TECNOLOGIA

Sinais de alerta para investidores, frenesi de AV da China, tendências de insurtech em 2022 – TechCrunch

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Fevereiro de 2014 parece muito pace atrás.

A alternate de Bitcoin Mt Gox fechou após ser hackeada, o Nokia X foi revelado no Cellular International Congress e Satya Nadella, presidente da divisão de servidores e ferramentas da Microsoft, foi promovido ao shipment de CEO, substituindo Steve Ballmer.

Para marcar o oitavo aniversário da ascensão de Nadella, o repórter empresarial Ron Miller olhou para trás no mandato do executivo para avaliar seu desempenho e identificar possíveis armadilhas que estão por vir.

“Quando uma empresa tem tanta influência financeira, ela pode entrar em qualquer mercado”, escreve Ron.

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As maiores aquisições da Microsoft ocorreram desde que Nadella assumiu as rédeas: US$ 69 bilhões para a Activision, US$ 26 bilhões para o LinkedIn e US$ 20 bilhões para a Nuance Communications.

Mas o governo Biden se interessou mais pela legislação antitruste, e isso pode impactar diretamente a estratégia de expansão de longo prazo de Redmond.

“O desafio para Nadella e Microsoft nos próximos anos será lidar com o aumento da supervisão regulatória enquanto trabalhamos para manter a empresa amplamente diversificada”, diz Ron.

Muito obrigado por ler o TechCrunch+ e tenha um ótimo ultimate de semana!

Walter Thompson
Editor sênior, TechCrunch+
@seuprotagonista

Querida Sophie: Como as startups em estágio inicial podem competir por talentos?

Créditos da imagem: Bryce Durbin/TechCrunch

Prezada Sofia,

Como fundador de uma startup iniciante e em estágio inicial, acho difícil competir com outras startups em remuneração.

Tivemos algum interesse de indivíduos que precisam de vistos ou estão exigindo inexperienced playing cards, mas pagar o governo e as taxas legais seria um esforço para nós.

Algum conselho para reduzir o custo de recrutamento no external?

— Fundador Inexperiente

3 sinais de alerta de que seu investidor vai deixar você de lado

Passos com cone de trânsito no quadro-negro

Créditos da imagem: porcorex (abre em uma nova janela) / Getty Pictures

Muitos VCs gostam de ser ouvidos dizendo que são focados no fundador, mas, na prática, as relações investidor-empreendedor são em grande parte transacionais.

“Os fundadores precisam ver seus investidores demonstrando preocupação actual com seu bem-estar – e isso precisa ser visível em sua estrutura de check-in, comunicação e comportamento pós-pitch”, diz Michael Redd, cofundador e presidente da 22 Ventures.

“Se não for, isso deve ser motivo suficiente para os fundadores recuarem.”

Quais startups de insurtech estão prontas para prosperar?

Na semana passada, Anna Heim e Alex Wilhelm relataram algumas notícias infelizes para empresas de insurtech de capital aberto: apesar de um ano quente para captação de recursos, as avaliações caíram.

Em seguida, eles examinaram alguns dos potenciais vencedores do setor, especificamente neosseguradoras privadas, empresas que agregam serviços e startups que estão expandindo o acesso a clientes carentes.

“Os capitalistas de risco e fundadores com quem conversamos indicaram um otimismo geral sobre como lidar com o mercado de seguros: é muito grande, muito valioso e muito desatualizado para não acabar no lado receptor de uma pá cheia de tecnologia, diz o argumento.”

Para lidar com uma regulamentação de dados mais rígida, as empresas devem procurar APIs totalmente abertas

Vista de alto ângulo de muitos cadeados amarelos sobre fundo amarelo.  Um deles está aberto.

Créditos da imagem: Javier Zayas Fotografia (abre em uma nova janela) / Getty Pictures

Agora que os reguladores em mercados tão dispersos como China, Califórnia e UE estão implementando novas leis de privacidade de dados, trabalhar com APIs de fornecedores de nuvem baseados nos EUA tornou-se mais complexo.

As startups que esperam se expandir internacionalmente podem achar uma boa ideia usar device de código aberto que possa ser auditado quanto a vulnerabilidades e reproduzido, escreve Jean-Paul Smets, CEO da Fast.House.

Em um mergulho profundo nas APIs de código aberto, Smets explica por que o código aberto faz sentido para aplicativos que não precisam depender dos sistemas fechados dos fornecedores.

O que está impulsionando o frenesi de veículos autônomos da China?

Vista aérea de um engarrafamento parando veículos na rodovia em 1º de outubro de 2018 em Nanjing, província de Jiangsu, na China.

Créditos da imagem: Yang Bo/China Information Provider / Getty Pictures

Toda nova tecnologia precisa de evangelistas para impulsionar a adoção e arrecadar dinheiro: uma linha reta conecta os anúncios de lançamento da Apple de Steve Jobs com as demonstrações públicas de luz incandescente e corrente alternada de Thomas Edison.

Na China, o governo central é o maior impulsionador da indústria de veículos autônomos, que “viveu um período de aceleração sem precedentes em 2021, com mais de US$ 8,5 bilhões investidos”, relata Rita Liao.

De acordo com Hongquan Jiang, presidente e sócio-gerente da Boyuan Capital, “os reguladores chineses priorizam a segurança. Eles colocariam com prazer mais alguns sensores para fornecer mais redundância para que as empresas possam testar soluções mais avançadas, como carros sem motoristas de segurança.”

3 visualizações: O metaverso é para trabalho ou lazer?

Créditos da imagem: Bryce Durbin/TechCrunch

Meta, Microsoft e outras empresas estão saltando de cabeça quando se trata de criar experiências de metaverso para clientes corporativos.

Apresentar-se como um avatar three-D flutuante durante reuniões remotas pode atrair alguns, mas dado seu potencial imersivo, os consumidores não prefeririam usar o metaverso para jogar em vez de serem produtivos?

Alex Wilhelm, Natasha Mascarenhas e Anita Ramaswamy compartilham seus pensamentos:

  • Anita Ramaswamy: No bebedouro do metaverso, os trabalhadores podem ter o melhor dos dois mundos
  • Natasha Mascarenhas: O metaverso se choca com o futuro do trabalho
  • Alex Wilhelm: polegada por polegada, a fusão adicional de trabalho, diversão e identidade

E assim, a Peloton está passando por uma correção

ilustração de pelotão que retrata uma bicicleta estacionária em estado de entropia

Créditos da imagem: Bryce Durbin/TechCrunch

“A formiga e o gafanhoto” é uma das minhas fábulas favoritas, embora european sempre tenha pensado que technology um pouco maldoso da formiga permitir que o gafanhoto passasse fome só porque tocava violino o verão todo em vez de colher sementes.

Acho que o ex-CEO da Peloton, John Foley, não está familiarizado com a história de Esopo. Quando as vendas dispararam no início da pandemia, sua empresa embarcou em várias iniciativas muito otimistas.

E hoje, a Peloton tem um novo CEO após demitir 2.800 funcionários.

Em uma análise aprofundada, o repórter Haje Jan Kamps examina a história da empresa, suas vitórias e derrotas e como sua administração não se preparou para o inverno.



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Fonte da Notícia

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Osmar Queiroz

Osmar é um editor especializado em tecnologia, com anos de experiência em comunicação digital e produção de conteúdo voltado para inovação, ciência e tecnologia.

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