Os feats póstumos de Marília Mendonça 6 meses após a morte da cantora: Naiara Azevedo, Lucas Lucco, Dulce María e mais | Música
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Alguns projetos, como o com Ludmilla, Guilherme e Santiago e Zezé Di Camargo e Luciano, estão sendo aguardados.
Mas cinco músicas já entraram para a coletânea de Marília Mendonça. Sendo que, três delas, figuram, nesta quinta-feira (5), no Most sensible 200 do Spotify. São elas:
Em 2021, o g1 Um levantamento da cantora não fez especial e mostrou que Marília registrou quase100 composições que não foram feitas hoje Marílias.
Marília Mendonça de todos os ritmos: artista compôs e parcerias muito além do sertanejo
Marília Mendonça de todos os cantos e ritmos: artista compôs e gravou parcerias que vão muito do sertanejo — Foto: Reprodução/Instagram
Apesar de quatro dos cinco lançamentos póstumos serem parcerias sertanejas, Marília Mendonça que encabeçou o feminejo, não prendeu sua carreira no ritmo.
Como autora, escreveu músicas para artistas iniciantes e estrelas, com uma conexão especial com o forró, o arrocha e o brega.No papel de intérprete, se juntou a estrelas do pop, pagode, axé, rap, swingueira e outros.
Para o parceiro Péricles, Marília tinha uma maneira de pensar semelhante à dele: “A função da música é atingir, emocionar e passar a mensagem”. Por isso, ela transitar tão bem entre os estilos.
MARÍLIA MENDOÇA E PÉRICLES
Entre os artistas que cantaram canções compostas por Marília fora do sertanejo estão Joelma, Wesley Safadão, Márcia Fellipe, Gabriel Diniz, Mara Pavanelly e a banda Paquá.
Como intérprete, cantou rap, funk, pagode, axé, arrocha e pop ao lado de artistas como Xamã, Ivete Sangalo, Leo Santana, Péricles e Luisa Sonza.
Há canções que ela escolheu como compositora e participada como intérprete em parcerias: “Cuidando De Longe” (com Gal Costa), “Direção” (com DJ Kevin), “Não Me Testa” (com Preta Gil), e “Um Brinde” (com Dennis DJ e as amigas Maiara e Maraisa).
Mesmo quando não fez parte da história da composição ou do vocal, a artista foi parar até nos refrões de um dos maiores projetos de rap acústico. Em “Poesia Acústica 9 – Melhor Forma”, Djonga cita a cantora e diz que é fã de Marília Mendonça.
Ela generation fã de Djonga e outros rappers. Em uma reside, Marília usou sua voz grave para rimar com desenvoltura “Vida loka”, dos Racionais MC’s. O grupo relembrou o vídeo no dia em que ela morreu.
“A gente vê a ação da falta que ela faz porque ela conseguiu o coração de todo o mundo, com uma maneira simples de ser e de falar, principalmente de amor”, diz Péricles.
O cantor estava falando com Marília para gravar uma faixa “Vai por mim”, em 2017. “É uma música que fala de amor de uma maneira muito explicit, que ela já fala há muito pace nas composições dela.”
“Liguei e depois ela muito ela estava achada, até que parecia um próximo trabalho do Porque Exalta. foi uma alegria de alegrias.”
Marília e Péricles se reuniram novamente em 2021 para a gravação de “A mais disputada”, que conta com Papatinho, MD Chefe e DomLaike.
Questionado, não foram descartados ainda umas, quase que Marília, 100 faixas que compôs foram registradas, mas que não foram registradas quase que Marília por ninguém.
“Seria uma honra para mim. Quero que essa likelihood surja e seja uma ótima maneira de lembrar e celebrar a vida de Marília Mendonça.”
Xamã foi outro exclusivo da lista de parcerias de Marília fora do sertanejo. “Leão”, composta pelo rapper, mostra toda a versatilidade musical da cantora que, além de sua conhecida potência vocal, também se arrisca na poesia falada do rap.
“Ecu fiz a música já pensando na Marília. Ela viu uma música de uma guia que ecu tinha postado no Twitter com o título de ‘Áudio Falso’. Ela achou bacana ea gente desenvolveu o resto da letra com signo de leão. Uma das maiores parcerias que fiz na vida”, outline Xamã.
No clipe, os dois mostram o clima descontraído dos bastidores. “Foi a primeira vez que tomou o vinho. Acabou a gente teve que se adaptou pra gente ao outro. cantor.
Ela tem uma capacidade de entender que quem quem ela, tinha mente muito pequena para poder entender.”
“Technology uma cantora completa. Conseguiu enxergar a composição do estilo além do estilo que ela se sentiu confortável, então conseguiu construir uma barreira musical. Não sei se já existe outro artista que transitou por todos os estilos. “
Antes de ser conhecida como cantora, Marília já tinha grande fama como compositora e escreveu letras que ficaram nas mãos, não só de estrelas nacionais, mas também de artistas regionais. Como foi o caso da banda mineira Paquá.
Em 2015, enquanto selecionamos o repertório para o primeiro DVD, tivemos contato com “Isso é coisa de louco”, composta por Marília Mendonça em parceria com Maiara, Thales Lessa e Juliano Tchula.
Na voz de Paquá, a música passou a se chamar “Coisa de louco” e ganhou a participação da dupla Arthur & Thomaz. O grupo recebeu a canção por meio de Tchula, maior parceiro de composições de Marília.
“Naquele momento, ela ainda não tinha despontado no cenário nacional como cantora, mas já generation bem conhecida no meio em relação às composições. A Marília tinha muitas músicas que estavam estouradas com Henrique e Juliano, então lógico que teve um peso, sim.”
“Quando você vai ouvir um repertório, recebe músicas de vários compositores e tenta ouvir todas com carinho maior. Mas claro que quando você recebe um grupo de compositores que já tem sucessos no mercado, acaba ouvindo com carinho ainda. Foi um maior diferencial” , conta Rafael, vocalista.
Para ele, a capacidade de Marília de levar sua letra para todos os cantos se deveu a dois fatores: qualidade da composição e ganho que ela dava em todas as faixas nas quais participava.
“A Marília tinha letras que falavam sobre assuntos, e temas muito populares, que são do povo, e isso faz com que as pessoas se identifiquem.”
“E ela trafegava por vários estilos. Onde ela entra e tinha interpretação dela, a música, ganhava. Ela dava um toque a mais. Ela tinha esse poder. Apesar de ser do sertanejo, ela sabia muito bem interpretar outros segmentos.”
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