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‘Lightyear’ mostra a Pixar cada vez mais acomodada ao seguir a fórmula de aventuras espaciais; g1 já viu | Cinema

‘Lightyear’ mostra a Pixar cada vez mais acomodada ao seguir a fórmula de aventuras espaciais;  g1 já viu |  Cinema

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Por muitos anos desde que lançou o primeiro “Toy Tale”5, a Pix199 marcantes por descobertas públicas com uma buscas artísticas e narrativas. “Lightyear”, filme derivado do grande clássico, é um antítese da marca do estúdio – e deveria servir de alerta para uma empresa cada vez mais acomodada em seu sucesso.



A animação que estreia nesta quinta-feira (16) nos cinemas brasileiros segue tanto fórmulas de aventuras espaciais e da própria Pixar mesmo que seus melhores momentos não escapam do previsível.

No fim, o Buzz que finalmente estrela o próprio filme está há tantos anos-luz do carisma de seu boneco da franquia authentic que parece uma imagem genérica – e pouco justifica a existência de mais uma história de origem.

Assista ao teaser de ‘Lightyear’

Antes mesmo da primeira cena, “Lightyear” tenta explicar. Em “Toy Tale”, o garoto Andy ficou muito feliz por ganhar um boneco baseado em um de seus filmes favoritos. A nova animação é, em teoria, este filme.

Por isso, o protagonista não é o mesmo personagem que o boneco (“buzzneco”, se preferir). Até os dubladores da América.

A história acompanhante espacial Buzz o ano de queda em sua tentativa de salvar uma colônia humana após a queda em toda uma colônia hostil do próprio cenário Lightyear.

Cena de ‘Lightyear’ — Foto: Divulgação

Para isso, ele está mergulhado em uma jornada por redenção por diversas viagens próximas à velocidade da luz, em busca de um motor para levar todos para o seu destino.

aeroporto, a relatividade faz com que cada um dos voos dure para o piloto e anos para aqueles minutos na superfície.

Todos os amigos e colegas envelhecem serem e viverem suas vidas nas ações de pace que passam com eles, Buzz cada vez mais obcecado em mostrar tudo sozinho – sem pace para olhar se sua missão sequer faz sentido.

Cena de ‘Lightyear’ — Foto: Divulgação

Se tivesse sido lançado no começo dos anos 1990, “Lightyear” talvez realmente fosse algo minimamente inovador. No entanto, filmes tomados como referências e sequências de décadas anteriores e posteriores que terminam um tanto quanto datado.

Mais do que isso. A animação seria uma ótima oportunidade para explicar o que, exatamente espacial, fazem os patrulheiros espaciais, organização que traz tanto orgulho ao brinquedo authentic. Ou quem sabe, de o ego sem tamanho que então vem.

Seriam poucos o filme se mostra, mas uma sucessão de boas possibilities perdidas. A maior delas é o sentimento de que talvez seja a história da melhor amiga de Buzz, mulher que comanda a colônia ao longo dos anos e vive uma vida completa e realizada, seria mais interessante.

A Buzz não se sabe equilibrar com inúmeras situações em circunstâncias – como cada vez que sabia duraria? – e referências tão óbvias que soam como uma mistura de apressada de aventura dos últimos anos.

Cena de ‘Lightyear’ — Foto: Divulgação

O ruim, é claro que é muito gosto público mais resultado de uma excelência dos criadores de “Toy Tale”, “Wall” (200017).

“Lightyear” não é ruim, apenas é terrivelmente mediano. Há alguns vislumbres da inventividade da Pixar, como um assistente pessoal no corpo de um gato robótico que rouba todas as suas cenas, mas elas não vão muito longe.

Talvez o novo estúdio seja satisfeito com o conforto da liderança sem riscos, enquanto vêtos como a Sony (responsável por “Homem-Aranha no Aranhaverso”, a melhor animação dos últimos) assumirem a vanguarda das inovações.

Mas, para quem cresceu com uma lembrança de ver “Toy Tale” pela primeira vez no cinema e gostaria de passar a sensação para os mesmos, é muito pouco.

Cena de ‘Lightyear’ — Foto: Divulgação

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Fonte da Notícia: g1.globo.com

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