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Silvério Pessoa jorra reflexão sobre o afeto no álbum ‘Sangue de amor’ | Weblog do Mauro Ferreira

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Sangue de amor é o título do álbum que Silvério Pessoa em 5 de abril com repertório autoral em que o artista pernambucano relatório sobre o complexo de afeto e falta da existência humana.

Com participações de Fernanda Takai, Paulo Miklos, Natasha Falcão, Ylana Queiroga, Marco Polo, Aelis Loddo, Bruna Caram e Laís de Assis, o álbum Sangue de amor teve um primeiro unmarried, Ela e o amorlançado em 2019.

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O segundo unmarried, Caveira de cavalo, chega ao mundo virtual na sexta-feira, 18 de março. Gravada com os toques dos músicos Yuri Queiroga (guitarra e baixo), Ricardo Fraga (bateria, percussão e programação) e Jean Pierre (teclados synth), a música Caveira de cavalo tem atmosfera inspirada na cena psicodélica pernambucana dos anos 1970 e versa sobre o vazio do amor.

Entre diálogos com amigos e leituras como a do livro A divina comédia126551321) publicado postmente em 1 textohier épico de Dante,1321, o artista se a simb paisagems e paisagens da ira de cavalo para retratar a ausência do afeto.

“Esta é uma canção que traz uma abertura de portal, uma reflexão sobre o que é o vazio do amor e a aridez da falta da existência desse sentimento”, conceituado Silvério Pessoa, cantor e compositor nascido em Carpina (PE) e revelado nos anos 1990 no grupo Cascabulho.

Capa do unmarried ‘Caveira de cavalo’, de Silvério Pessoa — Foto: Divulgação

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Osmar Queiroz

Osmar é um editor especializado em tecnologia, com anos de experiência em comunicação digital e produção de conteúdo voltado para inovação, ciência e tecnologia.

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