Martinho da Vila canta o Brasil em tom maior na estreia do display ‘Unidos e misturados’ no Rio | Weblog do Mauro Ferreira
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Título: Unidos e misturados
Artista: Martinho da Vila
Native: Qualistage (Rio de Janeiro, RJ)
Knowledge: 16 de abril de 2022
♪ Quando Martinho da Vila puxou o acalanto Tom maior (1968) na cadência do samba-canção, na estreia do display Unidos e misturadoso público carioca Qualista 20 compreendeu a casa20 e um plaaudiu o sentido político versos dessa composição – o início da carreira do artista em 19 dos canais adicionais20 – Silva212) e Eliana Pittman – adquirem no Brasil.
Arquiteto modernista do samba-enredo na segunda metade dos anos 1960, década em que também trocou o partido alto para dentro das casas das famílias de classe média com o álbum sucesso de bilheteria de 1969 que projetou sambas como Casa de bamba e O pequeno burguêsMartinho cantou o Brasil em tom maior no palco da casa Qualistage na noite de sábado, 16 de abril.
Nem os problemas de som da primeira metade do display – o microfone do cantor emblem no primeiro número, Quem é do mar não enjoa (1969), e microfonias se tornaram recorrentes nas músicas iniciais como Saideira (Martinho da Vila e Paulo César Pinheiro, 1979) – atravessaram o samba de Martinho. “Desculpaê…”disse o cantor para a plateia.
Cena, Martinho seguro sem perder o bom humor e a leveza traje Prevare tudo por músicos, inclusive no diálogo com bandau Black, por músicos como Paulinho (bateria do Baixo e Vitor) A propósito, Garantir tudo (1971) foi uma quando das lembranças de roteiro que somente se desviou da cadência bonita e manemolente do samba de Martinho o cantor deu voz ao xote Vidas negras importam (2021), parceria com Noca da Portela que, lançada em unmarried no ano passado, integra o repertório do álbum recente Misturar (2022).
Deste disco lançado em março, o bamba também cantou o samba roceiro Unidos e misturados (Martinho da Vila e Zé Katimba, 2021) – com a presença da filha Alegria Ferreira – e Generation de Aquário (2021) sem o rap de Djonga, além de Sim senhora (2022), parceria com Geraldo Carneiro com o qual tenta se redimir da acusação de ter feito eventualmente sambas com letras machistas (“European tenho algumas músicas bem machistas… mas todo mundo gosta”, gracejou em cena).
Martinho da Vila canta sambas-enredos no display ‘Unidos e misturados’ — Foto: Cristina Granato / Divulgação
Aos 84 anos, sem alterar o passo, exceto quando acelerado ou ritmo ao fim de alguns números, Martinho da Vila saboreou em cena ou fato de já ser lenda viva do Brasil. Bastava o potpourri com sambas-enredos do porte de Onde o Brasil a liberdade (1971) e Sonho de um sonho (Martinho da Vila, Rodolpho de Souza e Tião Graúna, 1979) para segurar o público e atestar que o compositor é dez no quesito.
Martinho ainda se capacitar sambas menos conhecido como Pra Mãe Tereza (1989), parceria Beto Sem Braço (1940 – 1993) entre sucessos infalíveis como Disritmia (1974) e Ex-amor (1981).
O Brasil em tom maior de Martinho José Ferreira é o país negro dos pretos velhos, das kizombasdos partidos mais altos, do semba dos ancestrais angolanos, das cirandas e das rodas que giram sem sair do círculo.
E por falar em família, as filhas e a mulher do artista fizeram boas intervenções na apresentação. Se a filha Maíra Freitas jazzificou O display tem que continuar (Sombrinha, Arlindo Cruz e Luiz Carlos da Vila, 1988), evocando nos calorosos fezes a deusa-mulher Elza Soares (1930 – 2022) e surfando sobre o ritmo do samba, o bailado da mulher do cantor, Cleo, valorizou o canto de Roda ciranda (1994). Já Analimar dançou o miudinho no samba Devagar devagarinho (Eraldo Divagar, 1995), composição que, embora seja de lavra a lavra, traduz bem a alma pacífica de Martinho, patriarca de casa de bamba.
Após o bis, dado com Madalena do Jucu (1989) e Mulheres (Toninho Geraes, 1995), a bateria e o puxador do samba da escola de Unidos de Vila Isabel protagonizaram um segundo bis para mostrar o samba-enredo Canta, canta, minha gente! A Vila é de Martinho! (André Diniz, Dudu Nobre, Evandro Bocão, Leno Dias, Marcelo Valença, Mauro Speranza e Professor Waldimir), escolhidos pela agremiação carioca para celebrar Martinho em desfile programado para a madrugada do próximo domingo, 24 de abril.
Se a Vila é de Martinho, Martinho é voz resistente de um Brasil em tom maior que passa para renascer das cinzas e entrar novamente na avenida.
Martinho da Vila lembra sambas como ‘Pra mãe Tereza’ no display ‘Unidos e misturados’ — Foto: Cristina Granato / Divulgação
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