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Sequenciando o genoma de um morador de Pompéia e resolvendo um mistério de 2.000 anos

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Engadget tem uma peça interessante (por meio de O jornal New York Occasions) sobre uma equipe conjunta de pesquisadores da Itália, Dinamarca e Estados Unidos que recentemente sequenciaram o genoma de um dos habitantes esqueléticos mais bem preservados da antiga Pompéia. Você provavelmente já viu a foto icônica de seus restos esqueléticos, deitado no canto de sua sala de jantar, como se ele estivesse sentado lá até ser dominado por nuvens mortais de gases vulcânicos. Sempre foi um mistério por que ele (e seu companheiro) não tentou fugir. Acontece que ele pode não ter conseguido.

Com subject matter genético extraído de seu petroso, um segmento de osso denso em forma de pirâmide que protege os ouvidos internos, a equipe descobriu que o morador masculino da casa sofria de tuberculose espinhal, ou o que é mais conhecido hoje como doença de Pott. Os sintomas associados incluem dor nas costas e paralisia da parte inferior do corpo. “A condição o teria forçado a ter pouca mobilidade”, disse o Dr. Pier Francesco Fabbri, um dos antropólogos que contribuíram para o artigo. Os tempos. É muito possível que o homem, que tinha cerca de 35 anos quando morreu, tivesse dificuldade em fugir de Pompeia, mesmo que quisesse escapar da cidade em chamas.

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Fonte da Notícia: boingboing.web

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Osmar Queiroz

Osmar é um editor especializado em tecnologia, com anos de experiência em comunicação digital e produção de conteúdo voltado para inovação, ciência e tecnologia.

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