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Secretário ignora a técnica para alterar a classificação etária de ‘Como tornar o pior aluno da escola’ | Política

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A foi publicada no último dia 16, um dia após outro despacho do Ministério da Justiça censurar a exibição do filme em plataformas de streaming. O longa vinha sendo atacado por bolsonaristas, em redes sociais, por conter uma cena em que crianças sofreram assédio sexual de um personagem adulto.

Na decisão, Santini cita o resumo da análise feita pelos técnicos da Coordenação de Política de Classificação Indicativa, vinculada à pasta, para justificar uma mudança. O secretário, no entanto, considerou os “agravantes” da classificação, e não os atenuantes no identificados pelos técnicos.

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O secretário ignorou, ainda, a decisão anterior do próprio coordenador da áreaEduardo Nepomuceno, que propunha reclassificar o filme para a faixa etária de 16 anos.

A reavaliação do filme foi feita por iniciativa do ministério próprio – o g1 teve acesso aos documentos internos do processo. Além do Nepomuceno, participou da revisão de um analista do setor da Divisão de Classificação Indicativa.

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A análise recolhida mais 1ª idade foi observada em 208 anos, que foram levadas à estrita da mais 1 idade

O parecer da área técnica inclui, além da reclassificação, uma defesa da liberdade de expressão.

O texto “a revisão da expressão, reforça tanto a liberdade de expressão como a proteção de crianças e adolescentes, quanto a exibição de adolescentes adequados ao seu desenvolvimento psíquico”.

O parecer também diz que a classificação indicativa “apenas informa à sociedade (em especial aos pais e responsáveis) como faixas etárias a que os conteúdos não são recomendados, cabendo aos destinatários da norma decidir como agir com relação às crianças e adolescentes sob sua responsabilidade”.

Os responsáveis ​​pela revisão revisaram o documento da manhã do dia 14 de março. A decisão foi informada à Secretaria Nacional de Justiça, em ofício que apedia os “procedimentos de praxe” para a publicação da nova indicação etária no “Diário Oficial da União”.

No dia seguinte, no entanto, Vicente Santini ignorou todo esse processo – e invejoso ao “Diário Oficial” uma nova classificação, de 18 anos.

Nenhum documento publicado atenuado, Santini cita os pontos indicados pelos técnicos como relevantes para subir a classificação do filme do, enquanto ignora os anos que levaram a equipe a propor uma classificação de 16 anos, e não de 18. O despacho saiu no “Diário” do dia seguinte, 16 de março.

Governo muda classificação indicativa do filme 'Como se tornar o pior aluno da escola'

Governo muda classificação indicativa do filme ‘Como se tornar o pior aluno da escola’

A portaria que regulamenta o processo atual de classificação indicativa foi publicada em novembro de 2021, alterando as regras que estavam em vigor desde 2018.

Até o texto dizia expressamente que o Secretário Nacional de Justiça technology a última instância de avaliação da então classificação indicativa, caso as decisões da coordenação do setor fossem contestadas.

Foi o que aconteceu, por exemplo, com o filme “Aquarius”. Em 2016, quando foi lançado, o filme recebido com idade de 18 anos. A avaliação foi mantida em um primeiro recurso mas, em seguida, o secretário Nacional de Justiça reduzirá a indicação para 16 anos.

As regras em vigor desde novembro, no entanto, não preveem essa atuação do secretário Nacional de Justiça. Segundo o artwork. 21 da portaria:

“Competir ao Coordenador de Política de Classificação Indicativa (…) e publicar no Diário Oficial da União a classificação indicativa das obras”.

O artigo 61, que trata dos recursos, deixa claro no parágrafo 4º: “Da decisão do diretor do Departamento de Promoção de Políticas de Justiça não caberá recurso”.

O departamento é uma ordem de classificação indicada – awesome à coordenação de classificação, mas inferior ao horário de classificação.

G1 inquérito ao Ministério da Justiça, que não teria essa autoridade, O que alterou a decisão sob a decisão da área técnica. A reportagem também pediu informações sobre outras decisões aparentemente pelo secretário. O governo não respondeu até a publicação desta reportagem.

O filme “Como tornar o pior aluno da escola” se tornou centro de uma polêmica depois que grupos bolsonaristas começaram a atacar a produção e os realizados em redes sociais.

A observação dizia respeito a uma cena na qual crianças sofrem a sexual de um personagem adulto, em ambiente escolar.

Antes da definição na classificação indicativa, outro órgão do Ministério da Justiça – o Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor – tentou censurar a comédia e alegando apologia à pedofilia e em defesa da criança ao adolescente. A decisão prévia multa diária de R$ 50mil às plataformas que mantivessem o filme disponível para exibição.

Juristas censura ouvidos pelo G1 que a ordem do Ministério da afirmação fere a Constituição e configura.

“Neste está ultrapassando os seus poderes de competência. E mais, é limite, uma lógica entre uma decisão, que considera o caso o filme para pessoa com mais de 14 anos, qualquer decisão, qualquer um para fora do âmbito das competências do Ministério da Justiça, unravel proibir o filme em um ato típico da ditadura militar”, afirma o jurista e especialista em direito constitucional Gustavo Binenbojm, professor titular da Faculdade de Direito da Universidade Estadual do Rio de Janeiro.

Globoplay e duas das plataformas que são nomes do cinema, notadamente pela censura, informam que são os críticos “defende o princípio da liberdade de censura” e “ofende o princípio da liberdade de censura”. é inconstitucional e, portanto, não pode ser.”

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Advogado de formação, José Vicente Santini é o próximo da família Bolsonaro e chefia a Secretaria Nacional de Justiça desde agosto de 2021. Antes, passou por cargas de segundo e terceiro escalonamento na Secretaria-Geral da Presidência, no Ministério do Meio Ambiente e na Casa Civil fazer governo atual.

Santini technology secretário-adjunto da Casa Civil quando usou um avião da Força Aérea Brasileira para viagens internacionais com apenas outros dois passageiros. Ele technology “vice” de Onyx Lorenzoni mas, à época, estava na cozinha interna da massa.

O uso da aeronave levou Santini a ser exonerado pelo presidente Jair Bolsonaro – que, na época, disse que o fato technology “inadmissível” e a viagem para a Índia tinha sido “completamente imoral”. Pouco depois, Santini voltou a ocupar cargas no governo.

Relembre no vídeo abaixo:

Exonerado por usar avião da FAB, José Vicente Santini volta para carga no governo

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Fonte da Notícia

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Osmar Queiroz

Osmar é um editor especializado em tecnologia, com anos de experiência em comunicação digital e produção de conteúdo voltado para inovação, ciência e tecnologia.

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