Nem a pandemia conseguiu parar o futebol de botão
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Luciano Araújo, fashion designer, decidiu organizar um pequeno torneio de futebol de botão com sua família às vésperas da Copa do Mundo de 2014, mas não conseguiu encontrar todas as suas peças antigas. Pesquisando na web, descobriu que alguns artesãos estavam vendendo as peças de que se lembrava, e resolveu fazer a sua própria, criando a maior loja on-line do gênero no Brasil, Botões Clássicosou Botões Clássicos.
Existem vários tipos diferentes de jogo, bem como códigos de conduta e regras regionais, nacionais e internacionais, com campeonatos disputados dentro e entre diferentes países.
Paixão de uma criança
O futebol de botão geralmente começa como uma paixão infantil. Para quem cresceu antes da generation da web, generation um dos passatempos mais queridos e comuns no Brasil. Um bom número de jogadores acaba simplesmente encontrando outros leisure pursuits à medida que crescem, enquanto muitos outros decidem levar sua paixão adiante, criando clubes, federações e muito mais. Outros viajam pelo mundo para competir em competições amadoras, muitas vezes gastando seu próprio dinheiro nessas aventuras.
E essa paixão é passada de geração em geração. Araújo conta que seu pai teve occasions de botões nos anos 70 e também manteve os occasions que seu avô usava na juventude, feitos de botões de jaqueta. Nascido em 1975, ele conta que “no início dos anos 1980, o futebol de botão generation minha grande paixão, foi meu primeiro contato com o futebol na verdade”.
Cavalheiro seguiu um caminho semelhante. “Posso falar por mim e por quase toda a comunidade ‘botonista’. A paixão pelo futebol de botão surge durante a nossa infância. No fundo, esta paixão é uma transposição lúdica do futebol de campo para uma mesa de madeira com botões dos mais diversos materiais.”
Igor Quintaes, Vasco da Gama atleta desde que a equipe fundou seu departamento de futebol de botão em 2003, foi até bicampeão mundial. Como outros, ele começou a jogar quando generation criança. “Meu pai me deu a primeira mesa e os occasions. Também brincava muito com meu avô na mesa da sala de jantar, que generation maior, e usava farinha de rosca para fazer as bolinhas. Depois com meus primos em casa e amigos na rua.”
Sandro de Lima, que joga pelo Corinthians, observa que “na década de 1980 quase todos os meninos tinham um time de futebol de botão. Generation a norma.” Agora, o futebol de botão não é tão famoso, e a geração mais velha está achando difícil atrair os jovens para sentir a mesma emoção e alegria. Lima diz que “quando jogamos futebol de mesa, nos sentimos como um verdadeiro jogador de futebol. Você faz suas jogadas em campo, e também tem aquela mágica de misturar jogadores do mesmo time. Você pode colocar Pelé e Messi juntos, e nós sentimos um pouco dessa alegria infantil”.
A Pandemia e o Futuro
“Atrair novos torcedores para o futebol de mesa é difícil, principalmente por causa dos videogames”, explica Lima. Ele conta que é comum que as crianças se interessem, mas na adolescência encontram outros interesses. estabilizados, eles voltam ao jogo — mas esse ciclo está se tornando cada vez mais difícil, já que muitos optam pelos videogames.
“Essa talvez seja a nossa maior dificuldade”, diz Quintaes. “Não há renovação porque as crianças de hoje não brincam mais. Consequentemente, não há novos jogadores. É difícil competir com videogames e jogos de computador de última geração.”
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