TECNOLOGIA

Paul Cormier, da Purple Hat, no RHEL 9, a inovação de ponta e de código aberto

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Este é o novo standard da TI.

Pelo menos, está em processo de definição.

“Todos nós precisamos nos ajustar”, disse Paul Cormier, presidente e CEO da Purple Hat, ao VentureBeat. “O que isso significa ainda está nos estágios de formação.”

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o pandemia empurrou a roda do “novo standard” para frente, e a nuvem híbrida e de código aberto está levando-o adiante, disse Cormier hoje no Purple Hat Summit 2022.

O código aberto, particularmente, foi muito além do alcance dos amadores, enfatizou. Os CIOs que o usaram e a pandemia como uma forma de pivotar – em vez de se concentrar apenas em sobreviver – não apenas resistiram bem, mas também posicionaram seus negócios para flexibilidade e crescimento futuros.

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“É realmente o mecanismo de inovação que está impulsionando esse novo standard”, disse Cormier. “Onde pensávamos que as coisas poderiam estar daqui a cinco anos, mudaram para agora.”

Uma nova Purple Hat Undertaking Linux (RHEL)

A Purple Hat fará vários anúncios em sua cúpula de dois dias esta semana. Notavelmente, a empresa apresentou o Purple Hat Undertaking Linux (RHEL) 9, a versão mais recente de seu primary produto. A plataforma estará disponível em geral nas próximas semanas.

RHEL é uma plataforma de distribuição comercial de código aberto para Linux. O RHEL 9 é a primeira versão de produção criada a partir do CentOS Circulate, a plataforma de distribuição Linux gratuita e de código aberto suportada pela comunidade a jusante do RHEL.

O lançamento é oportuno e estratégico, disse Cormier, já que a IDC prevê que até 2023, 40% das empresas do International 2000 basearão os processos de seleção de nuvem em resultados de negócios, e não em requisitos de TI. O RHEL 9 fornece uma plataforma padronizada que permite às organizações implantar novas iniciativas sem ter que abandonar cargas de trabalho ou sistemas existentes, explicou. Ele foi desenvolvido para oferecer suporte a implantações híbridas/multinuvem, desde física até native, nuvem pública e borda.

“Nós realmente projetamos o RHEL 9 como um modelo para um mundo de tecnologia que é distribuído, híbrido, automatizado”, disse Cormier.

Com o crescimento significativo da computação de borda, a nova versão foi projetada para ajudar a atender às necessidades de TI em evolução na borda, disse ele. Ele incorpora gerenciamento abrangente de borda para supervisionar e dimensionar implantações remotas com provisionamento sem toque, visibilidade da integridade do sistema e migrações de vulnerabilidades responsivas. Ele também possui um rollback automático de contêiner, bem como um novo serviço de criação de imagens.

Novos recursos de segurança também são incorporados ao RHEL 9, incluindo aqueles que abordam vulnerabilidades de segurança em nível de {hardware}, como Spectre e Meltdown. A plataforma apresenta hashes e assinaturas digitais da arquitetura de medição de integridade (IMA), que permitem aos usuários verificar a integridade do sistema operacional e detectar modificações de infraestrutura não autorizadas.

Como observou Cormier, os novos recursos ajudam as organizações de TI a adotar a automação na nuvem híbrida, reduzir a complexidade e aprimorar a capacidade de gerenciamento. Por exemplo, conjuntos expandidos de funções do sistema e suporte de patch ao vivo do kernel do console da Internet do RHEL permitem tarefas críticas em escala.

“O mundo híbrido traz muito valor, muita funcionalidade”, disse Cormier. “Mas também traz muita complexidade. Precisamos de automação para ajudar a gerenciar essa complexidade.”

Empurrando a borda além das paredes do information heart

O interesse empresarial na computação de ponta continua a crescer exponencialmente: a IDC prevê que o mercado atingirá mais de um 4to de trilhão de dólares até 2025.

“Ouvimos muito sobre o edge, e não acho que o edge seja uma coisa por si só”, disse Cormier. “O Edge é uma parte da arquitetura em uma arquitetura verdadeiramente híbrida.”

Com isso, “os CIOs não são mais responsáveis ​​apenas pelas peças que funcionam dentro das quatro paredes de seu information heart”.

Agora eles também precisam se preocupar com aplicativos que rodam em várias nuvens e chegam à borda – seja essa borda uma torre de celular, uma loja de varejo ou um chão de fábrica.

“Isso tudo agora faz parte do mundo do CIO”, disse Cormier. “O CIO tem que desenvolver para a borda, assim como eles fazem para o information heart na nuvem. Eles precisam operar a borda, monitorar, atualizar e proteger a borda como parte dessa arquitetura geral.”

A Purple Hat lançou vários novos recursos de borda de portfólio cruzado para ajudar as organizações a se adaptarem melhor à computação de borda. Isso inclui novas funcionalidades no OpenShift (família de produtos de instrument de conteinerização da Purple Hat), novos conjuntos de recursos de gerenciamento de borda, reversão do Podman para aumentar o pace de atividade do dispositivo de borda e padrões validados que permitem que as equipes de TI construam rapidamente pilhas de borda.

Eles visam simplificar o processo, acelerar a implantação, aumentar a segurança e aumentar a confiança por parte dos administradores, explicou Cormier.

Por exemplo, a Purple Hat tem sido distinctiveness no espaço de telecomunicações, disse ele, e as tecnologias 4G são construídas em pilhas proprietárias muito alinhadas verticalmente – do {hardware} ao firmware, do sistema operacional ao middleware até o aplicativo. O 5G, por outro lado, é construído a partir de instrument, e os contêineres permitem o alinhamento de aplicativos. No caso de telco, a borda está até a torre de celular.

“Ele precisa funcionar como um sistema comum da torre de celular aos information facilities intermediários, aos principais information facilities”, disse Cormier. “A borda agora realmente completa essa arquitetura híbrida.”

Ele acrescentou que “Nós realmente não temos pace para mover esses dados de volta para o information heart. Você precisa aproximar a computação dos dados. É aí que entra a vantagem.”

O código aberto agora impulsiona a inovação

Open supply é criticamente importante a esta nova generation de inovação, enfatizou Cormier. Não muito pace atrás, o código aberto ainda estava no domínio do interest; agora, os desenvolvedores versados ​​nele são alguns dos mais lucrativos e procurados.

Cormier apontou que os fabricantes de equipamentos originais (OEMs) estavam trabalhando em código aberto e investindo nele mesmo quando não havia nenhum negócio actual vindo dele; fornecedores independentes de instrument (ISVs) estavam se certificando na plataforma Purple Hat quando o código aberto ainda generation um conceito marginal; e CIOs, principalmente no setor bancário, foram os primeiros a adotar o Linux e o código aberto em ambientes de produção.

“Muitas pessoas têm muita habilidade e muita paixão pelo código aberto”, disse Cormier. “E muitas pessoas correram muitos riscos para entrar no código aberto. Assumimos riscos como empresa. Mas a questão é que não os pegamos sozinhos. Desenvolvedores assumiram riscos, clientes assumiram riscos, parceiros assumiram riscos. Mas isso é o que generation necessário para impulsionar a inovação hoje.”

A missão do VentureBeat é ser uma praça virtual para os tomadores de decisões técnicas adquirirem conhecimento sobre tecnologia empresarial transformadora e realizarem transações. Aprender mais sobre a associação.

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Fonte da Notícia

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Osmar Queiroz

Osmar é um editor especializado em tecnologia, com anos de experiência em comunicação digital e produção de conteúdo voltado para inovação, ciência e tecnologia.

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