[ad_1] “A segmentação virtual tem um sério impacto no bem-estar das vítimas, mina sua capacidade de se engajar no trabalho de advocacia transnacional, viola direitos fundamentais como o direito à privacidade, liberdade de expressão e reunião pacífica e aumenta os perigos enfrentados por suas vítimas.
familiares e amigos que permanecem no país de origem”, concluiu o relatório.
Os países que o Citizen Lab identificou como alguns dos perpetradores mais comuns da repressão virtual transnacional incluem Iêmen, Afeganistão, China, Irã, Ruanda e Síria.
Hacks de instrument de clique 0, que permitem que um invasor invada um telefone ou computador, mesmo que o usuário não abra um hyperlink ou anexo malicioso, são especialmente preocupantes, diz Noura Al-Jizawi, pesquisadora do Citizen Lab e coautora do relatório.
Isso porque “eles podem fugir das práticas de higiene virtual”, diz ela.