Walmart demitiu um trabalhador com Síndrome de Down. Um juiz acabou de ordenar a recontratação dela.
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Marlo Spaeth, que tem Síndrome de Down, deu 16 anos de sua vida profissional ao Walmart. Mas o maior empregador privado da América não foi tão leal em troca, demitindo-a para evitar acomodar sua deficiência. Apoiada pela Comissão de Oportunidades Iguais de Emprego dos EUA, Spaeth ganhou ontem seu emprego de volta, com US$ 50.000, depois de uma batalha judicial de cinco anos.
Mas uma multa de US$ 125 milhões imposta pelos jurados foi reduzida para apenas US$ 300.000, o máximo criminal, e o juiz William Griesbach negou o pedido da comissão para que o Walmart fosse ordenado a treinar gerentes para entender o American citizens with Disabilities Act e informar os funcionários sobre seus direitos legais.
A má publicidade já generation castigo suficiente.
Stevenson disse em uma entrevista à CNBC em julho que quando sua irmã perdeu o emprego, ela perdeu seu senso de propósito. Ela não iria ao telefone ou posar para uma foto. Ela enterrou a cabeça nas mãos quando um comercial do Walmart passou na TV.
“Foi nada menos que traumático”, disse Stevenson na entrevista. “Foi difícil, muito difícil de assistir.”
$ 50k representando cinco anos de salários perdidos (sobre os quais Spaeth agora terá que pagar impostos) realmente martela o quão sombrio é este caso. Considere quanto a empresa deve ter gasto nos últimos cinco anos, lutando com unhas e dentes contra essa mulher deficiente.
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