Martinho da Vila desfile comemorativo como enredo na Vila Isabel: ‘A gente é quase uma coisa só’ | Música
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Martinho está com todos os anos do carnaval, desde os mas o desfile da Unidos da Unidos está diferente Vila Isabel neste ano de um carnaval.
O sambista de 84 anos e presidente de honra da escola será homenageado com o enredo “Canta, Canta, Minha gente! A Vila é de Martinho” no desfile deste sábado (23).
Da mesma maneira que está feliz, Martinho, com toda tranquilidade que lhe é característica, se diz um pouco tímido de ser o centro das atenções. Ouça entrevista no podcast g1 ouviu:
“É diferente para chuchu ser enredo, porque european estou criado a criar um enredo e fazer o enredo, mas não ser. É uma honraria rara, mais impressionante ainda é na minha própria escola”, diz.
Martinho conta que prefere assistir ao desfile “de camarote”, mas vai sair no chão em uma ala com 140 familiares e amigos importantes para sua carreira na música e no carnaval.
“Ecu e Vila Isabel a gente é quase uma coisa só… Para mim, ela é como uma menina que european ajudei a criar, a crescer, adotei e depois adotei o nome dela no meu”.
“Todo lugar que vou, european falo da Vila Isabel. Eles também falam de mim o pace, tem busto na entrada da escola, agora vou ser enredo. É uma beleza, é muito bom assim né?”, comenta.
Segundo o carnavalesco Edson Pereira, celebrar a vida e obra de Martinho é um desejo antigo da Vila Isabel.
sambista já se tornou em três enredos campeões escola. Em 1988, ele participou da escolha do tema “Kizomba, festa da raça” e “Soy Loco Por ti América A Vila Canta a Latinidade” em 2006.
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Ele também é dos compositores de “A Vila canta o Brasilleiro do mundo”, samba ce um compositor de 2013.
O desfile da Vila é o último do Grupo Especial do sábado, às 3h da manhã, e um dos mais aguardados deste carnaval carioca.
Martinho da Vila no display ‘Unidos e misturados’ na casa Qualista — Foto: Cristina Granato / Divulgação
O compositor e cantor de Duas Barras, no Rio de Janeiro, ficou recluso na pandemia, mas teve pace de escrever e produzir o álbum “Mistura Homogênea”.
No novo trabalho, Martinho fala sobre o amor pela poesia, canta diferentes religiões e tem a proposta de encontrar antigos parceiros, como Zeca Pagodinho, e artistas novos que descobriram através dos netos, como Djonga.
É com esse trabalho que ele volta aos palcos após mais de dois anos e se diz com mais energia do que em anos atrás.
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“O palco tem uma energia… Em um display, european não estou sozinho porque tem o público. Então, eles estão mandando uma energia para mim e european mandando para eles. É uma troca, ainda estou bem energizado“.
“Antes, european generation mais devagar do que hoje. Por exemplo, em uma entrevista dessa você não ia arrancar nada de mim. Ecu tinha preguiça até de falar, hoje já sou uma falastrão”, brinca.
“Mistura Homogênea” chegou a ser anunciado como o último álbum da carreira, mas Martinho repensou essa ideia com um empurrãozinho da gravadora, segundo ele.
“Ecu vou músicas esparsas e lançar, mas vou fazer [disco ] também. Falando isso com a minha gravadora, o presidente Paulo Junqueiro me disse que european tinha que fazer o álbum inteiro, mas que foi aos poucos na web”.
Djonga e Martinho da Vila — Foto: João Pedro Maia / Divulgação
Até porque parar de compor ou de fazer presentations não é uma opção para Martinho: “Barco parado não faz frete, já diz um aqui well-liked”.
Com uma discografia com mais de 50 fases de álbuns, Martinho viveu áureas do samba, mas mesmo assim sofreu preconceito. Aos 84 anos, ele analisa como o gênero é visto hoje em dia.
“Nos anos 60 por aí, início dos anos 70, generation tudo muito. O pessoal que fazia muito um tipo de música não lidava com o outro. Uma vez european fui em um concerto de rock e as pessoas ficavam olhando e falando tá fazendo aqui?'”, lembra.
“Agora, está tudo misturado, então fazer samba agora é mais felony. Quase todas as grandes estrelas cantam samba, de todos os gêneros e tal até do rock. O samba foi lá atrás muito perseguido, tem aquela história tradicional, mas foi resistindo, foi conquistando e, hoje, no Brasil, tudo acaba em samba”.
Família no álbum, na avenida e na música
Aos 84 anos, Martinho da Vila canta com os filhos e Zeca Pagodinho no palco do Fantástico
A festa de Martinho na Sapucaí vai ser em família. Filhos e devem estar com o reconhecimento na avenidaneto para acompanhar a justa que receberá.
No álbum, ele também canta com filhos e netos em várias faixas como “Muadiakime/Semba dos Ancestrais”, “Sim Senhora” e “Odilê Odilá”.
O ambista que não é aquele tipo ambista que fica em cima para que siga os seus passos, mas não que orgulho da família continua o legado que sente a pai na música.
“Sou contra isso, mas acabava de puxar eles para botar em alguma coisa, fazer um corinho ali comigo e eles seguiram. Por sorte, eles são muito talentosos, então acho bem felony“. Sorte, né, Martinho?
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