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Planet Hemp e ‘mini pageant’ de rap com Emicida substituiu Foo Combatants no fechamento do Lolla | Lollapalooza 2022

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No lugar do Foo Combatants, o Lollapalooza recebeu neste domingo (27) um mini pageant de rap e um display do Planet Hemp. Essas foram as atrações escaladas de última hora para substituir a banda foremost da noite, impossibilitada de tocar após a morte do baterista Taylor Hawkins na sexta-feira (25).

Antes da música ao vivo, Perry Farrell apareceu no telão para falar de Taylor. O vocalista do Jane’s Habit e criador do pageant acompanhou a esposa, a cantora Etty Lau Pharrell.

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Eles são sobre baterista de áudio do Foo Combatants e podem falar do músico. Trechos de displays da banda também foram exibidos.

Perry Farrell, criador do Lolla, presta homenagem a Taylor Hawkins

Emicida e Rael durante display de encerramento do palco foremost do Lollapalooza 2022 — Foto: Fábio Tito/g1

Na primeira parte do display, Emicida e Rael receberam convidados no palco. Foi como um mini pageant de rap dentro do Lollapalooza.

Criolo abriu os trabalhos cantando “Não existe amor em SP” e “Convoque seu Buda”. Depois o rapper Bivolt e Drik Barbosa dele, como pelo palco.

Emicida mostra Criolo com um título de eleitor e a palavra ‘vote’ durante display de camiseta do palco foremost do Lollapalooza 2022 — Foto: Fábio Tito/g1

“Ecu nasci e cresci nessa região da Zona Sul. A gente cantava para 50 pessoas, 100 pessoas e quantas pessoas tem aqui? 40 mil? Nada mal para um maloqueiro, né?”, disse Rael, antes de cantar “O hip Hop é foda”.

Mano Brown veio na sequência em uma versão de “O céu é o limite”, que teve versos improvisados ​​sobre a importância de tirar o título de eleitor. O tema permeou todo o display, com expressões como “A eleição é que make a decision” e “É na urna, parça” ditas por quase todos os convidados e convidadas.

Ice Blue e Djonga, que tinha se apresentado mais cedo no pageant, também fizeram parte do time dos anfitriões Emicida e Rael.

Emicida começa show em homenagem a Taylor com 'My Hero'

Emicida começa display em homenagem a Taylor com ‘My Hero’

O Planet Hemp foi pela segunda vez escalado pelo Lollapalooza para substituir uma manutenção internacional. Em 2016, eles foram chamados para o lugar de Snoop Dogg, devido a “imprevistos de ordem pessoal”.

D2 e Bnegão dividiram os vocais com Criolo em “Disritmia”, música que escala no novo álbum do Planet previsto para ser lançado em setembro.

“O cara falou que a gente não pode falar de política, mas a gente pode homenagear o pageant: ‘olê, olê, olá, Lolla, Lolla'”, ironizou D2. Ele repetiu o apelido do pageant de uma forma que parecia que estava falando do ex-presidente Lula.

O display teve ainda uma “rodas punk gigantes” ao som das músicas mais hardcores do setlist, incluindo uma cober de “Crise Geral”, do Ratos de Porão.

O resto do repertório foi direto ao assunto, com músicas como “Dig Dig Dig”, “Queimando tudo” e outras de quase 30 anos de banda. Elas foram bem recebidas, mas abaixo da espera de uma apresentação foremost do pageant.

Em voltou ao palco para improvisos e uma homenagem a Marielle Franco, vereadora morta em 2018. A dela apareceu no telão e D2 ainda surgiu “Marielle”, para que a placa respondesse “Presente”.

Também morto em 2018, o funkeiro Mister Catra foi outro homenageado, com foto dele aparecendo no telão. Bnegão falou do cantor e pediu que o público acendesse isqueiros para celebrar Catra.

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Osmar Queiroz

Osmar é um editor especializado em tecnologia, com anos de experiência em comunicação digital e produção de conteúdo voltado para inovação, ciência e tecnologia.

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