TECNOLOGIA

Web3 é um mito, e tudo bem

Publicidade

[ad_1]

Interessado em saber o que vem a seguir para a indústria de jogos? Junte-se a executivos de jogos para discutir partes emergentes da indústria em outubro no GamesBeat Summit Subsequent. Saber mais.


Vivemos em histórias, sejam elas contadas a nós por amigos, em TED Talks, vindas do Universo Surprise ou existindo em jogos de mundo aberto como Cyberpunk 2077. Cada história tem inspirações míticas que remontam a parábolas construídas há milhares de anos. Como tenho trabalhado com marcas, startups e contadores de histórias interessados ​​em seguir uma estratégia Web3, tenho pensado: qual é a história que os entusiastas da Web3 estão tentando contar avidamente?

Web1 foi chamado de International Vast Internet, não Web1. A história contada aos consumidores foi: “há uma maneira virtual de enviar e-mails com um toque de tecla”. Em meados dos anos 90, a AOL explodiria na América do Norte – contratando um novo cliente aproximadamente a cada seis segundos. No ultimate dos anos 90, as páginas da internet eram principalmente estáticas e usadas para compartilhar informações, como um sistema de entrega de conteúdo. Estes eram os oradores de seu pace. Technology uma rua de mão única onde cada história technology controlada por uma voz.

Então veio o Web2, um espaço social onde você pode compartilhar vídeos de gatos e ser seguido na internet por anúncios de comida de gato. Isso deu origem a estrelas de mídia social e influenciadores perseguindo algoritmos e estudando análises. A Web2 em sua essência tem sido sobre o uso de análise de dados para manipular a história, a fim de obter o maior número de cliques e compartilhamentos.

Publicidade

Mas ninguém o chamou de Web2. Ainda technology a web com uma nova camada social tecida nela. Um lugar onde as plataformas hospedavam criadores que construíam audiências em torno de fandoms de nicho e anunciantes se empanturravam de dados de usuários. Todos perseguiram o algoritmo e a tecnologia tornou-se o rabo abanando o proverbial cão criativo. Onde contar histórias uma vez technology um ofício treinado acessível a um grupo dedicado de artistas, agora todos e seu cachorro (e gato, é claro!)

Depois vem Gavin Picket em 2014 para nos dizer que a Web3 estava aqui.

A busca mítica começa

Gavin Picket é um cara de blockchain. Ele foi cofundador da Ethereum e mais tarde iniciou a Polkadot e a Kusama, plataformas que ajudam os usuários a lançar suas próprias blockchains. Picket diz que a Web3 nos dará uma web totalmente descentralizada, onde empresas como Amazon e Google não controlam a participação de mercado. Ideia maravilhosa, mas que soa mais como uma busca mítica do que uma realidade de porcas e parafusos.

Isso me lembra quando Richard Hendricks, o personagem most important de Vale do Silício, diz: “Quero inventar uma nova web”. Isso levanta a questão: realmente precisamos de uma nova web? Ou devemos deixar as coisas evoluirem e não rotular as coisas em movimento? A tecnologia Blockchain está borbulhando em segundo plano há algum pace. Mas tem sido uma montanha-russa, com o estouro da bolha da ICO em 2018 e a correção de curso atual. Agora, a grande palavra da moda na boca de todos é “metaverso”, e a promessa de um sistema social e de jogos interoperável usando NFTs para unir esse admirável mundo novo. A crença é que a Web3 será uma web 3-d totalmente interoperável, como vimos em Jogador 1 prontoOásis.

Marcas ao resgate?

O “metaverso” é o novo destino das marcas orientadas para o risco, mesmo que elas e as agências não consigam explicá-lo em uma apresentação de 15 slides. Há livros sendo escritos nele. Há especialistas dando palestras sobre isso. Videogames e metaverso estão se tornando sinônimos devido à esperança, principalmente de VCs e consultorias globais, de que social e jogos sejam a convergência onde os anunciantes possam vender suas coisas. De que outra forma pode grátis para jogar e serviços de streaming fazer dinheiro?

