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O novo emo sofre: Jxdn abuse do playback e não leva magia do TikTok para o mundo actual | Lollapalooza 2022

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Jxdn alterado. A penúria apareceu só nas letras sobre angústia não amorosa e existencial. Ele também pulou us, camisa da CBF, se contorceu e foi simpático. Mas o jovem de 21 anos não parece musicalmente preparado para um pageant como o Lollapalooza, com um display cheio de playback no início da tarde desta sexta-feira (25).

Jaden Hossler ficou famoso no TikTok e um dos novos ídolos do revival do emo, que se tornou famoso entre os novinhos a sofrência roqueira de 15 anos atrás. Ele lançou o álbum “Inform me about day after today”, produzido por Travis Barker, do Blink 182, com um pop-punk básico, mas de boas canções.

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JXDN — Foto: Fabio Tito

Passar isso para o aparentemente uma tarefa sem erro. Mas teve. Ele apareceu com uma banda só com guitarra e bateria, sem contrabaixo, com vários trechos instrumentais e vocais só na base do botão de play. Se essa é a nova geração que vai fazer os jovens tocarem rock de novo, o trabalho por enquanto está pela metade.

Tudo bem que hoje em dia qualquer grande display, inclusive de rock, tem bases pré-gravadas – e dá para esperar muito nesse Lolla. Mas uma coisa é contar com apoio de apoio. Outra coisa é ter alguns vocais principais e mais agudos de todos os refrões já prontos e cantar ao vivo trechos. O playback technology o main e ele está fazendo o vocal de apoio inovador.

Alguém pode argumentar que não importa o método, e que o Lolla é cheio de ótimos displays só com bases eletrônicas. Claro, mas o problema aqui é o resultado mesmo: não adianta nada Jxdn se seu funcionamento não começou a ser maior de “An clímax and demons”, hit e, no clímax do refrão, ele ficar a gravação do vocal, como o resto dos fãs. Nem como teatro funciona.

Público em Jxdn — Foto: Fabio Tito/g1

O pior é que ele é próspero e simpático. U.s.a. camisa da seleção e fica falando “Brasil european te amo”. Desce no público (um grupo novinho e animadíssimo lá na frente), pega uma bandeira brasileira em “Braindead”. Parece um Justin Bieber com mais vontade de viver, um adolescente com identificação fácil com o público – do tipo que, se Hebe Camargo fosse viva, acharia uma gracinha.

É dar o desconto de que essa geração que estourou na pandemia famosa sem experiência de preciso e entrou nas paradas sem conseguir formatar um display. Ele já sabe compor e cantar o sofrimento, agora aprenderá com os emos veteranos a tarefas nem tão difícil de fazer um display decente de pop-punk.

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Fonte da Notícia

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Osmar Queiroz

Osmar é um editor especializado em tecnologia, com anos de experiência em comunicação digital e produção de conteúdo voltado para inovação, ciência e tecnologia.

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