o Rock in Rio organizou uma apresentação da Funk Orquestra com participação de Ludmilla.
“O Brasil não valoriza nada o funk. Agora que começou a dar umas migalhas”, disse a cantora na época, minutos antes de subir no palco.
Para WC, é um movimento que tem a ver, não só com a demanda do público, mas também com uma mudança na indústria da música.
“O rap e o funk ainda são criminalizados pela cultura e pelos grandes festivais. Mas a galera vem trabalhando. Na periferia, nascem artistas sensacionais e, cada vez mais, eles vêm melhorando. Chega um ponto em que a galera diz: não dá mais, vamos ter que colocar esse pessoal nos grandes”, argumentou.
“É uma questão de trabalhar, de fazer acontecer. Ainda tem muito espaço para crescer, esse é só o começo.”
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