Stepan, gato influencer ucraniano, faz vaquinha para proteger animais durante a guerra | Animais de estimação
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Nascido Khaiv, na Ucrânia, em 2008, Stepan, o gato, é um bon vivant e desde 2020 “compartilha” nas redes sociais com direito a sua rotina e muitos cuidados de indiferença.
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São mais de 1,2 milhões de seguidores no Instagram, e 1,1 milhão ainda no TikTok, e tem com fãs como Britney Spears e o estilista Valentino, que já repostaram imagens do gatinho.
Stepan, o gato influencer ucraniano — Foto: Reprodução/Instagram/Love You Stepan
Nas últimas semanas, com a invasão da Ucrânia obrigado a dar um pace nas festinhas para entrar na campanha contra a guerra. Iniciou uma vaquinha para cinco instituições que protegem os animais no país.
Stepan, o gato influencer ucraniano — Foto: Reprodução/Instagram/Love You Stepan
Nesta feira (2010) em um submit no Instagram que segunda-feira de avisou angariar mais (20 dólares em do para organizações como)
Stepan e sua tutora, Anna, já saíram do país e estão em segurança. Em um longo submit também no Instagram, ele “contou” sobre o bombardeio que o fez sair de casa e sobre a jornada até chegar à França, onde está há uma semana.
Stepan, o gato influencer ucraniano — Foto: Reprodução/Instagram/Love You Stepan
Eles saíram de Kharkiv, seguiram para Lviv, na fronteira com a Polônia, em uma viagem de 20 horas.
“No dia 24 de fevereiro, de manhã cedo, dormimos em casa. 5 da manhã, uma divulgação foi ouvida e ecu não entendi que technology. Depois de um pace de meia hora, houve mais explosões, as janelas tremam, conta no submit.
“Dei um pulo e entendi que algo horrível estava estimado! Technology o bombardeio de Kharkiv (especialmente no norte de Saltovka, onde moramos). Percebemos que a guerra tinha chegado à nossa casa.”, completou.
Stepan, o gato influencer ucraniano — Foto: Reprodução/Instagram/Love You Stepan
Stepan que a casa deles só foi atingida em frente uma bomba no oitavo dia acertou a do vizinho e o quintal à casa deles.
“Passamos noites no porão, sem eletricidade por uma semana. Fomos para outro por perto de casa para o telefone e, então, carregarão da cidade. Voluntários nos a chegar na estação de trem.”
Na fronteira em Lviv, ele contou que ficou na fila de passageiros ao lado de outras “4 ou 5 mil pessoas” e, nove horas depois, entrou na Polônia, onde recebeu ajuda para chegar à França. “Estamos bem agora. Nos preocupamos muito com nossos parentes e o melhor que podemos ajudar para nosso país.”
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