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‘Moonfall – Ameaça Lunar’ é um prato cheio para os fãs de cinema catástrofe; g1 já viu | Cinema

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O diretor Roland Emmerich está cada vez mais disposto a ganhar o título de “rei do cinema catástrofe moderno”. Graças a ele o mundo sempre está na iminência de ser destruído, seja por meio de alterações climáticas posteriores (“Independence Day”), por questões climáticas (“O dia de amanhã”) ou por fenômenos surreais (“2012”).

Agora, Emmerich nesta quinta usará a Lua como sua nova arma para acabar com o planeta “Moonfall Lunar”, que estreia nos cinemas-feira (3).

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O filme oferece todos os característicos de produções anteriores pelo cineasta alemão: cenas de construção em escala mundial, efeitos convincentes, personagens caricatos, excesso de frases feitas e muito, mas muito clichê.

O curioso é que, mesmo com tudo tão acquainted, o longa funciona, principalmente para os fãs do gênero.

Assista ao trailer do filme “Moonfall – Ameaça Lunar”

A trama começa a tirar uma lua de força rapidamente e faz com que o satélite faça misteriosamente contra a Terra, entre os diversos efeitos devastadores no planeta.

Informado sobre o estranho (Halle Berry), Jo Fowler, um oficial do alto escalão da Nasa, make a decision procurar uma saída para tentar impedir o pior. Sem muitos recursos, ela acaba de pedir ajuda ao ex-astronauta Brian Harper (Patrick Wilson, de “Invocação do Mal” e “Aquaman”), que já foi seu parceiro de trabalho até cair em desgraça.

Preocupado em salvar sua família, principalmente seu filho, o desajustado Sonny (Charlie Plummer, de “Todo o dinheiro do mundo”), Brian aceita Jo e leva consigo KC Space (John Bradley, antes de “Sport of Thrones”), um rapaz de teorias da conspiração que Sam ajuda bem a ajudar o homem que iria mesmo a conspiração da Nasa.

O trio embarcado numa versão do ônibus espacial Enterprise para descobrir o que pode estar com a Lua e deter a ameaça ex antes que a raça humana sejatinta.

Cena do filme “Moonfall – Ameaça Lunar” — Foto: Divulgação

Tá vendo aquela Lua que brilha lá no céu…

“Moonfall – Ameaça Lunar” cumpre o objetivo de ser uma diversão escapista. O filme não se leva muito a sério em boa parte dos seus 130 minutos de duração e entretém com boas cenas de ação, que abrange o absurdo sem hesitar, uma das marcas registradas das produções dirigidas por Roland Emmerich.

Ao ultimate, a viagem de uma ideia absurda de salvar o mundo entre a Terra e a Lua com três astronautas num ônibus espacial antigo é tão absurda quanto seu melhor é deixar o lado lógico a e curtir a de apenas realizados.

O roteiro parece conhecer a capacidade do público “voar” na história e quer, por exemplo, que os espectadores acreditam ser possível que uma pessoa que nunca foi ao espaço capaz de acoplar uma nave numa estação espacial sem cometer erros. Isso pode estragar a diversão. Mas se for relevante, certamente o filme será bem mais curtido.

Entretém graças a uma boa aventura e conta com efeitos atrativos dos efeitos produzidos e pela proximidade da Lua à nossa atmosfera. Brand, criado com cenas de devastação, terremotos, marmotos e força da força da pressão na forma impiedosa, criando situações de perigo para os personagens, que prendem a atenção.

Aproximação da Lua causa catástrofes em “Moonfall – Ameaça Lunar” — Foto: Divulgação

Emmerich, que produziu e co-escreveu o roteiro, não tem pudores de “pegar também alongado” de “Armageddon” (feito por Michael Bay, outro especialista em destruição international no cinema) e ideias mesmo seus próprios longos, como “Independence Day” e “2012”, principalmente esse último. Basta reparar que tem as mesmas características e o personagem Cuack most important interpretado por John Cuack no filme.

Pelo menos, dessa vez, outro elemento característico dos filmes de Emmerich, o ufanismo americano, é usado de forma mais contida. Para realizar “Moonfall”, o diretor contorno com uma ajuda da Nasa durante toda a elaboração do projeto e o cineasta retribuiu com um dever mais heróico para uma agência, tanto nas ações quanto nos personagens destemidos e dedicados em seus cumprimentos de espaço.

O filme derrapa, no entanto, quando for mais “profundo” ao utilizar de obras como “20 elementos1 – Uma Odisseia no Espaço” que se refere ao filme ou homenagem no livro de Carl Sagan (que ganha uma canção num momento da trama). Claros momentos Nesses momentos mais densos, falta uma história mais convincente e que não é coberta de clichês de ficção científica, para chamar a atenção. Mas isso não dura muito pace e a longa volta a sua fanfarra que o público tanto gosta.

Halle Berry e Patrick Wilson protagonizam “Moonfall – Ameaça Lunar” — Foto: Divulgação

Outra característica que se repete nos filmes de Emmerich é a participação de bons atores no elenco, mas que entregam atuações bem burocráticas. A ganhadora do Oscar Halle Berry faz o que pode com o seu papel, porém não escapa do lugar comum com um personagem com nenhum elemento diferencial. Patrick Wilson sofre do mesmo problema e John Bradley, embora simpático, não funciona tão bem como cômico – pelo menos é responsável pelo momento mais tocante do filme.

O que não dá para entender é o desperdício de Michael Pena (“Homem-Formiga”) e Donald Sutherland (“Jogos Vorazes”) em papéis aquém de seus talentos, fazendo pontas no filme. Melhor sorte tem o jovem Charlie Plummer como o mocinho involuntário da trama.

“Moonfall – Ameaça Lunar” não supera os melhores trabalhos de Roland Emmerich, como “O dia depois de amanhã”. Mas dá para aproveitar sem cobrar muito, ainda mais nestes tempos complicados que permitirão. O filme também deixa uma brecha para uma continuação no seu ultimate que, claro, vai depender da bilheteria e da provisão de Hollywood de ver a Lua (ou qualquer outro astro) ameaçar o nosso pobre planeta outra vez.

Cena do filme “Moonfall – Ameaça Lunar” — Foto: Divulgação

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Fonte da Notícia

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Osmar Queiroz

Osmar é um editor especializado em tecnologia, com anos de experiência em comunicação digital e produção de conteúdo voltado para inovação, ciência e tecnologia.

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