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‘Malvadão’ dá cria: hit do verão, rap de Xamã roda o Brasil em versões forró, bregadeira, arrocha… | Música

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Xamã pegou o Brasil de jeito com seu “vapo vapo do Malvadão”. A sedução do rapper carioca foi tanta que não teve jeito: o Malvadão deu cria. Versões nordestinas em ritmo de forró, arrochadeira e bregadeira já foram ouvidas milhões de vezes, assim como o rap unique.

Desde a virada do ano “Malvadão 3” é a música mais tocada em streaming no Brasil. Como se não bastasse, as novas versões também sobem nas paradas. No website online Sua Música é a faixa ao público do Nordeste versão do paraibano Dodô Pressão, o “trator da bregadeira”.

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A união rap-forró pode parecer curiosa, mas sentido para quem ouve Xamã falar ao podcast g1 ouviu sobre como escreve seus raps: “Tento colocar palavras do cotidiano do brasileiro, que ele america diariamente”. Ele também falou sobre sua conexão com João Gomes, ídolo da pisadinha.

Xamã — Foto: Divulgação / Lucas Nogueira

Xamã também falou ao podcast sobre suas influências da música brasileira. Ele se interessa por “aquilo que você já ouviu na sua rua, numa mercearia ou num programa de domingo. Aquela que toca na rua, quando você pegar um ônibus, no carro.”

‘Trator do rap-bregadeira’

Entre os novos ritmos populares brasileiros que tocam “na rua e na mercearia”, a bregadeira se destaca. É ele que embala a versão nordestina mais standard entre as versões do “Malvadão 3”, do Dodô Pressão.

Em alta nos paredões, Dodô é especialista em transformar rap em bregadeira. Ele fez sucesso com a releitura de “É sal”, do rapper Matuê. Mas a maior fachada dele é a versão de “Jetski”, com 19 milhões de visualizações no YouTube, 6 milhões a mais do que a faixa unique do MC Samp.

O paraibano contratado no ultimate de janeiro com a Most sensible Eventos, escritório musical que emplacou dos principais astros do novo popdestino, como João Gomes, Tarcísio do Acordeon e Vítor Fernandes.

Dodô Pressão — Foto: Instagram/Reprodução

O podcast g1 ouviu Rio também explica a origem da brega, com toques do arrocha, do pagodão baiano e do funk que chegou a São Paulo. Leia mais sobre a bregadeira aqui e ouça abaixo:

O dono da música unique, com o preço brasileiríssimas “bumbum com fermento”, “bigodin finin” e “da passagem”, já tentou ser MC Deadpool e MC Nightwof. Mas Xamã viu sua força nas cenas cotidianas e nos versos livres como de “Malvadão 3”.

Em entrevista ao g1, o rapper lembrou a época em que vendia amendoim no trem enquanto fazia displays para três pagantes e explica a origem “espontânea” de seu hit nº 1. Já recuperado da Covid, que pegou no início do ano, Geizon Fernandes, 32 anos, falou sobre a criação da faixa. Leia aqui.

Xamã — Foto: Reprodução / Instagram do artista

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Fonte da Notícia

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Osmar Queiroz

Osmar é um editor especializado em tecnologia, com anos de experiência em comunicação digital e produção de conteúdo voltado para inovação, ciência e tecnologia.

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