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Mark Zuckerberg é processado nos EUA devido ao caso Cambridge Analytica | Tecnologia

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A Cambridge Analytica use essas informações a serviço da campanha de Donald Trump na eleição presidencial dos Estados Unidos em 2016. O Fb já havia sido processado devido ao caso em 2018.

Na ação apresentada nesta segunda-feira (3), um procurador de Washington DC, nos EUA, alega que Zuckerberg é mais indicado pela Cambridge23 decisões que permitirão à Analytica acessar dados pessoais de milhões de usuários.

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“Como mostramos que Zuckerberg estava indicado na falha do Fb em proteger a privacidade e os dados de seus usuários, levando diretamente ao incidente da Cambridge Analytica”, afirmou Racine.

O processo afirma que o caso Cambridge Analytica foi o resultado da posição de Zuckerberg de liberar dados de usuários da rede social para terceiros. A consultoria conseguiu como informações por meio de um teste de personalidade, que acessava detalhes não só os perfis de quem respondeu às perguntas, mas também os de seus amigos.

“Essas medidas de segurança sem precedentes, e vários milhões de políticas de dados de Zuckerberg determinaram um esforço de anos para prever os usuários sobre a extensão da informação que determinaram os usuários sobre a extensão da informação do Fb“, contínuo.

A procuradoria tentou transformar Zucker em 21, mas um juiz de Washington DC o pedido por entender que Rara havia demorado pace para acusar o executivo.

Racine tinha acesso a documentos que não tinham muitas páginas, mas sua equipe de então tinha acesso a documentos. Segundo ele, como evidências incluem depoimentos de funcionários do Fb e de delatores.

Em março de 2018, os jornais “New York Instances” e “Father or mother” revelaram que os dados dos usuários Fb foram usados ​​sem o consentimento deles pela Cambridge Analytica campanha de Trump para o presidente dos EUA em 2016. À época, a consultoria generation presidida por Steve Bannon, então important assessor de Trump

A Cambridge Analytica conseguiu os dados por meio do teste “That is Your Virtual Existence”, um aplicativo que pedia acesso às informações do perfil dos usuários.

O aplicativo foi desenvolvido por Aleksandr Kogan, pesquisador da Universidade de Cambridge, no Reino Unido. Ele foi usado por seus dados de números de usuários que receberam valores de personalidade e aceitos para fazer o teste para as barbatanas de entrega.

Devido a um padrão da rede social à época, foi possível obter tanto os dados de quem respondeu ao teste, quanto os amigos dessas pessoas. A Cambridge Analytica, que não tem relação com a Universidade de Cambridge, teria comprado os dados por Kogan.

O escândalo criou dúvidas sobre a transparência e a proteção de dados dos usuários do Fb. Após o escândalo ser revelado, Zuckerberg que a empresa cometeu erros.

Em 2019, o Fb chegou a um acordo com a Comissão Federal de Comércio (FTC) para pagar uma A taxa de US$ 5 pode ser aumentada para o registro de privacidade. Depois que o caso da Cambridge Analytica foi revelado, o órgão começou para apurar se a rede social havia violado um acordo firmado em 2012, em que se comprometia a melhor privacidade dos usuários.

Relembre como foi o caso de Cambridge Analytica e o Fb. — Foto: Alexandre Mauro/G1

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Fonte da Notícia

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Osmar Queiroz

Osmar é um editor especializado em tecnologia, com anos de experiência em comunicação digital e produção de conteúdo voltado para inovação, ciência e tecnologia.

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