Pacheco condenado em discurso no Senado uso de tese da liberdade de expressão para defesa do nazismo | Política
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O presidente do Senado e do Congresso Nacional, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), condenou nesta quarta-feira (9) a defesa do nazismo e disse que a prática é “crime”. Para o parlamentar, declarações antissemitas não são manifestação da liberdade de expressão.
Pacheco fez as declarações durante pronunciamento na abertura da sessão do Senado desta quarta, na qual ele anunciou a realização de uma sessão especial do Senado em memória das vítimas do holocausto, ser realizada nesta quinta-feira (10).
Monark pede desculpa e diz que estava bêbado quando defendia a existência do partido nazista
Na última segunda-feira (7), o podcaster Bruno Aiub, conhecido como Monark, afirmou durante o episódio do Glide Podcast que “nazista tinha que ter o partido nazista, reconhecido pela lei”. Nesta terça-feira (8), o comentarista Adrilles Jorge fez um gesto apontado como saudação nazista durante em um dos programas de participação da Jovem Pan. Ambos foram desligados das empresas.
Rodrigo Pacheco não citou nenhum dos problemas, mas afirmou que o Senado deve estar semper atento “para que os fatos como os prolongados recentemente não voltem a se”.
“Quem legitima o nazismo, e igualmente o racismo, das vítimas e dos desse regime e desdenha das atrocidades por memória. se defende, não se propaga e não está inserido no rol das liberdades públicas da livre manifestação de pensamento”, afirmou Pacheco.
O que a lei brasileira diz sobre apologia do nazismo
Em outro momento do discurso, o presidente do Senado classificou como “lamentável” que ainda existe quem defende a tolerância à “disseminação de ideias que admitem a existência de regimes que pregam ou genocídio de grupos populacionais por quaisquer motivos”.
“Esta Casa [o Senado] semper deve se guiar princípios da tolerância, da harmonia pelos direitos humanos. Assim, essa sessão especial, designada para amanhã, mostra-se essencial para demonstrar à nosso compromisso com o combate ao preconceito, seja ele de raça, gênero, fé, etnia, cor, origem, orientação sexual ou de qualquer outra espécie; e com o combate à disseminação de qualquer ideia que propague formas de discriminação que viole esses preceitos básicos”, Pacheco.
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