Mas os jogadores não estão mordendo. Os jogadores querem jogar. Eles preferem gastar US $ 5 mil em Liga dos lendários’ skins de $250K em um NFT Bored Ape Yacht Membership para acessar o Outro lado “metaverso” – onde custa ainda mais comprar terrenos virtuais. Sendo um jogador, estou mais satisfeito por ter gasto $20 em Cyberpunk 2077 e me perder na narrativa da CD Projeckt, do que esperar que o Yuga Labs construa algo incrível para seus macacos caros e um mundo de jogos de console com aparência de meados dos anos 2000.

Então, como as marcas atravessam o metaverso mítico da Web3?

O fandom que conhecemos

Primeiro, não persiga as tendências. A verdadeira inovação da Web3 será uma economia criadora, não impulsionada por algoritmos Web2 e interpretação de dados. A Web2 pegou a Web1 e a tornou interativa, mas os dados ainda eram estáticos. O Web3 será construído com base em dados dinâmicos, assim como os personagens subindo de nível em um jogo de RPG por meio de pontos de experiência.

As informações estarão em fluxo constante à medida que os usuários se engajam no sistema e os criadores constroem dentro de uma plataforma viva. Se quisermos alcançar a missão mítica de construir a Web3, estaremos montando algumas ondas de dados sérias. As marcas precisarão encontrar criadores que melhor representem sua visão de mundo e integrá-los como personagens em sua história do metaverso. Até que haja um metaverso aberto, ele terá que ser em ecossistemas 3-d independentes com uma narrativa experiencial incrível ou conectado a espaços preexistentes dentro do sistema da plataforma. Isso tudo levará pace, não dois ou três anos como os fanáticos da Web3 trombeteiam no Twitter e no LinkedIn.

Felizmente, os melhores exemplos para estudar já estão por aí, vivendo e respirando os fandoms que amamos de Superstar Wars a Pokémon. Essas comunidades dinâmicas são conectadas a seus vários nós de mídia para manter o sistema em funcionamento. Começar a construir um fandom como esse do 0 é uma tarefa assustadora, mas como qualquer grande história, o primeiro passo sempre vem de um lugar genuíno. Um lugar onde o criador também é fã do mundo que está construindo. Um em que o garoto de 11 anos que amava o Homem-Aranha pega seu lançador de teias favorito da caixa de brinquedos da Surprise e parte em aventuras trinta anos depois (esse é o meu lugar). Há um futuro que devemos construir juntos, onde o consumidor também é o criador que às vezes conhece o valor de uma marca mais do que a marca.

Aí vêm os encanadores

A Web3 não está aqui do jeito que os evangelistas querem que acreditemos. Neste momento, as pessoas estão semeando ideias e lançando as bases para algo grande. Você vê os investimentos, anúncios, colaborações, painéis, estudos de consultorias, pessoas deixando empregos estáveis, and so forth. A grande incógnita é como todas as diferentes ideias, culturas e visões se unirão de forma coesa representando as melhores partes humanidade.

Se ouvirmos os mitos de nossos ancestrais, reconhecermos nossa própria arrogância e prestarmos atenção à nossa história coletiva, teremos uma probability actual de construir um futuro unindo criatividade à tecnologia. E quem sabe, podemos até construir essa web democratizada e descentralizada que Richard Hendricks e Gavin Picket nos prometeram!

Benjamin Jackendoff (também conhecido como B. Conde) é um escritor da Surprise e sócio da Skyview Means Studios.

Tomadores de decisão de dados

Bem-vindo à comunidade VentureBeat!

DataDecisionMakers é onde especialistas, incluindo o pessoal técnico que trabalha com dados, podem compartilhar insights e inovações relacionadas a dados.

Se você quiser ler sobre ideias de ponta e informações atualizadas, melhores práticas e o futuro dos dados e da tecnologia de dados, junte-se a nós no DataDecisionMakers.

Você pode até considerar contribuir com um artigo seu!

Leia mais sobre DataDecisionMakers

[ad_2]

Fonte da Notícia: venturebeat.com

Publicidade

Osmar Queiroz

Osmar é um editor especializado em tecnologia, com anos de experiência em comunicação digital e produção de conteúdo voltado para inovação, ciência e tecnologia.

Artigos relacionados

Botão Voltar ao topo
HexTec News