jogo é tedioso, decepcionante e uma tortura [REVIEW]
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Chegando em um repleto de grandes lançamentos como Death Gentle 2, Horizon Forbidden West e El mêsden Ring que são títulos que dispensam apresentações e são acompanhados por muita badalação, Sifu é como um pequeno entre gigantes. Porém, ainda que sua chegada seja tão perto dos grandes títulos do ano, o jogo da Sloclap conseguiu atingir o público e tornar-se um lançamento esperado por muitos jogadores.
Talvez o fato da Sloclap tenha sido desenvolvido Absolver explica bem essa espera por Sifu, porém o grande diferencial fica mesmo por conta do advertising and marketing em torno do jogo. Além, é claro, do fato do jogo ser um exclusivo de PlayStation nos consoleso que fez com que a Sony oferecesse certo destaque.
Entre gigantes, Sifu chega como promessa. A proposta de um combate desafiador agrada parte do público, que certamente espera uma jornada repleta de dificuldades e bons confrontos. Porém, com ideias interessantes mal executadas, Sifu não alcançou uma posição digna do destaque que recebeu antes de seu lançamento.
A morte não é o fim, o que não a torna menos decepcionante
A título mecânico de envelhecimento é um dos pontos que mais desperta a curiosidade do público com relação ao. No mostra jogo, tal mecânica também se mostra interessante de início, apresentando-se como uma proposta interessante para fazer com que cada morte seja a oportunidade de aprender/evoluir um pouco mais.
Conforme você morre seu personagem envelhecendo anos, o que é uma ideia bem absurda, e talvez tão mesmo por isso se seja tão interessante. Nessas, antes de levantar-se mortes de novo, mais velho, a oportunidade de usar seu XP adquiridos combates para novas habilidades, que na teoria trouxeram o combate mais variado e permitiram que você tivesse an opportunity de encontrar cada morte significativa uma evolução para os próximos confrontos.

O grande problema é que ao apresentar uma árvore de habilidades que é extremamente longa de poder ser considerada interessante, o também demonstra que sua mecânica de envelhecimento é muito mal aproveitada. Uma vez que você ultrapassa os 70 anos, a morte será a última e você poderá escolher um ponto de recomeço, que poderá ser em qualquer uma das fases do jogo. Caso você tenha iniciado uma terceira etapa, por exemplo, com 35 anos, você poderá voltar para lá com a mesma idade e sua jornada. Caso prefira, você pode voltar para o começo com seus 20 anos de idade, o que significa que você poderá mais vezes.
Então surge outro problema, já que em cada recomeço suas habilidades são todas zeradas. É possível que seja possível, mas para que você possa precisar de maneira tão precisa quanto pace para que possa ser garantida, ou que se mostrará permanente uma tarefa muito necessária para conseguir completar a árvore. Dessa forma, a morte definitiva, ou o recomeço, se mostra extremamente maçante na medida em que sem como habilidades adquiridas, o combate, que em sua forma básica e inicial não é nada interessante, se mostra como pode ser ativado.
É cansativo, é maçante
Estamos falando de um jogo que tem foco overall no combate, um título que não conta literalmente nenhum outro elemento que possa vir a ser interessante. A mostra trágica que está enganando se entende que exatamente em seu combate é decepcionante. O desafio realmente prometido está presente, afinal, esse mesmo é definitivamente impossível de querer, algo que mantém um jogo muito fácil de pensar que também não é seguro, mas também pode ser esperado.

Em um jogo com foco no combate, faltou mais cuidado para oferecer um gameplay que precisa realmente ser responsivo e responsivo. Em outras palavras faltou refinamento. Piorando a situação temos a falta de golpes elaborados e movimentos que de fato mantém mais cada confronto. Os mixtures básicos são pouco interessantes, assim como os mecanismos simples, o que pode resultar em diversos momentos que ignoram e apenas os botões aleatórios porque não há um tipo de incentivo actual para tentar realizar os movimentos mais diferenciados.
Voltando falar da árvore de habilidades, os golpes e liberações com ela também se mostram pouco interessantes, com alguns completamente dispensáveis. Aqui, evidentemente, pode haver um aproveitamento ótimo de mecânica, com a habilidade “gás” para o combate, porém, mas os desenvolvedores nos mostram uma ideia geral que não se torna muito boa para se tornar bem árvore.
Repetir os cenários é um tédio
Sifu é um jogo que fará você repetir os cenários mais de uma vez, o que é extremamente tedioso. Ecu entendo que foi tentado aqui, e inclusive meu jogo favorito da geração é um título em que há extrema repetição de objetivos com um loop temporal (Deathloop), mas o grande problema é que, assim como tudo em Sifu, a repetição aqui é mal.
É encontrar possíveis acessos ou outras chaves que permitem que você tenha acesso e que você tenha acesso a você mesmo após a “morte definitiva”. Dessa maneira, ao explorar um mesmo cenário novamente, você poderá chegar mais rápido ao seu ultimate como pistas certas. O grande problema é que assim você pode trazer para trás vários opositores que darão XP, e sem esse XP você não conseguirá mais habilidades. Levando em consideração em consideração que você ainda não terá grandes lutas, chef dessa maneira terá que enfrentar grandes maneiras de lutar.
A referência de cenários já então se mostra extremamente cansativa que o “combate base” apresenta problemas como citados. Além disso, também foi prometido que o ambiente oferece opções para que o jogador os make the most of a seu prefer, mas isso basicamente se resume a juntar todos os objetos do chão, como garrafas e bastões, como garrafas e bastões, sobre mesas e outros móveis, com isso adicionando pouca diferença actual sem jogabilidade.
O veredito
Sifu é uma tortura. Com repetição repetitiva e extremamente decepcionante, o jogo tem uma proposta que poderia funcionar, mas se perde totalmente ao funcionar-la de uma maneira competente. Sua dificuldade pode ser considerada seu ponto mais positivo, já que é por causa dela que existe um certo desejo de continuar desafiando a si mesmo no título, porém se paramos para pensar que boa parte dificuldade também pode não ser herbal, mas sim imposta por um combate pouco responsivo e mal refinado, até mesmo esse brilho pode desaparecer.
Terminar Sifu requer paciência. Para não que não tenho elogios, a trama tem seus interessantes e pelo menos a arte do jogo também pode chamar atenção em ocasiões.
- A arte é interessante
- Trama direta e com seus momentos interessantes
- Dificuldade pode ser considerada ponto positivo
- Ideia geral muito mal desenvolvido
- Combate extremamente decepcionante
- Repetição tediosa
- Péssima habilidade de habilidades
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Fonte da Notícia
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